Costumes Bíblicos: O JULGAMENTO DO GRANDE TRONO BRANCO

Israel Institute of Biblical Studies

O JULGAMENTO DO GRANDE TRONO BRANCO

Quem são o juiz, o júri e os julgados no julgamento do Grande Trono Branco? O que é esse julgamento? (Ap 20.11-15)
A. O fato desse Trono (Dn 7.9,10; Hb 9.27).
B. O juiz nesse Trono - o próprio Cristo! (Jo 5.22,27; At 10.40,42; 2Tm 4.1).
C. O júri nesse trono - cinco livros.
  1. O livro da consciência (Rm 2.15). Embora a consciência humana não seja um guia infalível, mesmo assim ele será condenado pelas ocasiões em que deliberadamente a violou.
    1. Agir deliberadamente contra a consciência é sempre pecado.
      “A consciência do cristão é sujeita e vinculada apenas àquilo que a Bíblia ordena ou proíbe”, diz Sam Storms, “ou ao que pode ser legitimamente deduzido de um princípio bíblico explícito.” A nossa consciência deve sempre ser informada com o que Deus disse. Mas, e se estivermos enganados sobre o que a Bíblia ordena ou proíbe? E se, por exemplo, eu acredito que a Bíblia proíbe qualquer forma de dança — e ainda assim vou à dança de quadrilha todo sábado à noite? Isso é pecado?
      Nesse caso, seria um pecado dançar quadrilha, já que eu estaria agindo de acordo com o que eu penso ser errado.
      Imagine se eu fosse na casa de um vizinho e visse uma carteira no chão. Pensando ser a carteira do meu vizinho, eu rapidamente tiro o dinheiro de dentro dela. Mais tarde eu percebo que não era a carteira do meu vizinho — era a minha carteira, que tinha caído do meu bolso. Será que eu ainda seria culpado de roubo, mesmo que fosse o meu próprio dinheiro que eu peguei? Sim, eu seria, já que eu tive a intenção de fazer o mal. Eu tive a intenção de roubar — a intenção de violar os mandamentos de Deus — mesmo estando enganado sobre o objeto do meu roubo.
      Como Paulo diz: “Tudo o que não provém da fé é pecado” (Rm 14:23).” R. C. Sproul comenta sobre este verso dizendo:
      Se fazemos algo que achamos que é pecado, mesmo se estivermos mal informados, somos culpados do pecado. Nós somos culpados de fazer algo que acreditamos ser errado. Agimos contra as nossas consciências. Este é um princípio muito importante. Lutero estava correto em dizer: “Não é nem certo nem seguro agir contra a consciência.”
      Sproul acrescenta que “a consciência pode desculpar quando deveria acusar, e também pode acusar quando deveria desculpar.” Enquanto deveríamos desafiar percepções equivocadas sobre o que a Bíblia ordena e proíbe, deveríamos ter cuidado ao incentivar pessoas que ainda não estão maduras na fé, ou são ainda pouco desenvolvidas no conhecimento das Escrituras, a agir de maneira a violar sua consciência ainda sem forma ou imatura. (Trecho copilado de http://www.thegospelcoalition.org/)
  2. O livro das palavras (Mt 12.36,37; Jo 12.48).
  3. O livro das obras secretas (Rm 2.16; Ec 12.14).
  4. O livro das obras públicas (Mt 16.27; 2Co 11.15).
  5. O livro da vida (veja Êx 32.32,33; Sl 69.28; Dn 12.1; Fp 4.3; Ap 3.5; 13.8; 17.8; 20.12,15; 21.27; 22.19).
D. Os julgados nesse Trono.
Como foi discutido anteriormente (veja as notas de O TRIBUNAL DE CRISTO), apenas os não salvos ficarão diante desse Trono (Sl 9.17).
E. O julgamento nesse Trono.
O lago de fogo eterno (Mt 7.22,23; 25.41,46; Ap 20.14,15).

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