Costumes Bíblicos: Acaz à Zedequias

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Acaz à Zedequias

ACAZ (732 a.C. -- 715 a.C.)
Reinado: 16 anos
Escrituras: 2Rs 16.1-20; 2Cr 28.1-27
Ele foi provavelmente o segundo pior rei de Judá.
Sacrificou os próprios filhos para deuses demoníacos.
Foi a primeira pessoas a ouvir sobre a virgem que daria à luz (veja Is 7.1-25).
Ordenou a construção de um altar assírio pagão e colocou-o no templo, para que isso agradasse Tiglate-Pileser.

EZEQUIAS (715 a.C. -- 686 a.C.)

Reinado: 29 anos
Escrituras: 2Rs 18.1 -- 20.21; 2Cr 29.1 -- 32.22
Foi o segundo melhor rei de Judá e o mais rico de todos.
Consertou o Templo, organizou um grupo orquestral e estabeleceu um coro de levitas.
Organizou a maior celebração de Páscoa desde Salomão.
Viu o anjo da morte derrotar os inimigos assírios que cercavam Jerusalém.
Foi sobrenaturalmente curado de uma doença terminal e recebeu 15 anos adicionais de vida.
Adicionou 15 Salmos ao cânone do Antigo Testamento.
Imprudentemente, demonstrou a riqueza de Judá para intrometidos embaixadores babilônios.

MANASSÉS (697 a.C. -- 642 a.C.)

Reinado: 55 anos
Escrituras: 2Rs 21.1-18; 2Cr 33.1-20
Ele governou por mais tempo do que qualquer outro rei do norte ou do sul.
Foi o mais impiedoso rei de todos.
Viveu um renascimento enquanto estava em uma prisão inimiga.

AMOM (642 a.C. -- 640 a.C.)

Reinado: 2 anos
Escrituras: 2Rs 21.19-26; 2Cr 33.21-25
Ele era ímpio como Manassés, seu pai, mas não se arrependeu como este fez.
Foi executado por seus próprios empregados domésticos.

JOSIAS (640 a.C. -- 609 a.C.)

Reinado: 31 anos
Escrituras: 2Rs 22.1-23; 2Cr 34.1 -- 35.27
Foi o mais piedoso rei desde Davi.
Foi também o último rei piedoso de Judá.
No começo de seu reinado, o livro de Moisés foi acidentalmente descoberto entre resíduos do Templo.
Ele empregou o livro descoberto para liderar Judá em grande reavivamento.
Também conduziu uma celebração de Páscoa ainda maior do que aquela que Ezequias, seu tataravô, fizera.
Cumpriu uma profecia de 300 anos de idade (compare 1Rs 13.1,2 com 2Rs 23.15).
Foi morto em batalha contra os egípcios.

JOACAZ (609 a.C.)

Reinado: 3 meses
Escrituras: 2Rs 23.31-33; 2Cr 36.1-4
Era o filho do meio de Josias.
Foi deposto depois de apenas 90 dias pelo Faraó que matara seu pai.
Foi levado para o cativeiro no Egito onde acabou morrendo.

JEOAQUIM (609 a.C. -- 598 a.C.)

Reinado: 11 anos
Escrituras 2Rs 23.34 -- 24.5; 2Cr 35.6-7
Era o irmão mais velho de Joacaz.
Foi colocado no trono pelo faraó do Egito.
Ele tornou-se um vassalo de Nabucodonosor depois que os babilônios derrotaram os egípcios.
Era inteiramente materialista e egocêntrico. Pode ser considerado o terceiro pior rei de Judá.
Assassinou os inocentes.
Perseguiu Jeremias
Queimou uma cópia de partes da Palavra de Deus (veja Jr 36.22-32).
Viveu a primeira das três temidas "visitas" que Nabucodonosor fez à cidade de Jerusalém.
Durante essa visita (606 a.C.), Daniel e outros jovens judeus foram levados para o cativeiro.
Depois de morrer, ele foi enterrado como um jumento, tal como Jeremias havia profetizado.

JOAQUIM ( 597 a.C.)

Reinado: 3 meses
Escrituras: 2Rs 24.6-16; 2Cr 36.8-10
Era filho de Jeoaquim e neto de Josias.
Ficou sujeito a uma maldição de Deus segundo a qual seus filhos não se sentariam no trono de Judá.
Tanto Ezequiel (Ez 19.5-9) como Jeremias (Jr 22.24-26) predisseram que ele seria levado para o cativeiro na Babilônia.
Isso acabou acontecendo durante a segunda "visita" de Nabucodonosor a Jerusalém em 597 a.C. Ezequiel também foi levado nessa ocasião.
Ao final, ele morreu na Babilônia.

ZEDEQUIAS (597 a.C. -- 586 a.C.)

Reinado: 11 anos
Escrituras: 2Rs 24.17 -- 25.30; 2Cr 36.10-21
Era o filho mais novo de Josias e tio de Joaquim.
Jeremias foi perseguido durante seu reinado.
Ele rebelou-se contra a Babilônia e contra o Egito.
Foi capturado, preso e levado para o cativeiro babilônico por Nabucodonosor.
Jerusalém foi inteiramente incendiada, e o Templo foi destruído por completo nesse tempo.
Zedequias imprudentemente recusou o conselho de Jeremias e rebelou-se contra Nabucodonosor, mesmo tendo feito antes um juramento de lealdade (2Cr 36.13). O regente da Babilônia levantou-se contra o rei judeu para esmagar a revolta de Judá. Por 30 meses, Jerusalém resistiu. Contudo, em 18 de julho de 586 a.C., a Cidade Sagrada ruiu totalmente. Durante a noite final, Zedequias tentou escapar, mas foi capturado próximo a Jericó e levado de volta para Nabucodonosor, para que fosse punido. O último regente de Judá foi forçado a testemunhar a execução de seus próprios filhos e, em seguida, teve seus olhos arrancados. Por fim, foi acorrentado e levado para a Babilônia, onde morreu (Jr 39.1-7; 52.4-11).
NOTA: Jeremias avisara a Zedequias que o rei judeu estaria diante de Nabucodonosor e olharia nos próprios olhos do monarca babilônio (Jr 32.4; 34.3). Todavia, Ezequiel profetizou que Zedequias não veria a Babilônia com seus olhos (Ez 12.6,12,13). Essas profecias horríveis tornaram-se verdadeiras.
Durante o mês de agosto de 586 a.C., o capitão da guarda de Nabucodonosor, Nebuzaradã, incendiou o Templo junto com outros prédios públicos e privados. As muralhas de Jerusalém foram derrubadas (Jr 52.12-23).
Logo, Nabucodonosor ordenou a execução do sumo sacerdote Seraías junto com outros 73 oficiais do primeiro escalão. O exílio de Judá completou-se (Jr 52.24-27). Dessa data até 14 de maio de 1948, Israel não existiu como nação.

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