COSTUMES BÍBLICOS: Isaías caps. 40 ao 50 Página "D"

CURSO DE HEBRAICO BÍBLICO EM PORTUGUÊS

CURSO DE HEBRAICO BÍBLICO EM PORTUGUÊS
Curso Assíncrono de Português já está no ar! Não fique de fora! Aprofunde seu conhecimento! Entenda os pensamentos dos povos da Bíblia e porque Deus agiu de formas incompreensíveis para nós!

CURSO DE HEBRAICO BÍBLICO EM PORTUGUÊS

CURSO DE HEBRAICO BÍBLICO EM PORTUGUÊS
COMUNICAMOS AOS NOSSOS SEGUIDORES QUE A NOSSA PARCERIA EXCLUSIVA, ESTÁ DE VOLTA! 🤗E o que é mais incrível é que o IBC(Instituto Israel Bible Center) - (Instituto Israelense de Estudos Bíblicos) é CREDENCIADO pela Universidade Hebraica de Jerusalém! E VOCÊ AINDA RECEBE UM DESCONTO SUPER ESPECIAL se escrevendo pelo link da imagem acima! Revele os significados escondidos nas escrituras aprendendo idiomas bíblicos que permitem que você leia textos antigos como foram escritos séculos atrás.

Isaías caps. 40 ao 50 Página "D"

Is 40--50
Esperança para os exilados; O Servo do Senhor
Até este ponto o livro de Isaías preocupou-se mais com a ameaça da Assíria. O cap. 39 faz uma transição para o grande período seguinte, o tempo de domínio babilônico.
Em 587 a.C., Judá foi devastada pela segunda vez (a primeira foi em 598). O Templo foi destruído. A falsa esperança de que Deus protegeria Jerusalém em toda e qualquer circunstância foi desmascarada. Milhares foram exilados (Jr 52.28-30).
Is 40--55 dirige-se a estes exilados abatidos. Embora Deus os houvesse castigado, como tantas vezes advertira e como eles bem mereciam, ele ainda os amava. Eles podiam confiar nele.
Ao contrário dos outros "deuses", ele tinha o poder de ajudá-los e cumpria as suas promessas. (A Babiblônia foi conquistada por Ciro, rei da Pérsia, em 538 a.C.; veja 44.28--45.1.)
Estes capítulos são tão repletos de esperança e consolo que são conhecidos como "O Livro da Consolação de Israel". Também vislumbram uma realidade que transcende em muito as circunstâncias de Israel no século 6 a.C. Os capítulos anteriores falavam de um rei que havia de vir; estes falam de um "Servo" futuro que realizaria os propósitos de Deus, tendo que pagar um alto preço para tanto. O NT e os cristãos consideram a quarta "Canção do Servo" (52.13--53.12) uma notável descrição de Jesus.
Toda esta seção (Is 40--55) fala de forma tão enfática a respeito da salvação que Deus vai realizar que os cristãos entendem que aqui se tem em vista algo bem mais abrangente do que o resgate de Israel num determinado momento da história. Aqui aparece o firme propósito divino de salvar a humanidade da escravidão do pecado. Aqui Deus faz a promessa de uma nova vida para todos os que vêm a ele.
Is 40: Mensagem de consolo
Na angústia, há consolo para o povo de Deus: ele vem, como havia prometido (1-11; veja cap.35). Diante dele, os seres humanos mortais são como a erva do campo (6-8). No entanto, ele é manso e bondoso, cuidando do seu povo como um pastor cuida do seu rebanho (11).
O Deus de Israel é o Criador: incomparável, eterno (12-26). No entanto, jamais deixa de cuidar do seu povo (27-31).
Recebeu em dobro (2) Talvez no sentido de "plenamente".
Vs. 3-5 Estes versículos resumem a missão de João Batista (veja Lc 3.1-6). O v. 3 é citado (a partir do texto grego) em Mt 3.3.
Vs. 6-8 Veja Tg 1.10-11; 1Pe 1.24-25 (citando o texto grego).
V. 11 Veja também Ez 34. Jesus recorreu a esta ilustração, quando se apresentou como o bom pastor (veja Jo 10.11 e sua parábola da ovelha perdida em Lc 15.4-7).
Is 41: "Não fiquem com medo... eu os ajudarei"
Deus fala como se fosse um advogado severo ou oficial de justiça convocando as nações a comparecer no tribunal (1). Mas com o seu próprio povo ele é infinitamente amoroso e gentil (8-20). Ele está pronto para ajudar e o povo nada tem a temer.
Do oriente (2)... do norte (25) Is 44.28 dá o nome do novo conquistador: Ciro, o persa. (Para Israel, a rota era para o norte, depois para o leste).

"Alguém está gritando: "Preparem no deserto um caminho para o Senhor".
O cap. 40 de Isaías transmite esperança ao povo de Deus.
V. 4 Deus como Senhor da história é tema que se repete em Is 40--66.
Meu servo (9, ARA) Israel como servo de Deus é tema recorrente em Isaías. Veja, p.ex., 43.10.
Vs. 21-24 Deus convoca os deuses das nações - que nem deuses são - para uma prestação de contas. Eles não podem prever acontecimentos futuros, nem explicar o passado. Só Deus, o único Deus verdadeiro, pode fazer isto.
Is 42: Uma luz para as nações
Um novo tema começa a se desenvolver ao lado da previsão da queda da Babilônia: Deus quer abrir os olhos do mundo inteiro e levar a salvação a todos. Esta deveria ter sido, desde o princípio, a missão de Israel (Gn 22.18).
O cap. 42 começa de forma abrupta com "Eis aqui o meu servo". Não se diz quem é, ficando para o leitor a tarefa de descobrir. O servo é "Israel", e ao mesmo tempo uma outra pessoa (49.3-5). À medida que a descrição é ampliada, nos quatro "Cânticos do Servo" (42.1-4 (7); 49.1-6; 50.4-11; 52.13-53.12, fica evidente que nenhum povo ou nenhuma pessoa comum se encaixa nessa descrição.
Os escritores do NT não tinha nenhuma dúvida de que o servo previsto por Isaías, aquele que salvaria toda a humanidade ao sofrer em seu lugar, é Jesus Cristo (Mt 12.15-21). Eles afirmam isso com a autoridade do próprio Cristo (Mc 10.45; Lc 4.16-21; 22.37). Veja também At 8.32-35; 1Pe 2.21-24.
Deus apresenta o seu servo (1-4) e depois o comissiona (5-9). Um novo cântico segue-se ao anúncio das "coisas novas" que estavam por vir (10-13). É um cântico de louvor e um hino de batalha. Depois, Deus continua o seu discurso com novas promessas de auxílio (14-17) e um apelo para que, desta vez, seu povo ouça (18-20). Os exilados precisavam aprender a lição que sua experiência lhes ensinava (21-25).
 Is 43 Deus nunca deixa de amar o seu povo 
Durante todo o tempo de sofrimento, Deus estava ao lado de seu povo (2). Ele tornaria a libertá-los, simplesmente porque os amava (4-7). No v. 8, o cenário é novamente o tribunal (como no cap. 41): tanto Israel quanto as nações estavam sendo julgadas. Por sua constante desobediência, o povo perdeu qualquer direito em relação ao cuidado de Deus (22-24), mas mesmo assim ele os perdoa (25).
V.1 O povo foi criado quando Deus o tirou do Egito e fez uma aliança com ele no Sinai.
V. 16-17 A travessia do mar Vermelho, por ocasião da saída do Egito.
Is 44--45: O Senhor é o único Deus; a predição do retorno de Israel
Estes capítulos dão continuidade aos temas que permeiam toda a seção: Israel como servo de Deus, objeto do seu amor (44.1-5); Deus como Senhor da história, o único capaz de revelar o futuro (44.6-8); a tolice de adorar deuses sem vida (44.9-20); a promessa de que Deus libertará o seu povo.
Em 44.26--45.8 entramos em um novo estágio. A promessa ampla de que Deus resgataria seu povo se torna específica. No reinado de Ciro, Jerusalém e seu Templo seriam reconstruídos (veja comentário de Ed 1.1-4 e seguintes). Is 45.9-13: Deus responde àqueles que o questionam. No v. 20, voltamos ao tribunal.
Ciro (44.28) Será que Deus revelou o nome do rei com tanta antecedência? Sem dúvida ele podia fazer isto, embora as previsões do AT raramente sejam tão específicas (veja Js 6.26; 1Rs 16.34, por exemplo). Aqui em Isaías ele já reivindicou a condição de Senhor da história, o único capaz de realmente prever o futuro ou saber o significado do passado.
45.22-25 O amor de Deus se estende para além de Israel e alcança o mundo todo. O NT aplica o v. 23 diretamente a Cristo (veja Fp 2.10-11).
Is 46--47: A queda da orgulhosa Babilônia
Sobre a Babilônia, veja também caps. 13--14, página "A". O desmascaramento dos deuses pagãos atinge seu clímax na submissão passiva dos deuses babilônios Bel e Nebo. Estes ídolos mudos eram um peso nas costas dos seus adoradores. O deus verdadeiro carrega os fardos do seu povo e tem poder, não só para falar, mas também para agir. O cap. 47 (a exemplo de 14.4-21) é uma canção de zombaria ao ritmo de uma procissão fúnebre. Babilônia haveria de provar de seu próprio veneno: a mesma falta de misericórdia que tivera em relação aos outros seria manifestada em relação a ela.
47.1 A "virgem filha" é a cidade da Babilônia. Sobre "caldeus", veja 23.13 página "B".
Is 48: O amor paciente de Deus para com o Israel infiel
Da Babilônia, voltamos a Israel. Este capítulo é o clímax do que aconteceu antes, nos caps. 40--47. É um marco divisório na seção como um todo: os caps. 49--55 são a "parte dois". Há palavras duras para o povo de Deus. Teimosos, surdos para com Deus, desleais e rebeldes (4,8), eles mereceram tudo que sofreram. Os vs. 1-11 referem-se principalmente ao passado; os vs. 12-22, ao futuro. Tudo que Deus previu na história passada do povo se realizou (3-6). Agora ele vai falar de coisas novas (6,14). Deus sempre quis a paz para o seu povo (18), mas "para os perversos não há paz" (22). O momento de libertação havia chegado. Deus diz: "Saiam da Babilônia, fujam de lá!" (20).
V. 16 A maioria das versões inclui a frase hebraica que segue a citação. Esta frase pode ser uma declaração do profeta a respeito de si mesmo. Ou, então, é o servo do Senhor se apresentando como porta-voz de Deus que fala a partir do v. 17.
Is 49--50: "Eu não me esquecerei de você!"
A segunda parte da seção (40-55) começa com o segundo "Cântico do Servo" (49.1-6). O servo de Deus é Israel (3), mas é também alguém que traria Israel de volta (5). Os temas dominantes em 49.8--50.3 são consolo, compaixão e restauração.
No terceiro Cântico do Servo (50.4-9), pela primeira vez vemos indício de seu sofrimento e rejeição (6-7; veja cap. 53). Mas nada pode desviá-lo de sua missão.
50.1 Deus não havia se divorciado de sua "esposa" infiel, Israel; ele a levou de volta para casa com amor (veja Os 3.1; nesta mesma época em que Isaías profetizava em Judá, Oséias estava profetizando em Israel, o reino do Norte).
50.10-11 Esta parte final do Cântico refere-se à reação do povo.

Deus promete a seu povo rios e fontes de água, mesmo no deserto (Is 41). A água é símbolo da vida, benção e prosperidade.




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado por comentar! Fica na paz!
E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento,
Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo;
Cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.
Filipenses 1:9-11

Postagem em destaque

O Arcanjo Miguel e a disputa pelo corpo de Moisés

Miguel e o corpo de Moisés Uma passagem enigmática na carta de Judas diz: “Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e discutia ace...