COSTUMES BÍBLICOS

AVIVAMENTO E SANTIDADE

AVIVAMENTO
Profeta: A falta dele corresponde à ausência de avivamento. É necessário um que receba a Palavra de Deus e que tenha coragem diante dos poderosos deste mundo e autoridade sobre o povo: 1Rs 18.22.
Altar: é uma palavra associada à toda a Escritura. Na situação relatada no texto de 1Rs 18, ele foi construído com 12 pedras, o que representa a união e a colaboração dos 12 apóstolos. Para que haja avivamento, o altar precisa ser reparado e não pode estar contaminado: 1Rs 18.31-33.
Cântaro: Elias enfrentou um grande desafio: conseguir cântaros de água em tempo de grave crise de seca. Estes 4 cântaros podem simbolizar a gratidão, a adoração, a fé e a esperança: 1Rs 18.34,35.
Mão: Precisamos da mão que vem de cima. Ela é a mão que criou o homem, que fez milagres no Egito e que foi pedida pelos apóstolos: 1Rs 18.44; At 4.31.
Conclusão: quando estas 4 chaves foram utilizadas, caiu abundante chuva sobre a terra.
Todo verdadeiro avivamento tem a marca da SANTIDADE: Is 11.9; Jl 2.1; 1Pe 1.16.
Biblicamente, santidade é uma separação, uma entrega total a Deus: Ap 22.11.
Santidade nunca foi nem será a escravidão a costumes e sistemas, ou a regras e preceitos, mas a oferta integral de um filho que decide lançar-se nos braços do Pai: Hb 3.2.
A falta de santidade que se nota hoje na Igreja de Cristo é resultado da falta de humilhação. Muitos se esquecem do que é dito em 2Cr 7.14. Volte ao princípio deste versículo: se o meu povo... se humilhar...
Como declarou James Burns, "avivamento significa humilhação, um reconhecimento de nossas falhas, um coração aberto para confessar, uma decisão de abandonar a vida de egoísmo e a negligência da cruz e, finalmente, a volta para uma vida de real renúncia, de permanente consagração".

Alguns efeitos do avivamento:

Ele nos deixa cheios de apetite pela Palavra: Sl 119; Hb 3.2.
Ele nos torna submissos ao senhorio de Cristo: Gl 2.20.
Ele nos cria uma solidariedade pelo evangelismo: At 1.8; 2Co 2.14,15.
Ele nos torna sensíveis à atuação do Espírito Santo: Sl 42.2; At 2.38.

Resultados do avivamento:

Nova obediência.
Novas iniciativas.
Nova direção.
Nova determinação.
Nova atmosfera espiritual.
Nova ousadia.
Referência bíblica: At 2

Avivamento produz sinais

A Palavra de Deus crescia: At 11.19.
O número dos discípulos se multiplicava: At 6.9,10.
Grande parte dos sacerdotes obedecia a fé: At 6.5.

CONSTRUINDO UM TEMPLO DOS HOMENS (*EXTRA-BÍBLICO)

Este é um trecho de um dos pergaminhos de Qumran, escrito por um membro da comunidade de judeus que optou por se isolar no deserto em frente ao Mar Morto. O texto pertence ao começo do primeiro século EC e fala da compreensão da comunidade sobre a verdadeira morada de Deus. O pergaminho fala de Deus construindo um “templo dos homens” (מקדש אדם) que não pode ser destruído ou contaminado por estrangeiros. Considere isso como paralelo à idéia do NT de o templo ser feito de seres humanos (1 Cor 3:16, Ef 2:21). A passagem maior é um Midrash em 2 Sam 7 e Sl 1, que fala a tenda caída de Davi e a promessa da semente, o próprio Messias.
1 [um] inimigo mais [o ferirá], 2 Sam 7:10 [nem] um filho da iniqüidade [o afligirá] novamente [como antes]. Desde o dia em que 2 [designei juízes] sobre o meu povo, Israel ». Isto (refere-se) à casa que [ele estabelecerá] para [ele] nos últimos dias, como está escrito no livro de 3 [Moisés: Êx 15: 17–18 «O templo de] YHWH suas mãos estarão [ a] abençoando. YHWH reinará para todo o sempre ». Isto (refere-se) à casa na qual nunca entrará4 [... para sempre] um amonita, um moabita, ou um bastardo, ou um estrangeiro, ou um prosélito, nunca, porque seus santos estão lá.
5 «Y [HW] H [reinará para sempre]». Ele aparecerá sobre isso para sempre; os estrangeiros não devem mais desperdiçá-lo como eles destruíram, no passado, 6 o templo de Israel por causa de seus pecados. E ele ordenou que construísse para si um templo do homem, para lhe oferecer 7 obras de ação de graças diante dele. E quanto ao que ele disse a Davi: 2 Sm 7:11 «Eu te darei [descanso] de todos os seus inimigos»: (refere-se a isso) que ele obterá para eles descanso de um [ll] (Tradução do 4T174 Martı́nez e Tigchelaar)
O texto em [] é uma reconstrução e está ausente no pergaminho original.
(*Texto Por Pinchas Shir publicado originalmente em Israel Bible Weekly - Editado por Costumes Bíblicos)

A origem das nações

A ORIGEM DAS NAÇÕES
O mundo antigo era então colonizado pelos descendentes dos três filhos de Noé.
1. Os descendentes de Jafé (Gn 10.2-5).
Alguns de seus descendentes e os povos que eles teriam fundado seriam:
Gomer (Alemanha).
Magogue, Tubal e Meseque (Rússia).
Madai (Pérsia).
Javã (Grécia).
Tiras (Itália).
Togarma (Armênia).
Társis (Espanha).
Quitim (Chipre).
2. Os descendentes de Cam (Gn 10.6-20).
Alguns de seus descendentes e os povos que eles teriam fundado seriam:
Cuxe (Etiópia).
Mizraim (Egito).
Pute (África).
Canaã (os cananeus da Palestina).
Ninrode (Babilônia e Assíria).
Sidom (Fenícia).
Hete (os hititas).
Jebus (os jebuseus, ocupantes de Jerusalém antes do reinado de Davi).
Casluim (os filisteus).
Sin (possível fundador dos povos asiáticos da China, Japão, Índia etc.).
3. Os descendentes de Sem (Gn 10.21-31; 11.10-32).
Por intermédio de Abraão, Isaque e Jacó: a nação israelita.
Por intermédio de Abraão, Ismael e Esaú: os países árabes do Oriente Médio.
O antropólogo Arthur Custance escreve:
Assim, concluímos que, da família de Noé, originaram-se todos os povos do mundo, pré-históricos e históricos. Os eventos descritos relativos a Gênesis 6--10 e particularmente as afirmações proféticas do próprio Noé em Gênesis 9.25-28, com respeito ao futuro de seus - Sem, Cam e Jafé -, articulam-se conjuntamente para prover-nos a descrição mais razoável da primeira história da humanidade, uma história que, corretamente compreendida, não requer de forma alguma que acreditemos ser o homem moderno começado com a estatura de um símio e que só alcançou a condição civilizada depois de um longo percurso evolucionário. Pelo contrário, ela mostra-nos que esse homem teve um começo certo por intermédio de uma única família, que espalhou por uma terra não povoada o legado acumulado do mundo antes do dilúvio. (Genesis and Early Man.p.56).

O SIGNIFICADO DO NOME DE NOÉ (*CURIOSIDADES DO HEBRAICO BÍBLICO)

Os significados dos nomes hebraicos da Bíblia podem revelar aspectos do caráter ou da vontade de Deus, destacar verdades teológicas importantes e fornecer informações sobre a narrativa bíblica. Os leitores hebraicos originais das Escrituras teriam notado que o nome de Noé tanto prevê o plano de salvação do Senhor contra o dilúvio, como também enfatiza o desejo divino de os humanos descansarem na segurança de Deus.
Segundo o Gênesis, embora a grande maioria da humanidade tenha se tornado extremamente iníqua, "Noé encontrou graça aos olhos do Senhor" (6: 8). Em hebraico, o nome “Noé” ( ach ; Noach ) vem de uma palavra que significa “descansar” ( נוּחַ ; nuach ). Assim, mesmo antes de lermos sobre Noé construindo uma arca para escapar de um dilúvio vindouro, o nome de Noé prenuncia o fato de que Deus usará a arca para salvá-lo. Após o dilúvio, o texto diz: "No final de 150 dias as águas haviam diminuído e, no sétimo mês, no décimo sétimo dia do mês, a arca parou ( ּחַוּחַ ; nuach ) nas montanhas de Ararat" (Gênesis 8: 4).Na medida em que o nome de Noé significa "descanso" e a arca "descansa" após o dilúvio, o autor bíblico fornece um jogo de palavras em hebraico que ressalta a capacidade de Deus de fornecer Noé e sua família um descanso salvífico.
O descanso da arca no “sétimo mês” lembra o descanso de Deus na conclusão da criação e a instituição do sábado no sétimo dia : “Seis dias você trabalhará e fará todo o seu trabalho, mas o sétimo dia é um sábado para o Senhor teu Deus Pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que havia neles, e descansou ( ּחַוּחַ ; nuach ) no sétimo dia. ”(Êx 20: 9, 11). O nome de Noé reafirma o descanso inicial de Deus na criação - a base do mandamento de Deus para o descanso de Israel - e oferece um vislumbre de como Deus trará a salvação da destruição quando a arca de Noé encontrar seu descanso final.
(*Este texto é parte de um artigo publicado originalmente por  Dr. Nicholas J. Schaser em Israel Bible Weekly - Editado aqui por Costumes Bíblicos)

A salvação e o Antigo Testamento

Ela era inteiramente baseada na obra de Cristo. A graça era recebida de forma indireta. Os crentes não sabiam como aquela graça havia sido produzida. Ela fora produzida pela futura morte de Cristo. A graça era mediada por sacerdotes e ritos sacrificiais; ela não vinha por meio de um relacionamento pessoal e direto com Cristo. O Espírito Santo ainda não havia vindo em Sua plenitude. (HOUSE, H. Wayne. Charts of Christian Theology and Doctrine.p.93).
Adão era um homem salvo?
O primeiro homem foi criado inocente, mas então voltou suas costas para Deus e perdeu-se. Ele foi reconciliado novamente a Deus. Nós o veremos no céu?
Diversas passagens de Gênesis apoiam firmemente o ponto de vista de que nós o veremos no céu (e também a Eva).
Tanto ele como sua esposa permitiram que Deus os vestisse com a pele de um animal, que é um tipo da justiça de Cristo (Gn 3.21).
Tanto Caim como Abel sabiam acerca do sacrifício de sangue. É razoável sugerirmos que eles receberam essa informação do seu pai (Gn 4.4).
Os crentes do Antigo Testamento eram santificados?
O Dr. H.Wayne identifica a obra do Espírito Santo no Antigo Testamento:
No Antigo Testamento, encontramos casos daquilo que o Novo Testamento chama de fruto do Espírito. Noé e Jó eram ambos homens justos e irrepreensíveis em suas condutas. Uma atenção especial é dada à fé de Abraão, à bondade de José, à mansidão de Moisés, à sabedoria de Salomão e ao autocontrole de Daniel. Esses crentes não possuíam a plenitude do Espírito Santo, mas desfrutavam da Sua habitação (Sl 51.10-12) e dos seus dons (Êx 36.1; Nm 11.26-30).
Quais são alguns tipos de salvação no Antigo Testamento? (Lc 24.25-27).
No primeiro domingo de Páscoa, nosso Senhor ressurreto lembrou a dois seguidores confusos que o propósito do Antigo Testamento era essencialmente preparar o povo de Deus para a vinda do Filho de Deus! Portanto, diversos tipos no Antigo Testamento apontam para a salvação. Estes são descritos por eventos (a Páscoa, a serpente de bronze etc.), instituições (o Sábado), objetos (o cordeiro, o óleo, o tabernáculo), lugares (Jerusalém, Egito, Babilônia, Canaã) ou indivíduos (Adão, Isaque, José, Jonas), os quais serviram para prefigurar um aspecto particular da salvação no Novo Testamento. A palavra grega tupos (que se refere a um tipo) é encontrada 18 vezes no Novo Testamento, traduzida por palavras como exemplo, figura e modelo. Aqui, estão alguns tipos da salvação.
Adão e Eva, ilustrando que a salvação nos veste (Gn 3.21).
O primeiro resultado terrível do pecado sobre Adão e Eva foi que eles perceberam sua vergonha e nudez diante de Deus (Gn 3.7). Porém, o gracioso Criador perdoou e vestiu seus dois cidadãos pecaminosos do Éden (Gn 3.21).
Para ver um caso similar descrevendo como Josué, o sumo sacerdote, foi vestido de justiça divina durante a reconstrução do templo, veja Zacarias 3.1-5.
Caim e Abel, ilustrando que a salvação nos garante a aceitação.
A história de Caim e Abel também demonstra (no exemplo de Caim) a forma errada de ser aceito (Gn 4.3). Abel fez a primeira profissão pública de Cristo registrada na história quando ofereceu o sacrifício de sangue, enquanto Caim tornou-se o primeiro rebelde religioso ao oferecer um sacrifício sem sangue. (Veja Ef 1.7). 
A arca e a Páscoa, ilustrando que a salvação nos protege da ira de Deus.
  1. A arca (Gn 7.1).
  2. A Páscoa (Êx 12.23).
Aqueles que não estão protegidos serão sujeitos à ira futura do juízo que há de vir sobre o mundo (a menagem da arca) e ao julgamento pessoal do grande trono branco (a lição da Páscoa; Rm 1.18; Cl 3.6; 1Ts 1.10; Ap 6.17).
Abraão e Isque, ilustrando que a salvação nos provê de um substituto aceitável (Gn 22.12-14).
Aproximadamente 20 séculos depois que Abraão ofereceu Isaque, outro Pai ofereceu Seu único Filho naquele mesmo lugar, mas desta vez não houve uma  [solução] moratória de último minuto. Isso foi profetizado por Isaías (Is 53.4-6; veja 1Pe 3.18).
O maná e a rocha ferida, ilustrando que a salvação nos satisfaz (Êx 16.14; 17.6; Sl 103.5; 107.9).
A serpente de bronze, ilustrando que a salvação nos cura (Nm 21.9).
No Novo Testamento, Cristo relacionou esse evento do Antigo Testamento a si mesmo e levou Nicodemos à salvação (Jo 3.14).
Naamã, ilustrando que a salvação nos limpa.
Este papão sírio foi o único homem em todo o Antigo Testamento a ser limpo do terrível castigo da lepra (veja 2Rs 5.1-14; Sl 51.7).
O tabernáculo, ilustrando que a salvação restaura a comunhão perdida (Êx 25.22).
Um dos momentos mais trágicos no Antigo Testamento foi a adoração de um deus egípcio diabólico representado por um bezerro de ouro (veja Êx 32). Tanto a idolatria como a imoralidade estavam envolvidas naquele negócio sórdido. Porém, o recém-construído tabernáculo pôde assegurar a restauração da comunhão de Israel com Deus (Sl 23.3).
O que sabemos sobre a regeneração no Antigo Testamento?
Não existe prova alguma de que os santos do Antigo Testamento não eram regenerados. Moisés identificou um número de judeus que tinha o coração circuncidado (Dt 30.6). Eles eram verdadeiros judeus que haviam sido limpos por dentro, suas vidas foram alteradas para se conformarem à vontade de Deus (Rm 2.28,29). Isaías também descreveu mudanças que lembram a descrição do novo nascimento no Novo Testamento (Is 57.15). Essas referências parecem ser mais do que figurativas (HOUSE, H. Wayne. Charts of Christian Theology and Doctrine. p. 93).
Qual é o papel do parente-redentor na redenção?
Um dos ofícios mais importantes no Antigo Testamento era o de um go'el, ou parente-redentor ou remidor. Ele era usado para recuperar a posse de uma propriedade que havia sido vendida para pagar uma dívida (Lv 25.25). Ela era usado na restauração ou preservação do nome de um homem que havia morrido sem deixar descendentes: o seu irmão (ou parente mais próximo) então deveria tomar sua esposa (casamento levirato) e produzir descendentes para ele, para que o nome do morto não fosse esquecido em Israel (Dt 25.5). Boaz é o exemplo mais familiar de parente-redentor (Rt 3--4). Veja também: " O parente remidor".
O go'el precisava cumprir três requisitos:
  1. Ele precisava ser um parente próximo (Lv 25.48,49; Rt 3.12,13).
  2. Ele precisava ser capaz de redimir (Jr 50.34).
  3. Ele precisava estar disposto a redimir (Rt 4.3-12).
É claro que Jesus Cristo cumpriu com sucesso todos os três requisitos.
  • Ele tornou-se um parente próximo (Hb 2.14-16; 4.15).
  • Ele era capaz de redimir (Jo 10.11,18).
  • Ele estava disposto a redimir (Hb 10.4-10).
De que maneira a adoção no Antigo e no Novo Testamento podem ser comparadas?
A história das práticas de adoção judaicas pode esclarecer esse contexto.
No Antigo Testamento, a adoção não era comum entre israelitas. A adoção no Antigo Testamento era feita por estrangeiros ou por judeus influenciados por costumes estrangeiros. A filha de Faraó adotou Moisés (Êx 2.10), e outro Faraó adotou Genubate (1Rs 11.20). Além disso, não existe nenhuma palavra hebraica para descrever o processo de adoção. Quando a filha de Faraó adotou Moisés, o texto diz da qual passou ele a ser filho (Êx 2.10 ARA).
Já na época do Novo Testamento, os costumes romanos exerciam muita influência sobre a vida da família judaica. Um costume é particularmente significativo com relação à adoção. A lei romana requeria que o adotante fosse um homem que não tivesse filhos; o adotado deveria ser um adulto independente, capaz de concordar em ser adotado. Aos olhos da lei, o adotado se tornava uma nova criatura; ele era visto como tendo nascido de novo na nova família - uma ilustração do que acontece ao crente na conversão.
O apóstolo Paulo usou esse conceito legal de adoção como uma analogia para mostrar o relacionamento do crente com Deus. Embora ideias similares sejam encontradas por todo o Novo Testamento, a palavra adoção, usada num sentido teológico, é encontrada apenas nos escritos de Paulo (Rm 8.15,23; 9.4).
Em Efésios, a ênfase de Paulo era de que a adoção dependia de Deus, que nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo (Ef 1.5). Em sua carta aos romanos, Paulo usou o termo para descrever o lugar de honra ocupado por Israel no plano de Deus (Rm 9.4). Entretanto, os crentes gentios também receberam o Espírito de adoção, o que lhes permite clamar Aba, pai (Gl 4.6).
A adoção do crente por Deus também tem uma dimensão futura: a segurança de que o corpo do crente será ressuscitado. (Rm 8.23). (New Illustrated Bible Dictionary.p.23).

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