Costumes Bíblicos: JESUS, O SENHOR DA VIDA

CANAL DO SITE

JESUS, O SENHOR DA VIDA

Cristo é o Senhor da vida e o Homem perfeito, cujas mãos eram limpas. Para livrá-lo de Herodes, José e Maria levaram Jesus para o Egito, salvando-lhe a vida, de acordo com a orientação divina. Só assim Jesus poderia voltar a Israel e exercer a magnífica obra de redenção confiada a ele pelo Pai. Mais tarde, em vez de vingar-se, matando os criminosos, Jesus morreu por eles, dando-lhes oportunidade de arrepender-se e voltar-se para Deus.
O lamento de Raquel, uma das matriarcas de Israel, representa a dor e o clamor das mães das vítimas. Mas esse clamor não chegou aos ouvidos de Herodes. Ele acabava de retirar-se, presa de terríveis enfermidades, para as margens de Kalioy, junto ao mar Morto. Além disso, o coração dele não era sensível a clamores dessa natureza. O que poderia representar para Herodes a morte de vinte ou trinta filhos de pastores sem nome? Ele não poupou nem os seus próprios filhos, e o exercício de seu reinado se compôs, sobretudo, de atos criminosos.
Eram terríveis os sentimentos de terror e hostilidade que sua pessoa despertava. Seu cadáver foi trasladado com grandes pompas até o mausoléu do Herodium, o atual Djebel Fureidis, um imenso monte de terra dura, velado pelos ventos. A noroeste, a uns seis quilômetros de distância, está Belém e os ossos já pulverizados dos inocentes que ele mandou matar. Cabe, pois, aqui mais algumas informações e recapitulações de dados sobre Herodes, o Grande.



Toda a Judeia vivia, nos últimos anos de Herodes, numa espécie de cerco. Os fortes serviam não só contra inimigos, como também e especialmente para manter em submissão e respeito o próprio povo. Quem fosse levado como prisioneiro para Ricâmel, desapareceria para sempre de modo idêntico a João, na fortaleza de Maqueros (ou Maqueronte). Proibida era qualquer reunião, até mesmo uma caminhada em grupos.
Até os últimos dias de sua vida, Herodes soube granjear, por visitas e outros meios, o favor do imperador Augusto. No ano 30 a.C., procurou-o na ilha de Rodes; depois o recebeu em Ptolemaida, já em solo palestinense, seguindo-o até o Egito. No ano 20 a.C., estando Augusto na Síria, foi prestar-lhe suas homenagens; no ano 18 a.C., foi novamente a Roma, a pretexto de buscar seus filhos Alexandre e Aristóbulo, educados em casa de Assíneo Pólio, perto da corte imperial. No ano 12 a.C., procurou mais uma vez o imperador em Aquileia, para acusar os próprios filhos Alexandre e Aristóbulo. Sendo Menênio Agripa muito estimado por Augusto, Herodes tudo fez para obter a amizade de Agripa, multiplicando-se entre as visitas e as conversas.
Herodes não gozou por longo tempo da fictícia segurança que ele havia procurado com sua conduta repugnante. De acordo com Josefo, o monarca morreu em princípios de abril do ano 750 de Roma, o que equivale ao ano 4 antes do início da era cristã, muito pouco depois daquela inútil crueldade em Belém. Ele tinha, então, 70 anos e havia reinado trinta e sete. Não se pode ver menos do que a mão vingadora de Deus nos horrorosos sofrimentos que Herodes teve de suportar durante a enfermidade que o levou ao sepulcro.
Conta o historiador Josefo:
Um fogo interior o consumia lentamente. Por causa das horríveis dores no ventre que ele sentia, era impossível matar a fome ou ingerir qualquer alimento. Quando estava de pé, não podia respirar. Seu fôlego exalava odor de podre, e em todos os seus membros ele experimentava continuamente câimbras. Sentindo que já não seria curado, foi colhido de amarga raiva, porque supunha, e com razão, que todos iam alegrar-se com a sua morte. Mandou, pois, que se juntassem no anfiteatro de Jericó os personagens mais ilustres e ordenou à sua irmã Salomé que os degolasse assim que ele exalasse o último suspiro, para que não faltasse lágrimas na ocasião de sua morte.
Afortunadamente, Salomé não executou esta ordem. Como suas dores aumentavam momento após momento e ele estava atormentado pela fome, Herodes quis dar em si mesmo uma punhalada, mas o impediram. Ele morreu, finalmente, no ano 37 do seu reinado.

Herodium (foto) Haaretz disse que o túmulo foi encontrado pelo arqueólogo Ehud Netzer, um professor da Universidade Hebraica que trabalha na Herodium desde 1972. O jornal disse que o túmulo estava em uma área anteriormente inexplorada entre os dois palácios que Herodes construiu no local. Herodes morreu em 4 aC em Jericó.
Herodes foi sepultado com funerais esplêndidos. Um cortejo verdadeiramente real o conduziu de Jericó ao Herodium, em uma cama de ouro. Seu cadáver vestido de púrpura e adornado com pedras preciosas, ostentando cetro e coroa, tinha ao redor vários servos queimando incenso. Mas a maldição de seu povo e a de Deus pesavam sobre ele.

TÚMULO DE HERODES REVELADO AO MUNDO(*)

Ao fim de 35 anos de trabalho, o arqueólogo israelita Ehud Netzer, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica de Jerusalém, realizou o sonho de uma vida: descobriu e acaba de revelar ao Mundo o mausoléu que encerra o túmulo do rei Herodes, nascido em 73 a. C. e falecido no ano 4 a. C.
Ehud Netzer
Construído numa montanha rochosa – o Monte Heródio –, o mausoléu fica a 15 quilómetros de Jerusalém, às portas do deserto, integra-se num complexo monumentístico impressionante e só é acessível graças a um grande lanço de escadas (de seis metros e meio de largura), mandado construir propositadamente para o cortejo fúnebre do rei.
Ehud Netzer
Claro que, ao longo dos anos, o local foi sistematicamente pilhado (sobretudo durante o primeiro século da era cristã, por grupos de judeus revoltados contra a ocupação romana) e ontem aquilo que Netzer apresentou ao Mundo foram centenas de pedaços do que teria sido, em tempos, um sarcófago esplendoroso. Ainda assim, nada consegue diminuir a felicidade deste homem que começou a interessar-se por Herodes na década de 60 e que iniciou este processo arqueológico em 1972, alertado por um livro do historiador judaico-romano Flavio Josefo.As investigações começaram inicialmente numa escala muito modesta e, ao longo dos anos, sofreram vários revezes. Na década de 80, os trabalhos tiveram de parar por causa da Intifada. Retomados em 1997, tiveram nova paragem em 2000, recomeçando em 2005. Actualmente, Netzer é um dos maiores especialistas mundiais em arquitectura do período de Herodes, rei nomeado pelos romanos para governar a Judeia entre 37 a 4 a.C. e que se lançou num ambicioso programa de construções monumentais com vista a perpetuar o seu nome.

UM REI QUE FICOU NA HISTÓRIA

Responsável pela construção das cidades de Cesareia e Sebastia, pelas fortalezas de Heródio e Massada e pela reconstrução do Templo de Jerusalém, Herodes decidiu fazer-se enterrar em Heródio por razões sentimentais: teve um acidente aparatoso no local, mas saiu praticamente incólume dos destroços. Mais de dois mil anos após a sua morte, Netzer descobriu, no meio das ruínas de Heródio, um belíssimo sarcófago de dois metros e meio de comprimento, construído em calcário avermelhado e decorado com rosetas. Segundo o especialista, só pode ser o túmulo do monarca. “É um sarcófago que não se encontra facilmente: é muito especial”, garantiu, em conferência. (*Compartilhado Judaísmo Messiânico,publicação original autor desconhecido)
Ao ordenar que José fugisse para o Egito, o mensageiro celestial que lhe aparecera em sonhos havia lhe anunciado que ele seria informado quando chegasse o momento de voltar à Palestina (Mt 2.13). E foi o que aconteceu. Quando o tirano morreu, um anjo revelou a José em sonho que o tempo de sua volta havia chegado, ordenando-lhe: Levanta-te, e toma o menino e sua mãe, e vai para a terra de Israel, porque já estão mortos os que procuravam a morte do menino (Mt 2.20). José se levantou, pegou Jesus e Maria, e voltou para a Palestina louvando a Deus.
Depois de mencionar este feliz acontecimento, Mateus citou outra passagem do Antigo Testamento na qual viu a figuração profética da volta de Jesus ao solo da Terra Santa. A permanência de Jesus no desterro estava dentro da intenção divina, para que se cumprisse o anunciado pelo profeta Oséias: Do Egito chamei a meu filho (Os 11.1).
O profeta acabava de descrever com enérgico traços a ingratidão de Israel para com o seu Deus. Aos contínuos atos de idolatria e às inumeráveis desobediências ao Senhor havia contraposto o Seu amor infatigável. Como prova deste amor paternal, Ele lembra a libertação do jugo dos egípcios, aquele grande acontecimento com o qual se inaugurou a história dos hebreus como nação privilegiada do céu: Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei a meu filho (Os 11.1).
O que em outro tempo havia acontecido com Israel, a quem o Senhor se dignara de chamar de filho dele em sentido figurado, acabava de acontecer também com Jesus, o Filho de Deus no sentido mais completo da palavra. O destino do filho adotivo havia sido deste modo uma tipificação do Filho verdadeiro: conduzidos Israel e Jesus ao Egito, ambos foram retirados dali em singulares circunstâncias, que têm entre si mais de uma analogia. O paralelo histórico sublinhado pelo evangelista não necessita, pois, de fundamento.
Encaminhado por Deus até a Galileia, José não teve dúvidas acerca do lugar onde haveria de estabelecer-se, pois já antes do nascimento de Jesus tinha vivido com Maria em Nazaré. Ali, pois, ele fixaria definitivamente sua residência, e Jesus poderia crescer em paz depois de tantos perigos e fadigas.
E cresceu Jesus, com tanta graça e beleza, que todos que O ouvia, se maravilhavam de Sua doutrina! (Mt 7.28; 13.54; 22.33; Lc 4.32; Mc 6.2; 11.18; At 13.12)

Veja mais sobre a Pessoa de JESUS  


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado por comentar! Fica na paz!
E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento,
Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo;
Cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.
Filipenses 1:9-11

DESTAQUE NO SITE

A Criação

A CRIAÇÃO Na assembleia da eternidade passada, a decisão divina foi tomada. E, até hoje, os anjos e os mortais tendem a se sobres...