COSTUMES BÍBLICOS: O que é o Novo Testamento?

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O que é o Novo Testamento?

O QUE É O NOVO TESTAMENTO?
O Novo Testamento, como o Antigo, é uma coleção de livros. São 27 livros e cartas escritos num período de cerca de 50 anos, em estilos diferentes, por vários autores.
A história do AT abrange um período de cerca de 2.000 anos. Já a história do NT se passa num período de cerca de 100 anos, o primeiro século depois de Cristo, a época do Império Romano.
O AT conta a história de muitas pessoas, mas essencialmente é a história do povo de Israel. O NT destaca uma pessoa em especial, alguém que era membro daquele mesmo povo: Yeshua, o Messias
Todas as versões do Novo Testamento em língua portuguesa apresentam sua mensagem em uma estrutura linguística, cultural e teológica gentílica-cristã.
Ainda que o evangelho seja de origem judaica, ele não existe só para os judeus, mas também para os gentios. O próprio Novo Testamento deixa isso muito claro; (Rm 1.16; 3.29,30; 10.12) portanto, é apropriado que sua mensagem seja comunicada aos gentios para lhes impor o mínimo possível de outra bagagem cultural. (1Co 9.19-23) E esta abordagem tem sido bem-sucedida: milhões de gentios depositaram sua confiança no Deus de Abraão, Isaque e Jacó, e no Messias judeu, Yeshua.
Você não sabia? O Novo Testamento é um livro judaico. Entretanto, chegou o tempo de restaurar a judaicidade do Novo Testamento. Pois o Novo Testamento é, de fato, um livro judaico - escrito por judeus, que trata majoritariamente de judeus e que tem, por público-alvo, judeus e gentios. É correto adaptar um livro judeu para a melhor apreciação dos gentios, mas não ao preço de suprimir sua judaicidade inerente. Existe comunidades evangelísticas que consideram judeus e cristãos incompatíveis e completamente dissociados.
Entretanto, essa separação não pode existir. A figura central do Novo Testamento - Yeshua, o Messias - era um judeu nascido de judeus em Beit-Lechem (Belém de Judá), que cresceu entre os judeus em Natzeret (Nazaré da Galileia/Galil), ministrou aos judeus na Galil (Galileia), morreu e ressuscitou na capital judaica, Yerushalayim (Jerusalém) - tudo isso em Eretz-Yisra'el (Terra de Israel), a terra dada por Deus ao povo judeu. Além disso, Yeshua (Jesus) ainda é judeu, porque está vivo, e em nenhum lugar a Escritura afirma ou sugere que ele tenha cessado de ser judeu. Seus 12 seguidores mais íntimos eram judeus. Durante anos, todos os seus talmidim (discípulos) eram judeus, alcançando o número de "dezenas de milhares" só em Yerushalayim. (At 21.20) O Novo Testamento foi escrito inteiramente por judeus (ao que tudo indica, Lucas era um prosélito do judaísmo); e sua mensagem é dirigida "especialmente ao judeu, mas também ao não judeu". (Rm 1.16) Os judeus levaram o evangelho aos gentios; não foi o inverso. Sha'ul ("também conhecido por Paulo" [At 13.9]) o principal emissário aos não judeus, foi durante toda sua vida, um judeu praticante, com evidência o livro de Atos 16.3; 17.2;18.18; 20.16; 21.23-27; 23.7; 25.8; 28.17. De fato, a principal questão no início da comunidade messiânica (ou seja, a "igreja") não era se um judeu poderia crer em Yeshua, mas se um não judeu poderia se tornar cristão sem se converter ao judaísmo. (At 15.1-29 e toda a carta aos Gálatas) A expiação vicária (parágrafo ainda em edição)
Os quatro primeiro livros do NT são chamados de "Evangelhos". São quatro relatos complementares sobre a vida de Jesus, cada um de um autor diferente e com um propósito ou "ponto de vista" específico. Este "ponto de vista" tem a ver com os endereçados, ou seja, as pessoas para as quais o evangelista estava escrevendo.
O livro de Atos dos Apóstolos, que vem após os Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, é a segunda parte da história de Lucas. Esta obra conta como os primeiros seguidores de Jesus difundiram as boas novas do que ele havia feito, começando em Jerusalém e na província da Judéia e passando para o contexto mais amplo do oriente grego e do Império Romano.
Um personagem central nesta expansão é o apóstolo Paulo. Ele não era um dos 12 discípulos originais de Jesus. Na realidade, Paulo era radicalmente contra o que diziam sobre Jesus e sua ressurreição, até que um dramático encontro com o Jesus ressuscitado mudou completamente o seu modo de pensar e a sua vida.
Depois de Atos vêm as cartas. Treze delas trazem o nome do apóstolo Paulo. As demais foram escritas por outros seguidores próximos a Jesus. A maioria foi escrita para igrejas cristãs fundadas havia pouco tempo em diferentes lugares. Nelas, são esclarecidas dúvidas, são dadas maiores explicações a respeito do que Jesus fez, e mostra-se como a nova fé pode ser colocada em prática no dia a dia.
O último livro do NT é o Apocalipse. Ele pertence a um tipo especial de literatura denominada "apocalíptica" e lança o seu olhar para frente, para o triunfo final de Deus sobre o mal. Neste sentido, serve de incentivo para cristãos que vivem em tempos difíceis.
Jesus era um judeu. A igreja cristã começou na Palestina, e seus primeiros membros eram judeus. Para entender o NT, precisamos ter algum conhecimento da religião judaica da época de Jesus.
Os últimos profetas do AT viveram 400 anos ou mais antes de João Batista entrar em cena. E desde aquela época a religião judaica não ficou sendo exatamente a mesma. A religião clássica do Israel do AT evoluiu e veio a ser o que chamamos de judaísmo
No primeiro século da era cristã, havia judeus em todas as partes do mundo romano e até mesmo fora dele.
"Os Evangelhos contam a história de Jesus não apenas para relatar fatos interessantes sobre um personagem histórico. Eles a contam para que possamos descobrir as boas novas de como Jesus pode causar em nós um impacto que transforme a nossa vida" - Stephen Travis
As histórias de Jesus sobre o reino (Mateus 13.1 em diante)
As parábolas sobre o reino de Deus formam a terceira seção de ensinamentos em Mateus. Ao usar histórias, Jesus podia ensinar em vários níveis diferentes. Para aqueles que estão dispostos a pensar, há camadas de significado além da lição óbvia. As parábolas faziam separação entre os que vinham apenas ver milagres e os seguidores sérios que realmente queriam entender o ensinamento de Jesus. Ele contava suas histórias às multidões, mas retinha a explicação para seus discípulos. Havia tanta falta de entendimento quanto à natureza do reino que, contar suas histórias, Jesus só podia explicar um ponto de cada vez.
A primeira delas, do semeador (1-9, explicada em 18-23), descreve as diversas reações à mensagem de Jesus. As demais começam com as palavras: "O Reino dos céus é como..."
Vs.24-30: O trigo e o joio (explicada em 36-43). Esta história tem a ver com a mistura do bem e do mal nesta vida, mas que serão separados no dia do juízo.
Vs. 31-33: O grão de mostarda e o fermento. Pequeno no seu início, de forma silenciosa e despercebida o reino terá grande crescimento.
Vs. 44-45: O tesouro e a pérola. O reino é tão valioso que vale a pena dar tudo que temos para obtê-lo.
Vs. 47-50: A rede de pesca. Descreve a separação dos bons e dos maus no fim dos tempos.

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Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo;
Cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.
Filipenses 1:9-11

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