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As Condições do FIM - Daniel 12

AS CONDIÇÕES DO FIM  - Daniel 12

[...] E haverá um tempo de angústia, qual nunca houve [...] (Dn 12.1)
AQUELE QUE AUXILIA EM MEIO À TRIBULAÇÃO
O arcanjo Miguel (12.1).
A EXTENSÃO DA TRIBULAÇÃO
Há três períodos de tempo especificados e listados abaixo, relativos à tribulação e eventos subsequentes.
1.260 dias (12.7) Uma referência ao pior momento da tribulação, seus últimos três anos e meio.
1.290 dias (12.11) Uma referência ao primeiro período e mais 30 dias adicionais,provavelmente necessários para conduzir os muitos julgamentos de judeus, gentios e anjos.
1.335 dias (12.12) Uma referência ao segundo período e mais 45 dias adicionais, provavelmente consumidos no preparo do governo milenar.
INTERESSE NA TRIBULAÇÃO
Tanto anjos como profetas do Antigo Testamento (12.5-8).
A SALVAÇÃO DURANTE A TRIBULAÇÃO
[...] Todo aquele que se achar escrito no livro (Dn 12.1). Muitos serão purificados, e embranquecidos [...] (Dn 12.10).
OS SINAIS PRENUNCIANDO A TRIBULAÇÃO
Um aumento na velocidade (12.4).
Um aumento no conhecimento (12.4).
AS RESSURREIÇÕES QUE SE SEGUIRÃO À TRIBULAÇÃO (12.2,3).
No começo do milênio.
A ressurreição dos santos do Antigo Testamento e da tribulação.
Ao final do milênio
A ressurreição de todos os mortos não salvos.

O Ministério de Miguel (Dn 12.1).

Miguel é o anjo da guarda de Israel.
Ele ajudará a libertar a nação israelita em meio ao pior momento da história humana desde a criação do mundo.
Jesus citou esse versículo ao falar sobre esse futuro momento infernal (veja Mt 24.21,22). Será Miguel quem expulsará Satanás dos céus durante a tribulação (Ap 12.7). Em seguida, esse herói celestial aparentemente ajudará um terço dos israelitas a escaparem do anticristo e a fugirem para Petra (veja Zc 13.8,9; Ap 12.14).
Esses israelitas já têm seus nomes no Livro da Vida do Cordeiro (veja também Êx 32.32; Sl 69.28; Mt 24.22; Lc 10.20; Ap 20.12).

As Duas Ressurreições (Dn 12.2,3).

Outras passagens do Antigo Testamento e do Novo Testamento deixam claro que essas duas ressurreições não ocorrem ao mesmo tempo, mas são separadas por um período de mil anos. (Veja O REINO DE CRISTO NO MILÊNIO) Nenhuma dessas duas ressurreições refere-se ao arrebatamento. [Ou seja, ao encontro com o SENHOR nos ares! Veja O ARREBATAMENTO, na interpretação do Hebraico Bíblico)
  • A ressurreição daqueles que ganharão a vida eterna. Isso ocorrerá no começo do milênio e incluirá todos os santos do Antigo Testamento, bem como aqueles martirizados durante a tribulação (veja Jó 19.25,26; Sl 49.15; Is 25.8; 26.19; Os 13.14; Hb 11.35; Ap 20.4,6). A recompensa de todos os conquistadores de almas justos é mencionado em Daniel 12.3.
  • A ressurreição daqueles que serão punidos com a vergonha e o desprezo eternos. Isso acontecerá depois do milênio e incluirá todas as pessoas descrentes que já viveram (veja Ap 20.5). Nosso Senhor resume essas duas ressurreições em João 5.28,29.

As Duas Profecias (Dn 12.4).Os Três Períodos de Tempo (Dn 12.5-13).

1.260 dias (um tempo, de tempos e metade de um tempo; veja Dn 12.7). Daniel vê dois outros anjos que estiveram ouvindo essa conferência profética conduzida pelo poderoso anjo junto ao idoso estadista. Os anjos mostram-se muito interessado no plano de Deus para a salvação (1Pe 1.12), tanto que um desses dois anjos pergunta subitamente quanto tempo a terrível tribulação profetizada durará (Dn 12.6). Nenhum dos dois, aparentemente, escutou os detalhes da visão das Setenta Semanas em Daniel 9.24-27.
O anjo poderoso informa-os que metade dessa horrível tribulação durará o quanto for necessário para quebrantar o orgulho e o poder dos judeus, os três anos e meio (Dn 12.7).
1.290 dias (Dn 12.11).
Esse período refere-se ao mesmo mencionado acima, mas lhe adiciona 30 dias. Parece-nos razoável concluir que esse mês acrescido será necessário para realizar o julgamento que separará os bodes das ovelhas, mencionado em Mateus 25.31-46. Contudo, isso não é certo.
1.335 dias (Dn 12.12).
Adiciona-se uma vez mais uma quantidade de dias sobre o período anterior. Agora são 45 sobre os 30 anteriormente acrescidos. Que necessidade ocupará esse momento? Talvez seja o tempo necessário para organizar as agências governamentais que farão vigorar o domínio de Cristo. O Dr. Franklin Logsdon explica esses 75 dias acrescidos aos três anos e meio:
Nós aqui, nos Estados Unidos, temos uma analogia nacional. O presidente é eleito no começo de novembro, mas não assume o cargo antes de 20 de Janeiro. Há um intervalo de 70 dias, durante o qual ele dedica-se à escolha dos membros de seu gabinete, de emissários estrangeiros e de outros que comporão seu governo. No período de 75 dias, entre o término da grande tribulação e coroação, o Rei da glória tratará de questões similares. (Profiles in Prophecy.p.81)

As quatro conclusões finais.

O poderoso anjo levanta suas duas mãos para os céus, atestando a veracidade de tudo o que foi dito (Dn 12.7). O gesto habitual de levantar a mão aos céus demonstrava solenidade e importância (veja Gn 14.22; Dt 32.40). Entretanto, nessa passagem, as duas mãos são erguidas (veja também Ap 10.1-6).
Muitos serão purificados (salvos) durante a tribulação (Dn 12.10); Isso inclui judeus e gentios (veja Ap 7.1-17).
Os ímpios, contudo, continuarão com seus hábitos pecaminosos (Dn 12.10; veja Ap 9.20,21; 11.9,10).
Daniel deveria preservar cuidadosamente seus escritos (Dn 12.4), mas o sentido pleno deles não lhe seria revelado até o glorioso dia em que o próprio profeta se levantasse ao lado dos jutos, à espera de sua herança (Dn 12.9,13). (Veja DANIEL)

JESUS sendo mal compreendido

JESUS É MAL COMPREENDIDO!

Jesus é mal compreendido pelos teólogos liberais. [Percebam as aberrações que se seguem!!!]

Rudolf Bultmann:
Eu realmente penso que, na atualidade, quase nada conseguimos saber em relação à vida e à personalidade de Jesus. [Sem noção!]
Hugh Schonfield:
Uma conspiração teve de ser organizada, na qual a própria vítima era a principal instigadora. Tratou-se de uma concepção e de uma realização torturante, cujas consequências indicam a lógica assustadora de uma mente doente. [Outro sem noção alguma!]

Jesus Cristo é mal compreendido pelas seitas.

A opinião das testemunhas de jeová: [Não merecem escritas em caixa alta]
O homem Jesus está morto, e morto para sempre.(*Charles Russel)[Quem tá morto para sempre é *ele! *Mente insana!]
A opinião da igreja mórmon: [Sem caixa alta!]
Jesus Cristo era polígamo; Maria e Marta, irmãs de Lázaro, eram esposas dele, bem como Maria Madalena seria outra. Ademais, as bodas de Caná da Galileia, onde Jesus transformou a água em vinho, foi um de Seus muitos casamentos. (Brigham Young)[Tenho certeza de que um verme infectou o cérebro dessa pessoa! E mais insanas são as mentes de quem os acompanham! Raças de víboras peçonhentas!!]
A opinião da ciência "cristã": [Não de caixa alta]
Deus é indivisível. Uma parte de Deus não poderia entrar no homem; nem a totalidade de Deus poderia refletir-se a partir de um único homem. (Mary Baker Eddy)[Com certeza deve ter sido contaminada com um vírus laboratorial! Não sabe quem é DEUS! Mente doente!]
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Jesus Cristo é mal compreendido pelas pessoas que acreditam na Bíblia.["acreditam", mas não conhecem a Verdade nela escrita!]

Atualmente, pregações exegéticas fortes, que ensinam sobre a vida de Cristo e são ministradas a partir de púlpitos tradicionais, estão quase totalmente extintas. O motivo para isso, aparentemente, pode ser o fato de que os liberais graduam-se na vida do Messias durante tanto tempo que os cristãos, agora, evitam falar dela, restando-nos apenas a preocupação com a Sua morte. Certamente, nenhum estudioso sincero da Bíblia negaria, nem por um segundo, que foi realmente a morte dele no Gólgota[Calvário] que nos redimiu. Nada poderia estar melhor afirmado na Bíblia do que essa preciosa Verdade. Mas, conforme os fatos relativos ao Bendito Salvador são analisados e desdobrados desde o livro de Atos dos Apóstolos até o Apocalipse, percebem-se, com maravilhamento, quantas vezes as epístolas levam o estudante de volta aos Evangelhos! 2Cortíntios 3.18; 4.8-11; Hebreus 12.1-3 e Filipenses 2.5-8, por exemplo, enfatizam tanto a vida de Jesus como a morte dele no Gólgota[Calvário]. Romanos 5.8-10 e 1Pedro 2.21 admoestam os cristãos a seguirem o exemplo de Jesus, para que estes tomem sua parte na glória do Messias.

Refazendo "os passos dele"?

Um dos livros religiosos mais famosos já escritos utilizou esse versículo como sua fundamentação e, em minha opinião, não o compreendeu corretamente. In His Step, de Charles M. Sheldon, vendeu mais de 30 milhões de edições. [Misericórdia pra quem leu!] Nesse romance , um grupo de cristãos decide viver um período no qual faria e falaria apenas o que Jesus teria dito ou falado. Contudo, é certo que Pedro não se refere a esse tipo de prática em 1Pedro 2.21. Na falta de outras razões, basta o caráter sobrenatural da vida de Jesus para perceber que esse feito era totalmente impossível. Por exemplo, imagine um cristão passeando por alguma praia do Oceano Atlântico quando, de repente, ele observa um barco ser ameaçado por uma tempestade marítima inesperada. Ele ouve os clamores dos navegantes desamparados e rapidamente pensa: o que Jesus faria? Sabemos, com exatidão, o que Ele teria feito em circunstâncias similares, segundo o testemunho de, pelo menos, duas outras ocasiões (veja Mt 8.26; Jo 6.19-21), mas quem poderia fazer o mesmo hoje? Além disso, Pedro não nos disse para refazermos os passos de Jesus, mas, sim, seguirmos Suas pisadas.
Quando usou a palavra grega traduzida por "exemplo", Pedro buscou uma ilustração comum ao tempo em que era garoto, em sua sala de aula. Esse termo significa, literalmente, "escrever sob" e era empregado para a tarefa escolar de copiar para estudar posteriormente. A criança, então, podia aprender a escrever traçando seus dedos sobre o exemplo escrito acima. Sendo assim, Pedro estaria admoestando todos os cristãos a estudarem e traçarem os vários passos dados pelo Salvador abençoado durante Seu ministério na terra.
Esses passos realmente constituem uma leitura interessante. O primeiro deles locomoveu-se da glória em direção a Belém. O segundo deslocou-se de Sua cidade natal a Jerusalém, quando Ele tinha oito anos, e assim por diante. O passo final moveu-se do monte das Oliveiras à glória, de onde Ele virá novamente.

A graça nos constitui [Percebam quão diferente é quando, de fato, conhecemos o SENHOR!]

Em 2Coríntios 3, Paulo ilustra como a graça nos constitui à semelhança de Cristo:
A mensagem da graça tem sua glória e ela nunca se apagará. Consequentemente, nenhum véu é necessário. Tal glória é representada por Cristo.
Portanto, à medida que estudam a vida de Cristo (a glória do Senhor, referida em 2Co 3.18, é Cristo, tal como provado em Jo 1.14), os cristãos transformam-se (em grego, metamorphoomai) pouco a pouco na Sua imagem. Desse modo, o propósito definitivo do cristão nessa terra é tornar-se tão semelhante a Jesus quanto possível!
Certamente, esse é também o objetivo derradeiro e divino a ser buscado ao longo de toda a eternidade, mas Ele deseja que esse processo inicie-se agora!
Se você quer ser como Cristo, olhe  para Ele. Se deseja crescer em graça, contemple Jesus. Você o encontra revelado na Palavra, então, leia a Bíblia e medite sobre tudo o que lê nela. "Reserve o tempo necessário para contemplá-Lo! Ao contemplarmos o Messias, iremos santificar-nos, pois todos nós, quando refletimos a glória da face revelada do Senhor, como em um espelho, somos transformados e transfigurados nessa mesma imagem, de glória em glória, por meio do próprio Espírito do Senhor".

BENDITO SEJA O SENHOR DEUS, NOSSO REI DO UNIVERSO, QUE NOS ABENÇOOU COM A VINDA DE NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO[YESHUA]! A ELE A GLÓRIA, A HONRA, O LOUVOR, O REINO, A MAJESTADE ETERNAMENTE, AMÉM!

O PROPÓSITO DA TENTAÇÃO DE JESUS

ENTÃO, QUAL FOI O PROPÓSITO DA SUA TENTAÇÃO?
Se é verdade que Jesus Cristo não poderia ter pecado, então, qual foi o propósito das Suas tentações?
O teólogo William Shedd faz uma distinção entre pecar e ser tentado:
Uma das objeções à doutrina da impecabilidade de Cristo é que ela é inconsistente com Sua capacidade de ser tentado. Ela diz que uma pessoa que não pode pecar não pode ser tentado a pecar. [Porém,] isso não é mais correto do que dizer que o fato de um exército não pode ser vencido não significa que ele não possa ser atacado. (Dogmatic Theology.2v.p.336)
A pergunta, porém, é: Se Cristo não podia pecar, então, qual foi o propósito das tentações no deserto? Aqui, é necessário observarmos que o propósito dessas tentações não foi ver se Cristo pecaria, mas sim provar que Ele não o faria. É possível um pequeno cachorro chihuahua atacar um grande leão, mas é impossível que a pequena criatura vença o grande felino.Um barco a remo pode declarar guerra a um poderoso navio de guerra equipado com armas nucleares, mas ele jamais poderá afundá-lo. O fato é que Jesus não podia pecar, mas ainda assim as tentações foram dolorosamente reais! Não podemos concluir simplesmente que onde o pecado não foi cometido a tentação não foi experimentada.
É importante considerarmos a tentação de Cristo à luz das Suas naturezas divina e humana.
A Pessoa de Cristo é considerada um grande mistério (1Tm 3.16). No entanto, somos convidados a explorar esse mistério de Cristo com a garantia de que um dia chegaremos ao conhecimento do mistério de Deus - Cristo (Cl 2.2). Aqui, o mistério está relacionado à maneira como as naturezas divina e humana de Cristo juntaram-se em uma única Pessoa inefável. A igreja apostólica teve dificuldade de desenvolver uma linguagem adequada para descrever, em primeiro lugar, o relacionamento entre Jesus e a divindade (Concílio de Niceia em 325 d.C.) e, em segundo lugar, o relacionamento entre a Sua natureza divina e a Sua natureza humana (Concílio de Calcedônia em 451 d.C.). Enquanto a Bíblia apresenta Jesus como sendo distinto de outros indivíduos, de Deus Pai e do Espírito Santo, Ele jamais é apresentado como sendo distinto de si mesmo enquanto pessoa divina ou enquanto pessoa humana. É o Deus-homem quem diz: Antes que Abraão existisse, eu sou (Jo 8.58). Jesus Cristo [homem] é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente [o divino] (Hb 13.8). Em nenhum outro ponto isso é mais importante do que na obra de Jesus com relação ao pecado. O Filho de Deus veio ao mundo como um ser humano real, para solucionar de uma vez por todas o problema do pecado. Isso inclui Sua obra expiatória na cruz, mas também Sua experiência com a tentação. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas em pecado (Hb 4.15). Esse texto me diz duas coisas: Jesus foi tentado, e Jesus não pecou.

Então, como devemos entender a tentação de Jesus?

Muitos desejam especular sobre a dinâmica pessoal da experiência de Jesus com a tentação. A Sua reação ao pecado teve como base Sua força de vontade ou Sua natureza santa como Deus? Nenhuma resposta satisfatória pode ser dada a essa pergunta, já que ela é a pergunta errada a fazer. Nas Escrituras, Jesus jamais é distinguido de si mesmo enquanto homem ou de si mesmo enquanto Deus. Ele é uma pessoa com duas naturezas. A pergunta só é relevante se nós imaginarmos que Ele era meramente humano (Socinianismo) ou que as naturezas podem ser divididas de algum modo (Nestorianismo). No entanto, seria apropriado inquirirmos sobre a experiência de Jesus com a tentação e a Sua reação a ela. De que maneira Jesus confrontou a tentação em Seu nível pessoal mais profundo? Temos uma pista em Sua oração no Getsêmani. Tentado com a possibilidade de evitar a cruz (um pecado), Jesus disse: Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres (Mt 26.39). Desprezando a vergonha da cruz, Jesus submeteu Sua vontade (humana e divina) à do Pai (Hb 12.2). Poderia ter sido diferente? Só se Ele não fosse a pessoa que afirmava ser. Então, qual foi o propósito da Sua tentação?

Duas ilustrações podem nos ajudar aqui:


  • Durante a ocupação do oeste americano, uma empresa ferroviária deparou-se com um problema. Uma ponte que se estendia sobre um profundo precipício ganhou a reputação de ser insegura. Depois de examinar cuidadosamente a ponte, oficiais ferroviários constataram que o temor era totalmente infundado, porém os rumores persistiam. Finalmente, eles decidiram formar um trem apenas de locomotivas pesadas. Durante um dia inteiro, enquanto centenas de pessoas observavam, esse trem atravessou repetidamente a ponte. Por que eles fizeram isso? Os engenheiros ferroviários realizaram essa experiência para ver se a ponte aguentaria ou para provar que ela aguentaria? A resposta óbvia aqui pode ser aplicada ao propósito das tentações de Cristo. O propósito era dar ao crente um Sumo Sacerdote experiente (veja Hb 2.18; 4.15).
  • Pergunta? Quão difícil seria dobrar um pedaço de 15cm de um arame tão fino como um fio de cabelo?  A resposta óbvia: qualquer criança conseguiria facilmente fazer isso. Mas, e se o arame fosse colocado dentro de uma barra de aço do tamanho de um tijolo? Ele ainda poderia ser dobrado? Sim, mas só se uma quantidade de força suficiente fosse aplicada ao mesmo tempo para envergar a barra de aço! Portanto, visto que a humanidade de Jesus (o arame) foi eternamente unida à Sua divindade (a barra de aço) em Belém, devemos concluir que a Sua natureza humana não podia ser dobrada sem que a Sua natureza divina fosse instantânea e igualmente afetada!

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