COSTUMES BÍBLICOS: maio 2020


O Espírito Santo nossa companhia diária!

O que você precisa saber sobre seu companheiro de todos os dias, o Espírito Santo! 
"Espírito Santo, ajuda-nos a criar o hábito de ler e meditar sobre a Sua Palavra, que é uma arma poderosa contra o mal. Abre o nosso entendimento para assimilar a verdade revelada nela por si, a fim de que sejamos bem-sucedidos em tudo e herdemos a vida eterna. Em nome de Jesus, amém." (Dr. Mike Murdock )

O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA 




O Espírito Santo não é um vento, uma chama de fogo ou uma pomba branca. Jesus sabia disso. Ele nos ensinou: "E eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre" (Jo 14.16). 
O Espírito Santo não é uma coisa. Ele é Deus. 

O ESPÍRITO SANTO É QUEM NOS DÁ VIDA 

Quem nos dá a vida é o Espírito Santo. "O Espírito vivifica" (2Co 3.6b). "O Espírito dá vida" (Jo 6.63a). 
O Espírito Santo engravidou Maria, mãe de Jesus. (Mt 1.18,20). 

O ESPÍRITO SANTO NOS CRIOU 

Jó sabia disso. "O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-Poderoso me dá vida" (Jó 33.4). 
Nossa personalidade, nosso corpo e tudo que somos é um projeto do Espírito Santo. 

O ESPÍRITO SANTO É O AUTOR DA PALAVRA DE DEUS 

A Bíblia é o presente de Deus para nós. 
O Espírito Santo inspirou os homens que escreveram as Santas Escrituras. "Pois jamais a profecia teve origem na vontade humana, mas homens falaram da parte de Deus, impelidos pelo Espírito Santo" (2Pe 1.21). 
A Palavra de Deus é a ferramenta nas mãos do Espírito Santo para nos alimentar e capacitar com tudo o que necessitamos para obtermos sucesso neste mundo. 

SÓ O ESPÍRITO SANTO PODE DAR-NOS A CONFIANÇA INABALÁVEL DE QUE CRISTO HABITA EM NÓS. 

O Espírito Santo nos conta a respeito de Cristo, e habita em nosso íntimo. 
Ninguém mais consegue persuadir nossa mente para que tenhamos satisfação no íntimo. 
É o Espírito Santo quem confirma que Cristo habita em nosso coração e que expurga todas as dúvidas a respeito dEle. "Sabemos que permanecemos nele, e ele em nós, porque ele nos deu do seu Espírito" (1Jo 4.13). 

O ESPÍRITO SANTO DECIDE QUE DONS, TALENTOS E HABILIDADES RECEBEMOS DO PAI 

O Espírito Santo implantou grandiosidade em nosso ser. 
O Espírito Santo é um dom. E também é quem concede dons. "Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai que está nos céus dará o Espírito Santo a quem o pedir!" (Lc 11.13) 
O Espírito Santo nos concede dons e talentos; dons naturais e espirituais! (1Co 12.4,5,8,9). 

O ESPÍRITO SANTO NOS TRANSMITE A CONFIANÇA DE QUE PERTENCEMOS À FAMÍLIA DE DEUS 

Ninguém gosta de ser deixado de fora. Algo dentro de nós precisa sentir que pertencemos a algum lugar. 
Tudo que Deus criou exige algum tipo de conexão. 
Nada que Ele fez é completo em si mesmo. Tudo é parte de algo. 
Nossos olhos precisam de um cenário. 
Nossos ouvidos precisam de sons. 
Nossa mente precisa de pensamentos. 
Nossa boca precisa de palavras. 
Nossos pés precisam de um lugar para ir. 
Nossas mãos precisam alcançar algo. 
Algo em nós necessita "pertencer" a algum lugar para sentir conforto, satisfação e tranquilidade. 
O Espírito Santo é o único que pode dar-nos a segurança de que realmente somos filhos de Deus, membros da imensa família celestial. (Veja Rm 8.15,16). 

O ESPÍRITO SANTO GOSTA DE FALAR 

O Espírito Santo é um ótimo comunicador. 
Ao recebermos o Espírito de Deus, nossa maneira de falar muda imediatamente. "E, depois disso, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão..." (Jl 2.28; ver também At 2.16-18). 
O Espírito Santo fala conosco a respeito das pessoas com quem devemos conversar. "E o Espírito disse a Filipe: 'Aproxime-se dessa carruagem e acompanhe-a'" (At 8.29). 
O Espírito Santo nos revela aqueles sobre quem o julgamento irá cair. (Veja At 13.9,10) 
O Espírito Santos nos revela problemas na vida de outras pessoas. (Veja 1Sm 3.11). 
O Espírito Santo em nosso íntimo se torna uma fonte de agitação para os ímpios (ver At 6.10). 
Devemos afastar-se das vozes das pessoas quando realmente desejamos ouvir a voz do Espírito Santo. 
• A solidão é necessária para alcançarmos intimidade. 
• A intimidade é necessária para recebermos conhecimento espiritual. 
• O conhecimento espiritual é necessário para experimentarmos mudanças. 
Só podemos experimentar mudanças quando o Espírito Santo fala conosco. 

Quatro maneiras pelas quais o Espírito Santo fala conosco: 

  • 1. O Espírito Santo fala conosco através de homens e de mulheres de Deus. Essas pessoas maravilhosas inspiram nossa fé e ajudam-nos a corrigir nosso foco espiritual. 
  • 2. O Espírito Santo nos fala através de nossa consciência. Quando Estevão, cheio de fé e poder, realizou grandes maravilhas e milagres entre o povo, alguns o confrontaram. A consciência deles reagiu ao que estavam vendo. "Mas não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que ele [Estevão] falava" (At 6.10). 
  • 3. O Espírito Santo nos fala através das Escrituras. 
  • Ele instigou os homens da antiguidade a registrarem as Palavras Santas de Deus para nós. 
  • 4. O Espírito Santo fala conosco através de acontecimentos. 
O povo de Israel aprendeu a temer a Deus por meio do julgamento do Senhor sobre Corá e sobre outras pessoas. (Ver Num 16). Na Igreja Primitiva, a morte súbita de Ananias e Safira (At 5.1-11) foi usada para estimular o temor a Deus entre os cristãos. 

O ESPÍRITO SANTO PODE DAR-NOS UMA LÍNGUA ESPIRITUAL QUE NINGUÉM , A NÃO SER DEUS, COMPREENDE 

Sua língua espiritual é um dom precioso e importante. 
Enquanto milhões de pessoas nunca compreenderam essa experiência maravilhosa e gloriosa, milhares de outras estão experimentando esse incrível fenômeno de orar em um idioma celestial. 

O ESPÍRITO SANTO REVELA CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA TERMOS UMA VIDA VITORIOSA 

Somente os vencedores serão recompensados na eternidade. 
O Espírito Santo sempre pensa nas recompensas. Ele sabe a diferença entre obediência e desobediência; punições e recompensas. É por isso que nos estimula a ouvir tudo que Ele tem a dizer: "Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas" (Ap 2.7a). "Hoje, se vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração" (Sl 95.7b, 8a). 
O Espírito Santo sempre recompensa os obedientes. Ele não recompensa simplesmente pessoas boas, inteligentes ou ricas. Ele recompensa os obedientes. 
O Espírito Santo deseja que nos tornemos vencedores. "Aquele que está em vocês é maior do que aquele que está no mundo" (1Jo 4.4b). 

O ESPÍRITO SANTO É A FONTE DE UNÇÃO PARA NOSSA VIDA 

A unção transforma homens comuns em incomuns. 
A unção é o poder de Deus em determinada situação. Ela remove fardos. Destrói o jugo que o inimigo lança sobre nós. A unção interrompe o avanço do diabo imediatamente. 

O ESPÍRITO SANTO RESSUSCITOU JESUS DENTRE OS MORTOS 

O Espírito Santo é o Doador da vida. 
Jesus confiou no Espírito Santo para ressuscitá-lo dos mortos. Esse é um dos motivos por que Cristo estava disposto a enfrentar o Calvário. A ressurreição viria ao terceiro dia. "E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vocês, aquele ressuscitou a Cristo dentre os mortos também dará vida a seus corpos mortais, por meio do seu Espírito, que habita em vocês" (Rm 8.11). 
Graças a Deus pela gloriosa esperança da ressurreição! 

O ESPÍRITO SANTO SANTO DECIDE QUAIS SERÃO OS PERÍODOS DE MAIOR PROVAÇÃO EM NOSSA VIDA 

Experimentaremos provações na vida. 
O Espírito Santo nos guia pelo deserto da batalha. Ele fez isso com Jesus. E fará também conosco. (Lc 4.1,2). 
O Espírito Santo nos prova antes de recebermos uma promoção. O Espírito Santo sempre nos leva ao momento de decisão. Ele nos conduz a um período de provação. 
Eis um princípio maravilhoso: o Espírito Santo conhece nosso tentador e as perguntas comuns na provação, e fornece todas as respostas precisas e necessárias. 
As respostas sempre estão na Palavra de Deus. Sempre! 

O ESPÍRITO SANTO INTERCEDE POR NÓS CONTINUAMENTE 

Nossa vida está constantemente sob uma cobertura de oração. 
Podemos sentir-nos sozinhos. Podemos sentir-nos isolados e até atormentados pela idéia de que ninguém realmente se importa conosco. Entretanto, acontece o contrário. O Espírito Santo conversa continuamente com o Pai a respeito de nossas necessidades e de nossos desejos. 
Enquanto estamos dormindo, Ele ora por nós. 
Enquanto trabalhamos, Ele ora por nós. 
Enquanto temos dúvidas, Ele ora por nós. 
O Espírito Santo é a única Pessoa no universo que conhece a vontade do Pai ao nosso respeito. 
O Espírito Santo se responsabiliza a interceder por nós todos os dias. (Rm 8.26; 8.27b). 

O ESPÍRITO SANTO ESTÁ PERFEITAMENTE CIENTE ATÉ DOS PORMENORES DE NOSSA VIDA 

O Espírito Santo percebe tudo que acontece. 
Nossas lágrimas o emocionam. Mesmo que outras pessoas não percebam nosso sofrimento, Ele vê. (Sl 56.8). 
O Espírito Santo sabe exatamente do que necessitamos durante os períodos de sofrimento e confusão mental. 
Entretanto, o Consolador que caminha ao nosso lado está continuamente nos aconselhando, protegendo e preparando acontecimentos miraculosos para nos manter focados em nossa tarefa e nos sonhos de Deus para nossa vida. 

O ESPÍRITO SANTO FICA SATISFEITO QUANDO CATAMOS PARA ELE 

A música é muito importante para o Espírito Santo. 
O Espírito Santo canta para nós também. "Pois o SENHOR, seu Deus, está com vocês; ele é poderoso e os salvará. Deus ficará contente com vocês e por causa do seu amor lhes dará nova vida. Ele cantará e se alegrará" (Sf 3.17 NTLH). 

O ESPÍRITO SANTO É NOSSA ÚNICA FONTE DE ALEGRIA VERDADEIRA NESTA TERRA 

O verdadeiro sucesso ocorre na presença da alegria espiritual. 
A presença do Espírito Santo traz alegria. "Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita" (Sl 16.11).Ver também Gl 5.22,23). 

O ESPÍRITO SANTO É NOSSA ÚNICA FONTE DE PAZ GENUÍNA 

Paz é a ausência de conflitos no íntimo. 
As batalhas travadas dentro de nós podem ser devastadoras. às vezes, nossa consciência guerreia contra aquilo que fizemos. 
O Espírito Santo é capaz de solucionar qualquer batalha em nosso coração. 
O fruto do Espírito Santo é a paz. (Gl 5.22,23). 

O ESPÍRITO SANTO PODE NEUTRALIZAR NOSSO MEDO DOS HOMENS 

O medo nos causa tormento. 
O medo nos faz imaginar que nosso inimigo é muito maior do que é na realidade. 
O Espírito Santo é inimigo do medo. O Espírito Santo sustentou Jesus no jardim do Getsêmani enquanto Ele orava sobre o "cálice do sofrimento". 
Existem muitos temores: medo da perda, do fracasso, da pobreza, de falsas acusações, de doenças, do câncer, da rejeição. Entretanto, temos um Amigo, o Consolador, o Espírito Santo. 
Lembremos sempre: o Espírito Santo pode neutralizar nosso medo dos homens. 

O ESPÍRITO SANTO PODE REVELAR-NOS ACONTECIMENTOS FUTUROS COM ANTECIPAÇÃO 

O Espírito Santo enxerga muito adiante. 
Ele nos mostra acontecimentos antes que ocorram. Jesus prometeu que seria assim. "Mas quando o Espírito da verdade vier [...] lhes anunciará o que está por vir" (Jo 16.13b). 
O Espírito Santo é o Espírito da profecia. (2Pe 1.21). 
O ESPÍRITO SANTO NOS CONCEDE UM AMOR INCOMUM POR "PESSOAS DIFÍCEIS" 
O amor é a força mais poderosa desta terra. 
O Espírito Santo capacitou Jesus a amar. (Lc 23.34). 
O Espírito Santo capacitou Estevão a amar aqueles que o apedrejavam. (At 7.60a). 
O fruto do Espírito Santo é o amor (Gl 5.22a). 

O ESPÍRITO SANTO ESTIPULA NOSSA "TAREFA ESPIRITUAL", O PROBLEMA PARA O QUAL FOMOS CRIADOS PARA SOLUCIONAR 

Nossa tarefa espiritual já foi escolhida. 
O Espírito Santo escolheu nossa tarefa. (Je 1.5). 
Tudo na criação tem um propósito oculto. 
Não decidimos quais serão nossos talentos - apenas os descobrimos. "Todas essas coisas, porém, são realizadas pelo mesmo e único Espírito, e ele as distribui individualmente, a cada um, como quer" (1Co 12.11). 

O ESPÍRITO SANTO SABE QUE PESSOAS DEVEMOS AJUDAR 

Alguém precisa de nós. 
O Espírito Santo escolhe nossa tarefa espiritual nesta terra. "E o Espírito disse a Filipe: 'Aproxime-se dessa carruagem e acompanhe-a'" (At 8.29). 
Fomos criados para solucionar algum problema nesta terra. 
O Espírito Santo sabe exatamente onde devemos estar. 
Ele conhece as pessoas que devemos ajudar. 
Jesus dependia do Espírito Santo totalmente. Por isso sabia sobre a mulher samaritana no poço [de Jacó]. "Era-lhe necessário passar por Samaria" (Jo 4.4). Ali, o Mestre encontrou uma mulher que havia se casado cinco vezes, mas cuja vida estava vazia e solitária. Jesus lhe prometeu água. O Espírito Santo havia dirigido os passos dEle naquele dia, levando-o à pessoa que Ele deviria ajudar. 
O Espirito Santo nos afasta de relacionamentos prejudiciais. Ele retira as distrações, pessoas que irão atrapalhar nossa tarefa espiritual. 
O Espírito Santo nos aconselha sobre todos os compromissos do dia. Cada hora é uma oportunidade de ouro para estarmos no centro da vontade de Deus. 

PRECISAMOS DO ESPÍRITO SANTO PARA ENTRAR NO REINO DE DEUS 

O Reino de Deus é um mistério. 
Não conseguimos compreendê-lo pelo nosso raciocínio lógico. Palavras não podem defini-lo. No entanto, milhões têm experimentado uma mudança milagrosa, passado deste mundo para o vindouro pelo novo nascimento, que é uma realidade. "Mas Deus escolheu o que para o mundo é loucura para envergonhar os sábios, e escolheu o que para o mundo é fraqueza para envergonhar o que é forte. Ele escolheu o que para o mundo é insignificante, desprezado e o que nada é, para reduzir a nada o que é" (1Co 1.27,28). 
O Reino de Deus é vida no Espírito. "Pois o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo" (Rm 14.17). 

O ESPÍRITO SANTO GUIA APENAS OS FILHOS GENUÍNOS DE DEUS 

O Espírito Santo sempre recompensa a obediência. 
Não podemos enganá-lo. Não podemos manipulá-lo. Não podemos intimidá-lo. Ele recompensa os que aceitaram a Cristo como Senhor e Salvador, dando-lhes direção e instrução divina. "Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus" (Rm 8.14). 
Nosso compromisso com Cristo produz muito mais do que apenas vida eterna para o futuro. O Espírito Santo honra e celebra nossa vida em Cristo, porque Ele veio para testificar de Jesus e glorificá-l0. 
O leitor já se entregou totalmente a Jesus? Já decidiu segui-lo de todo o coração? Ele é a única Resposta. Não existe outra resposta para nossa vida além de Jesus. 

O ESPÍRITO SANTO NOS ADVERTE ANTECIPADAMENTE DE POSSÍVEIS PERIGOS 

O Espírito Santo é o nosso Protetor. 
Ele se importa com nossa segurança. Ele se importa com nossa paz de espírito. Ele não deseja que desperdicemos nossa vida e nosso tempo em lugares errados e com pessoas perigosas. 
Ninguém conhece o curso de nossa vida melhor do que o Espírito Santo. Por isso Paulo confiava nEle continuamente. O Espírito Santo avisou o apóstolo por intermédio dos profetas Ananias e Ágapo (At 9; 21). 

O ESPÍRITO SANTO SE ENTRISTECE COM CONVERSAS E COMPORTAMENTOS IMPRÓPRIOS 

O Espírito de Deus é santo. 
Ele dá importância às palavras. Ele dá importância às conversas. Ele observa nossa conduta e nosso comportamento continuamente. 
Ele retira Sua presença se ficar entristecido ou ofendido. Por isso o apóstolo Paulo fez a seguinte advertência notável: "Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês..." (Ef 4.29-32). 

O ESPÍRITO SANTO AVALIA CADA INSTANTE, CADA MOTIVAÇÃO E CADA ATITUDE NOSSA 

O Espírito Santo nos avalia. 
Ele analisa e monitora continuamente nossa motivação. "O SENHOR não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o SENHOR vê o coração. (1Sm 16.7). 
O Espírito Santo escolhe o momento certo para retirar nosso fardo quando estamos estressados demais. 
"Entregue suas preocupações ao SENHOR, e ele o susterá; jamais permitirá que o justo venha a cair" (Sl 55.22). 

O ESPÍRITO SANTO É INIMIGO DOS REBELDES 

O Espírito Santo tem uma característica um tanto perigosa: Ele pode tornar-se inimigo daqueles que insistem na rebeldia. 
A rebeldia enfurece o Espírito Santo. Ele é um exemplo da harmonia e da cooperação. Permanece em total acordo com o Filho e o Pai. A unidade é a marca registrada dEle. Conflitos o deixam irado. Ele é o Espírito da paz. Ele é o Espírito do amor. Ele é o Espírito de Cristo. 
O Espírito Santo sempre reage contra a rebeldia. (Is 63.9b,10). 

Oito fatos sobre a ofensa ao Espírito Santo: 


  • 1. Se ignoramos as palavras do Espírito todos os dias, nós o ofenderemos. (2Tm 2.15). 
  • 2. Conversas inúteis e impróprias o entristecem. ( 2Tm 2.16). 
  • 3. A resistência contínua ao Espírito Santo pode fazer com que Ele se torne nosso inimigo. (At 7.51). 
  • 4. Se ignorarmos as advertências do Espírito Santo, não haverá mais qualquer fonte de ajuda. (Hb 10.26,27). 
  • 5. Uma atitude desdenhosa e desprezível ao frequentar a casa de Deus ofende o Espírito Santo. (Hb 10.25). 
  • 6. Desenvolver relacionamento com pessoas rebeldes para com a verdade ofende o Espírito Santo. (Ef 5.11). 
  • 7. Qualquer palavra que não edifique e não fortaleça os outros pode entristecer o Espírito Santo. (Ef 4.29-32). 
  • 8. Permitir que pessoas nos enganem com erros e falsidades deixa o Espírito Santo furioso. (Ef 5.6,7).

SE FOR OFENDIDO, O ESPÍRITO SANTO PODE AFASTAR-SE 

Nunca devemos tratar a presença de Deus com displicência. 
"Então voltarei ao meu lugar até que eles admitam sua culpa. Eles buscarão a minha face; em sua necessidade eles me buscarão ansiosamente" (Os 5.15). Veja também (Ef 4.29-32). 
Lembremos sempre: o Espírito Santo pode afastar-se caso seja ofendido. 

O ESPÍRITO SANTO NOS FORTALECE QUANDO ESTAMOS FRACOS NA BATALHA 

O Espírito Santo concede poder.Quando o ataque espiritual nos deixa esgotados e vazios, e não conseguimos erguer-nos, o Espírito Santo age. "Ele fortalece o cansado e dá grande vigor ao que está sem forças..."(Is 40.29-31). 
As pessoas nos desgastam. As lutas nos deixam cansados. Temos de buscar o Espírito Santo para sermos rejuvenescidos. Não devemos mais procurar estímulos nas pessoas. Ele deve vir do Senhor. 

Jesus aparece aos discípulos na praia

JESUS APARECE AOS DISCÍPULOS NA PRAIA
Certa tarde, Simão Pedro, que havia regressado para a sua casa em Cafarnaum, disse a seis de seus amigos que estavam com ele (os filhos de Zebedeu, Tiago, o Menor, e João, Natanael, que Bartolomeu, Tomé, chamado Dídimo, e outros que não são citados): Vou pescar (Jo 21.3).
Como sempre, é Pedro o promotor, o propulsor, digamos assim, do grupo dos apóstolos. Ele se nos mostra uma vez mais com seu ardor e temperamento impetuoso. Seus companheiros aceitam o seu convite: Também nós vamos contigo (Jo 21.3), responderam.



Subiram, então, em um barco, e trabalharam toda a noite. Porém, mesmo sendo aquele um tempo favorável para pesca, não conseguiram apanhar nenhum peixe, conforme haviam conseguido em outra ocasião solene (Lc 5.4-11).
Quando amanheceu, Jesus surgiu na praia, porém eles não o reconheceram a princípio (assim havia acontecido com Maria Madalena e com os discípulos de Emaús). Jesus familiarmente perguntou: Filhos, tendes alguma coisa  de comer? Responderam-lhe: Não (Jo 21.5). A resposta negativa deles indicava o seu trabalho noturno mal-sucedido. Jesus então replicou: Lançai a rede à direita do braco, e achareis (Jo 21.6).
Os discípulos seguiram o conselho de seu desconhecido interlocutor e, no momento em que puxaram a rede, esta veio cheia de peixes, de forma que eles não podiam levantá-la. Já falamos anteriormente sobre cardumes de peixes do lago de Tiberíades (Mais sobre Tiberíades, AQUI). Jesus, por sua presciência sobrenatural, sabia que à direita do barco passava um daqueles cardumes enormes naquela hora.
O discípulo amado, ao testemunhar tão grande prodígio que lembrava aquele que fora realizado no mesmo lago por Jesus, teve um lampejo repentino: É o Senhor (Jo 21.7). Justo era que entre todos os apóstolos fosse ele quem primeiro reconhecesse Aquele que agia com amor ilimitado.
Simão Pedro ouviu esta observação de seu amigo e vestiu a toda pressa sua túnica por respeito ao divino Mestre, pois estava seminu, ao estilo dos pescadores (ele esticara a túnica até a cintura) e, impetuoso como era, jogou-se no lago e nadou até chegar à praia, onde estava Jesus.
Os demais apóstolos permaneceram no barco puxando lentamente a rede cheia de peixes. O evangelista observou que os discípulos estavam a uma distância aproximada de duzentos côvados da praia, ou seja, 105 metros. Quando chegaram à praia, viram umas brasas, e sobre elas havia um peixe. Também viram pão (Jo 21.9). É evidente que Jesus havia preparado aqueles alimentos milagrosamente. Trazei dos peixes que agora apanhastes (Jo 21.10), disse o Mestre aos apóstolos.
É bom observar que o Salvador não pediu aqueles peixes para juntá-los ao que já estava sobre as brasas. A continuação do relato mostra, com efeito, que a comida consistia unicamente no pão e nos peixes que apareceram ali milagrosamente.
Os peixes que Jesus pediu eram para ele. Representavam as almas que seus apóstolos ganhariam pelo mundo e que trariam com alegria para o reino de Cristo. Por sua vez, a comida expressa, segundo alguns antigos escritores a graça celestial que seria derramada como fruto do ofício desses pescadores espirituais.
Obedecendo a Jesus, Pedro subiu no barco, desatou a rede e começou arrastá-la até a terra, ajudando os outros apóstolos. Contaram 153 peixes, todos grandes. Então, Jesus disse aos apóstolos: Vinde, jantai (Jo 21.12a). Eles não haviam comido em nenhum momento da madrugada. Aquela frugal refeição matutina era, pois, símbolo das forças que ele ia conferir a seus amigos para os árduos trabalhos que em breve empreenderiam em sua seara.
O evangelista ressalta que ninguém se atreveu a perguntar: Quem és tu? Porque sabiam que era o Senhor (Jo 21.12b). Assumindo, pois, como antes de sua morte, o ofício do pai de família, o Salvador pegou o pão e o peixe, abençoou-os e os distribuiu entre os sete discípulos. Antes de comerem, Jesus deve ter pronunciado a bênção, mas o evangelista não a menciona.
Todos, e especialmente, Simão estavam envergonhados por causa de sua conduta durante a noite em que Jesus fora preso; eles o abandonaram. Depois que todos comeram, Jesus perguntou na presença dos outros apóstolos: Simão,filho de Jonas, amas-me mais do que estes? (Jo 21.15) Jesus queria que Pedro lhe dissesse que o amava de modo sublime e mais generoso do que todos os demais apóstolos. Era o que ele deveria responder quando Jesus lhe fizera esta pergunta tão eminente. O amor era algo justo para aquele que havia prometido que não abandonaria o Mestre ainda que todos o desamparassem, e que logo tão tristemente o negara.
Cristo exigiu um afeto maior, antes de conferir-lhe a honra de constar entre os líderes de sua Igreja. Por isso, perguntou pela segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? (Jo 21.16a) Ao fazer a pergunta pela segunda vez, Jesus empregou um verbo que denota o amor ágape, divino, que é mais firme e de natureza mais elevada. Pedro, no entanto, ao responder: Sim , Senhor, tu sabes que eu te amo (Jo 21.16b), empregou outro verbo que denota um afeto mais terno e ardente, porém mais humano. A conclusão é que Pedro não estava seguro de si mesmo, conforme queria o Mestre.
Contudo, quando Jesus perguntou pela terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? (Jo 21.17a), Pedro disse: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo (Jo 21.17b). A essa altura, o apóstolo, arrependido, não era o insensato petulante discípulo de outros tempos, mas um homem humilde e desconfiado de si mesmo. É provável que naquele momento tivesse sentido o peso de sua culpa por ter negado o Mestre por três vezes. E agora, também três vezes confessou publicamente que o amava com o amor ágape.
O que lhe disse então o Mestre? Apascenta (edifica, alimenta, defende, ergue, conforta, cura) as minhas ovelhas (Jo 21.17b). Jesus, naquele momento revestiu o apóstolo Pedro de graça e de autoridade do Espírito Santo para ele poder cuidar do rebanho. Estava agora preparando-o para torná-lo um dos líderes da Igreja, cujo fundamento inabalável é Cristo.
Mateus fala da aparição de Jesus ressurreto em um monte da Galileia (Mt 28.16-20), para onde provavelmente teriam sido convocados de antemão os discípulos, cujos nomes não são pronunciados. O narrador só menciona os onze apóstolos como testemunhas da aparição. Muitos exegetas identificam esta passagem com o trecho da primeira carta de Paulo aos Coríntios (1Co 15.6), onde ele fala que o Mestre foi visto uma vez por mais de 500 irmãos.

Os apóstolos são enviados ao mundo

No decorrer dos quarenta dias que transcorreram entre a ressurreição do Salvador e sua ascensão gloriosa, Jesus consolou os seus discípulos e continuou a educação que o Espírito Santo havia de coroar no dia de Pentecostes.
Advertidos por seu Mestre, os apóstolos voltaram da Galileia para Jerusalém. Foi lá que, poucas horas antes de subir ao céu, Jesus fez as suas últimas recomendações e deu as suas ordens posteriores, segundo escreveu Lucas no final de seu evangelho e no início do Atos dos Apóstolos (Lc 24.44-49; At 1.4-8). Lucas não nos poderia ter dado notícia mais espetacular do que esta.
O Salvador, recordando o tempo que vivera com seus apóstolos, trouxe-lhes à memória o que havia repetido para eles com tanta frequência: que se cumpririam as profecias do Antigo Testamento referentes a Ele. São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos.( Lc 24:44)
A Lei, os Profetas e os Salmos representam todo o Antigo Testamento, em  suas três grandes seções que contêm as profecias messiânicas. Sendo as Escrituras Sagradas de tanta importância e consideradas o fundamento para a doutrina cristã, Jesus, segundo escreveu o evangelista, citou-as com a finalidade de abrir o entendimento (Lc 24.45) de seus apóstolos para que eles fossem capazes de interpretar por si mesmos os Textos Sagrados.
E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos,
E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém.
E destas coisas sois vós testemunhas.
E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. (Lc 24.46-49)
Nesses versículos, vemos que Jesus continuou insistindo na necessidade de sua Paixão e morte, preditas com tanta claridade pelos profetas de Israel. Ele indicou que os apóstolos teriam de pregar em seu nome mensagens de arrependimento e remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. A capital judaica, considerada o centro da verdadeira religião, teria direito a este privilégio. A mensagem de salvação seria pregada dentro dos muros desta cidade e seria acompanhada de curas divinas, libertação espiritual e batismos com o Espírito Santo.
Alguns dos discípulos, então, fizeram a Jesus uma pergunta que naquele momento parecia inoportuna e estranha: Senhor, restaurará tu neste tempo o reino a Israel? (At 1.6) Eles se referiam ao reino do Messias tal como então sonhavam, segundo temos lido nos evangelhos.
TARSO. Antiga porta que os cristãos chamam de
porta do apóstolo Paulo. O apóstolo dos gentios foi o
responsável pela mais ampla e diversificada
internacionalização da mensagem de Cristo.
Era um reino puramente exterior e político, brilhante e fabuloso, cujos principais súditos seriam os descendentes de Abraão. Os pagãos só teriam direito de cidadania neste reino caso entrassem para o judaísmo, obedecendo às leis e às tradições desse povo. Só assim, eles conseguiriam escapar das sangrentas batalhas que libertariam os judeus.
Que entendimento imperfeito tinham aqueles discípulos sobre as instruções tão preciosas do Mestre! Jesus, então, respondeu: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. (At :7,8) [Leia sobre A Morte de Jesus, AQUI]

CHAVES PARA LIGAR NA TERRA E NO CÉU 

(*UMA CURIOSIDADE DO HEBRAICO BÍBLICO)

Em Mateus 16:19, Yeshua diz a seu discípulo Pedro que ele receberá as chaves do reino dos céus. Eles permitiriam que ele “ligasse” (ou proibisse) e “soltas” (ou permitisse) coisas na terra e isso seria feito no céu também.
“Eu te darei as chaves do reino dos céus; tudo o que você ligar na terra será ligado no céu, e tudo o que você soltar na terra será solto no céu. ” (Mateus 16:19)
Por trás do texto judaico-grego está um conceito hebraico do מַפְתְּחוֹת מַלְכוּת הַשָׁמָיִם (maftechot malchut hashamaim) - “chaves do reino dos céus”. O que essas chaves fazem? Nesse caso, “uma chave” eachתֵּחַ (mafteach) é uma ferramenta que abre a porta para o domínio de Deus. Em hebraico, פֶּתַח (petach) é "uma abertura". Em Mishna, פְּתִיחָה (peticha) é "uma introdução" (também uma abertura de algo que se segue). Ambas as palavras vêm do verbo "abrir" פָּתַח (patach). Por outro lado, o verbo hebraico “fechar” é סָגַר (sagar) e “travar” ou “prender” é נָעַל (naal). Nenhuma das palavras está relacionada à idéia de uma chave em hebraico, porque o principal objetivo de “uma chave” מַפְתֵּחַ (mafteach) não é trancar, mas “abrir” פָּתַח (patach) .
O apóstolo Pedro (sozinho ou como principal representante dos doze) tem o poder das chaves, mas essas chaves não são usadas para "trancar" o Céu, mas para abri-lo.(*Texto de Dr. Pinchas Shir - Publicado no Israel Bible Center - Categoria: Evangelhos Judeus)

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