Costumes Bíblicos: AMOR

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AMOR

AMOR
"Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros".
Para a maioria das pessoas, essas palavras do Evangelho de João (13.34-35) resumem a mensagem cristã. Elas aparecem no início do discurso em que Jesus se despediu de seus discípulos, antes de ser preso e morto. Elas se baseiam no grande exemplo de amor humilde e concreto que o próprio Jesus deu, quando assumiu o papel de servo e lavou os pés aos discípulos.
Esses capítulos (Jo 13--16) apresentam um grupo de discípulos que estavam ansioso com a possibilidade de perder Jesus e preocupado com o que lhes aconteceria na ausência dele. Assim, é significativo que Jesus enfatiza a base do seu compromisso cristão: amar uns aos outros.
Em vários momentos no Evangelho de João, Jesus aponta para os estreitos laços de amor que unem ao Pai celeste. O próprio Deus é amor, e ele é a fonte e medida de todo amor.
Pelo fato de amar o mundo, Deus enviou Jesus para ser o Salvador do mundo. E porque Jesus foi obediente à vontade de Deus, o seu Pai, este o ama e faz tudo que Jesus pede. Eles são completamente um naquilo que Jesus diz e faz.
Este é o tipo de discipulado que Jesus espera de seus seguidores. É como o conceito de aliança do AT, em que o Deus de amor faz acordo com outros e cumpre, comprometendo-se com aqueles que o amam num relacionamento que lembra o casamento.
PRINCIPAIS PASSAGENS SOBRE AMOR
Jo 13--17;
1Jo 4.7-21;
Mt 5.43-48;
Lc 10.25-37;
1Co 13;
Gl 5.22-23;
Êx 34.6-7
Espera-se, igualmente, que os seguidores de Cristo demonstrem amor para com aqueles que, em termos naturais, poderiam ser seus inimigos.
Lucas registra a parábola do bom samaritano, contada por Jesus em resposta a um Mestre da lei que, mesmo sabendo que Deus havia ordenado o amor ao próximo, perguntou: "Quem é o meu próximo?"
Os samaritanos e judeus se odiavam, mas, na história que contou, Jesus aprova as ações do samaritano  que ajudou aquele judeu que foi assaltado e deixado quase morto.
Paulo escreve que as exigências da lei do AT são cumpridas plenamente por aqueles que agem em amor. Em várias ocasiões ele coloca o amor ao lado da fé e da esperança como características essenciais do cristão - sendo o amor o maior dos três. Ele também descreve o amor como fruto do Espírito de Deus - um produto natural em todos os que têm a nova vida que Deus dá em Cristo.
"O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha;"

1 Coríntios 13:4-8
No entanto, assim como nós, as primeiras igrejas cristãs estavam longe de serem perfeitas. Os cristãos em Corinto consideravam-se especialmente "espirituais". Mas eram briguentos e tomavam partido com vários líderes diferentes e grupos dissidentes. Suas ações demonstravam que eles não haviam compreendido a atitude cristã básica de amor pelos outros.
No centro da sua primeira carta aos Corintos, Paulo descreve em detalhes como é o verdadeiro amor cristão. Ele mostra que, independentemente do grande conhecimento ou dom um cristão possui, a verdadeira medida de valor espiritual está no amor que se sacrifica pelos outros.

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