COSTUMES BÍBLICOS

O MESSIAS NA CONCEPÇÃO DOS JUDEUS


As pessoas parecem esquecer que
o Rabino Y'shua (Jesus) é judeu.
Ele não começou uma nova religião.
Ele reformou o judaísmo.
Yeshua nasceu, viveu
e foi executado como judeu.
Ele era um professor de Torá,
Ele é a Torá, a palavra viva,
ele NÃO aboliu a Lei,
Ele deu significado a isso,
Ele é Mashiach (Ungido de Deus).

O MESSIAS NA CONCEPÇÃO DOS JUDEUS
A libertação do domínio pagão por meio do Messias tornou-se a base de toda aspiração judaica. A esperança messiânica tinha-se envelhecido até certo ponto; havia perdido em grande parte seu caráter religioso. Tal era a ideia formal que quase todos os judeus haviam formado gradualmente acerca do Messias. 
Quem era, pois, esse Messias? Os cognomes que se lhe aplicavam o designavam como personagem de muita elevada qualidade. Chamavam-no de o Eleito, o Consolador, o Redentor, o Filho do Homem; às vezes, o Filho de Deus, num sentido muito amplo; e o Filho de Davi, no sentido estrito. Chamavam-no também e acima de tudo de o Messias, palavra hebraica que significa o Ungido e que simbolizava a eleição que o Senhor havia feito dele e o poder real que lhe tinha dado. 
Muitos poucos, porém, eram aqueles que, seguindo as indicações dos profetas, criam na divindade dele; isto é demonstrado no exemplo dos apóstolos, que só reconheceram muito tarde e em virtude da revelação especial a natureza divina do Salvador (Mt 16.16-17), que estava investido de atribuições superiores, incompatíveis com a pura e a simples natureza humana. Ele havia sido criado antes do mundo e viveria eternamente. Elevado acima dos anjos, era dotado de sabedoria e de poder extraordinários. O Messias possuía uma santidade perfeita e estava isento de todo pecado. 



Convencidos de sua grandeza humana, os judeus não podiam compreender, apesar da clareza e da precisão das profecias, que o Messias haveria de submeter-se à lei do sofrimento. Rejeitavam, geralmente, como suprema inconveniência e manifesta contradição, a ideia de um Messias sofredor e pacífico. A atitude dos apóstolos de Jesus revela a insuperável repugnância que os correligionários sentiam quanto a essa ideia (Mt 16.21-23; Mc 9.29-31; Lc 18.31-34). (Leia sobre o Messiado Escondido, AQUI)
Analisado em seu conjunto, o judaísmo rabínico fechou os olhos para os textos bíblicos que profetizavam sobre os sofrimentos do Messias. Esqueceu que, precedido pelo arauto, cuja missão era anunciar o Messias ao mundo, o Rei dos judeus haveria de nascer em Belém e permanecer invisível e oculto durante algum tempo. Depois, ocorreria de repente sua manifestação gloriosa e triunfante. 
Os judeus costumavam apresentá-lo como conquistador invencível contra todas as potências pagãs e, em especial, contra o Império Romano, para domá-los inteiramente. 
Alguns documentos da época não estão perfeitamente de acordo entre si. Conforme alguns (o Saltério de Salomão, Os Oráculos Sibilinos e Fílon de Alexandria), a ruína do paganismo aconteceria como uma sangrenta batalha. Conforme outros (o Apocalipse de Baruque e o Apocalipse de Esdras), não haveria tal luta propriamente dita. Um julgamento de Deus e do Messias reduziria à impotência os inimigos de Israel. 
O FALSO RETRATO DO MESSIAS
Que ideia, porém, faziam deste Messias, cuja vinda tão ardentemente desejavam todos os verdadeiros israelitas? Que descrição haviam traçado dele os rabinos e os escritores apocalípticos? O retrato do Messias, pintado por esses escritores e gravado na imaginação popular, não condizia com as antigas profecias. Eles o desfiguraram com o pretexto de aformoseá-lo! Levando ao pé da letra o que, nas profecias inspiradas, não era mais do que uma expectativa ideal dando uma interpretação política a certas passagens cujo sentido era espiritual ou figurado (Is 35.10; 40.9-11; 41.1-2), tais escritores profanaram lamentavelmente o espírito das profecias e turvaram sua significação.
Mesmo depois do cativeiro na Babilônia, submetidos ao jugo da Pérsia, da Grécia e de Roma, os judeus haviam se acostumado a associar a ideia do Messias à esperança de sua restauração social e de sua independência reconquistada. Isto era para eles o essencial. Viam no Messias, antes de tudo, um poderoso instrumento divino que os ajudaria a recuperar a sua glória e os seus privilégios de antigamente. Ao pensarem nele e ao invocarem-no de todo o coração, tinham o olhar muito mais voltado para sua própria exaltação do que para a saúde moral que ele haveria de trazer, tanto para os judeus como para os demais homens.
COMO SERIA O REINADO DO MESSIAS NA CONCEPÇÃO DOS JUDEUS
Aplacada a cólera de Deus com o castigo dos pagãos, e lançados estes fora da Palestina, começaria o reinado do Messias. Os judeus que estariam dispersos pelo mundo seriam trazidos milagrosamente para a Terra Santa a fim de gozar da felicidade daquele reino maravilhoso. Jerusalém seria reconstruída, embelezada e admiravelmente engrandecida. O templo também seria erguido de suas ruínas, e seriam restabelecidas as cerimônias do culto.
Os rabinos não encontraram cores bastante brilhantes para pintar o esplendor dessa idade de ouro, que se prolongará daqui por diante por milhares de anos. Será uma era de paz, de glória e de felicidade não interrompida.
A natureza estará dotada de fecundidade surpreendente; os animais mais cruéis perderão sua ferocidade e se tornarão dóceis a serviço dos judeus; todas as árvores, sem exceção, darão saborosos frutos. Já não haverá mais nem pobreza nem sofrimento. Os partos serão sem dor; as colheitas, sem fadiga. As injustiças terminarão; o pecado já não existirá na terra.
Para poder acolher todos os seus habitantes, a cidade de Jerusalém será tão grande como a Palestina, e a Palestina será tão grande como o mundo inteiro. Da Cidade Santa, as portas e janelas serão enormes pedras preciosas; os muros serão de ouro e prata. Além do mais, as colheitas de inaudita riqueza que a terra produzirá sem cultivo proporcionarão material para magníficos vestidos e manjares saborosos. O trigo alcançará a altura das palmeiras, e até se elevará acima do cume dos montes.
Eis algumas descrições do reino messiânico!
Compare esse texto com este: O Reino de Cristo no Milênio
O MOTIVO QUE LEVOU OS JUDEUS A REJEITAREM O SALVADOR
O mais triste de tudo isto é que quando Yeshua [Jesus], o verdadeiro Messias, apresentou-se manso e humilde, sem aparato político nem belicoso, sem nada que o identificasse com o conquistador terrível e sempre triunfante que os judeus esperavam, e sim como o reformador religioso [do judaísmo] e a vítima a ser oferecida para expiar os pecados dos homens, os judeus recusaram-se a aceitá-lo como Messias.
TESTEMUNHAS LEVANTADAS POR DEUS PARA FALAR DO MESSIAS
Felizmente, mesmo naquele Israel, com a ideia de um Messias político e guerreiro, Deus não deixou seu povo ficar sem testemunha. verdade é que eles não escolheu entre os escribas e os fariseus essas testemunhas.
Mesmo que as almas escolhidas que vemos perto do Filho de Deus ainda menino não figurassem entre os poderosos da nação judaica, pelo menos praticavam de antemão, quanto podiam, a santidade cristã, obedecendo por amor e sem estreiteza de coração à lei divina. Além disso, haviam compreendido o verdadeiro significado das profecias messiânicas. Estas almas representavam a piedade sincera. Maria e Jose, Zacarias e Isabel, os humildes pastores de Belém, Simeão e a profetiza Ana - estes e outros esperavam a redenção de Israel, e foram os primeiros a saborear a doçura do Messias.
No iminente advento do Messias, estes nobres e santos corações viam, antes de tudo, o perdão dos pecados de seu povo, a paz que haveria de reinar perpetuamente entre Deus e a humanidade, o estabelecimento na terra de um reino espiritual, cujo líder seria Cristo, que daria a felicidade verdadeira neste mundo e no outro a quem cumprisse as leis deste glorioso e santíssimo monarca. Os cânticos e as palavras destes servos do Altíssimo são admiráveis testemunhos de fé que neles brilha com toda a sua pureza e com todo o seu esplendor.
A minha alma engrandece ao Senhor,
E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador;
Porque atentou na baixeza de sua serva; Pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada,
Porque me fez grandes coisas o Poderoso; E santo é seu nome.
E a sua misericórdia é de geração em geração Sobre os que o temem.
Com o seu braço agiu valorosamente; Dissipou os soberbos no pensamento de seus corações.
Depôs dos tronos os poderosos, E elevou os humildes.
Encheu de bens os famintos, E despediu vazios os ricos. 
Auxiliou a Israel seu servo, Recordando-se da sua misericórdia; 
Como falou a nossos pais, Para com Abraão e a sua posteridade, para sempre.
(Cântico de Maria, em Lucas 1:46-55) 
Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra;
Pois já os meus olhos viram a tua salvação,
A qual tu preparaste perante a face de todos os povos;Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel. 
(Cântico de Simeão, em Lucas 2:29-32) 

A VOLTA DO SENHOR

A VOLTA DO SENHOR

Quando Yeshua [Jesus] Cristo?

Sua primeira aparição: Ele retornará no ar (1Ts 4.16,17) para buscar a Sua Igreja.
a) Quando Seu Corpo estivar completo (1Co 12.12; Ef 5.30). Isso se refere ao momento em que o último pecador arrependido tiver sido acrescentado àquele Corpo, quando então, o Corpo será unida à Cabeça (Ef 1.22,23; 5.23; Cl 1.17; 3.4).
b) Quando Sua Noiva estivar pronta (2Co 11.2). O Noivo, então aparecerá (Ef 5.25-27).
Sua segunda aparição: Ele retornará à terra (Zc 14.4) com o Seu povo. Isso ocorrerá no final da grande tribulação de sete anos (Dn 9.24-27; Mt 24.29,30; Ap 1.7; 19.11,14). Veja mais sobre A GRANDE TRIBULAÇÃO E A GRANDE TRIBULAÇÃO - CONTINUAÇÃO

Por que o Senhor voltará?

Existem (pelo menos) 12 razões principais.
Para cumprir as diversas previsões encontradas nas Escrituras que prometem o Seu retorno.
  1. Conforme previsto por Isaías (Is 25.9; 40.5).
  2. Conforme previsto por Ezequiel (Ez 43.4).
  3. Conforme previsto por Ageu (Ag 2.6,7).
  4. Conforme previsto por Zacarias (Zc 8.3).
  5. Conforme previsto pelo próprio Jesus (Mt 24.30).
  6. Conforme previsto pelos anjos celestiais (At 1.11).
  7. Conforme previsto por Paulo (Rm 11.26).
  8. Conforme previsto por João (Ap 1.7).
Para derrotar o anticristo e as nações do mundo reunidas no Armagedom (Ap 19.17-21). Veja mais sobre A BATALHA DO ARMAGEDOM.
Para trazer de volta, regenerar e restaurar os fiéis de Israel (Is 43.5,6; Ez 36.28; Am 9.14,15).
Para julgar e punir os infiéis de Israel (Ez 11.21; 20.38; 1Ts 2.15,16).
Para separar as ovelhas gentias das cabras (Mt 25.31-33).
Para amarrar Satanás (Rm 16.20; Ap 20.1-3).
Para ressuscitar os santos do Antigo Testamento e da tribulação (Jó 19.25,26; Is 26.19).
Para julgar os anjos caídos (1Co 6.3).
Para galardoar o Seu povo (Is 40.10; Mt 5.12; 16.27; Ap 22.12).
Para ministrar pessoalmente ao Seu povo (Is 35.5,6; 40.11; 45.6; 49.10,11).
Para redimir a criação. Em Gênesis 3, Deus amaldiçoou a natureza por causa do pecado de Adão. A partir daquele momento, o paraíso do homem tornou-se um deserto. As rosas, de repente, passaram a ter espinhos, o dócil tigre tornou-se um carnívoro faminto. Mas, durante o milênio, tudo isso irá mudar. Paulo descreve essa transformação para nós em Sua epístola aos Romanos (Rm 8.19-22).
Para introduzir Seu glorioso Reino terreno de mil anos e reinar sobre ele (Is 2.4; 11.6-9; 40.5). Veja mais sobre O REINO DE CRISTO NO MILÊNIO

Quais são algumas das últimas atividades de Jesus descritas na Bíblia?

Suas atividades em relação aos não salvos.

  1. Advertindo-os (Ap 21.8; 22.18,19).
  2. Julgando-os (Ap 20.11-15).
Suas atividades em relação aos salvos.

  1. Enxugando as nossas lágrimas (Ap 21.4).
  2. Suprindo as nossas necessidades (Ap 21.6).
  3. Galardoando nossa fidelidade (Ap 22.12).

Você gostará de lê:




A Ascensão

Quem previu a ascensão de Jesus Cristo?
Quando e como Ele ascendeu?
Quem previu que Ele ascenderia?

No Antigo Testamento, Davi, o rei de Israel (Sl 68.18).
No Novo Testamento, Jesus, o Rei dos reis (Jo 6.62; 16.28; 20.17).

Quando Ele ascendeu?
Exatamente 40 dias após a Sua ressurreição (At 1.1-3).
Como Ele ascendeu?
Acredita-se que a nuvem mencionada em Atos dos Apóstolos 1 refira-se à nuvem da glória shekinah de Deus, mencionada pela primeira vez em Êxodo 13.21,22. Essa ocasião em Atos dos Apóstolos, então, marcaria a quarta das seis principais aparições da nuvem de glória associada à pessoa e à obra de Jesus Cristo.
Estas são: 
No seu nascimento (Lc 2.8-14). 
Durante a visita dos magos (Mt 2.1,2,9,10). Muitas pessoas acreditam que a estrela especial aqui era uma referência à glória shekinah de Deus. 
Durante a Sua transfiguração (Mt 17.1-5). 
Na Sua ascensão (At 1.9). 
Na Sua vinda antes da tribulação (1Ts 4.17). 
Na Sua vinda após a tribulação (Mt 24.30; Mt 26.64; Ap 1.7). 
De onde e para onde Jesus Cristo ascendeu?
De que lugar da terra Ele ascendeu (At1.12)?
Informações sobre o monte das Oliveiras.
Ele é 97m mais alto do que o monte Moriá. 
Ele eleva-se até uma altura de 836m acima do nível do mar. 
Seu nome é derivado das oliveiras plantadas ali. 
Às vezes, ele é chamado de monte das Luzes. 
A importância do monte das Oliveiras.
Essa montanha teve um lugar de destaque no ministério terreno de Jesus.
Segundo a tradição, ela teria sido o lugar onde o Senhor fez a oração do Pai-Nosso pela primeira vez (Mt 6.9-13). A Igreja do Pai-nosso,construída em 1868, tem a oração gravada em 32 línguas em 32 placas de mármore, cada uma medindo 90cm de largura por 1,80m de comprimento. A Bíblia diz que Jesus visitava esse monte com frequência (Lc 22.39). 
Foi dali que Ele saiu para a entrada triunfal [em Jerusalém] (Mt 21.1,2). 
Foi ali que Ele ensinou Sua longa lição profética (Mt 24.3). 
É possível que Ele tenha passado as últimas noites antes da Sua morte ali (Lc 21.37,8). 
É possível que Ele tenha feito Sua grande oração sacerdotal (Jo 17) ali (Mt 26.30). 
Foi dali que Ele ascendeu (At 1.12). 
É ali que, um dia, Ele retornará à terra (Zc 14.4). 
Para onde Ele ascendeu no céu?
Para a destra de Deus, uma posição da mais alta honra. Por isso hoje o Senhor Jesus Cristo ocupa a posição mais proeminente, privilegiada e poderosa em todo o universo!
Conforme previsto. a) Por Davi (Sl 24.7-10; 110.1). b) Por Jesus (Lc 22.69). 
Conforme cumprido. a) O testemunho de Pedro (At 2.33; 5.31; 1Pe 3.22). b) O testemunho de Paulo (Rm 8.34; Ef 1.20; Cl 3.1). c) O testemunho de Hebreus (Hb 1.3; 8.1; 10.12). d) O testemunho de Estêvão (At 7.55,56). 
Por que Jesus Cristo ascendeu? O que Ele está fazendo agora?
Basicamente, Ele ascendeu para encarregar-se de determinados ministérios importantíssimos em favor do povo que remiu pelo Seu sangue. 
Para funcionar como nosso precursor (Hb 6.19,20). - Jesus é descrito como o nosso precursor. Essa palavra tem sido associada a um pequeno barco, chamado de precursor. No mundo antigo, grandes navios oceânicos, muitas vezes, tinham dificuldade de aproximar-se dos portos gregos que eram muito rasos. Para lidar com esse problema, um pequeno barco precursor, frequentemente, era enviado para ajudar a prender a âncora do navio ao porto. O Dr. Kenneth Wuest faz uma analogia: A âncora do crente, portanto, é afixada ao interior do véu do Lugar Santíssimo no céu. Aqui, temos algumas figuras riquíssimas. Nossa vida presente é o oceano: a alma [...] do crente, como um navio agitado pela tempestade, está presa pela âncora ao interior do véu, atada pela fé à realidade abençoada no interior do véu. (Hebrews in the Greek New Testament.p.125) 
Para preparar um lugar para nós. 1) Esse lugar (na verdade, uma cidade) é prometido por Jesus em João 14 (Jo 14.2). 2) Esse lugar (cidade) é descrito em Apocalipse 21 (Ap 21.2,10,11,23). 
Para conceder dons espirituais ao Seu povo (Ef 4.7,8,11-13). Um dom espiritual é uma habilidade sobrenatural concedida por Cristo ao cristão por intermédio do Espírito Santo (1Co 12.7-11) no momento da salvação, com um propósito duplo. a) Glorificar a Deus (Ap 4.11). b) Edificar a Igreja (Ef 4.12). 
Para oferecer encorajamento ao Seu povo (Hb 4.14-16; 12.1-3). 
Para fazer orações sacerdotais por nós. Muitos crentes consideram o apóstolo Paulo como o cristão mais importante e espiritual que já viveu até hoje. Certamente, ele era um guerreiro de oração poderoso e efetivo. Quando Paulo falava com Deus, prisões eram sacudidas, portas eram abertas, cadeias eram desatadas, e pessoas eram salvas (At 16.25-34)! Com tudo isso em mente, suponhamos que, no meio do seu momento mais obscuro de dor e aflição, o telefone toque, e o apóstolo Paulo esteja do outro lado da linha. "Querido irmão", diz ele, "eu queria que você soubesse que estou ciente dos seus terríveis sofrimentos e, por isso, planejo passar as próximas 24 horas de joelhos em oração, clamando exclusivamente por você!" Que consolo e segurança isso lhe traria! Imagine só - o grande apóstolo Paulo, escritor de metade do Novo Testamento, está orando por você! Mas espere! Em meio à sua angústia e às suas lágrimas, você escuta outra voz. "Filho amado, preciso que você saiba que eu estou plenamente ciente de toda a sua tristeza, angústia e desespero. Por isso, planejo fazer hoje aquilo que venho fazendo desde o momento da sua salvação e que continuarei a fazer por toda a sua vida, a saber, pretendo passar cada segundo de cada minuto de cada hora de cada dia à destra do Meu Pai, orando por você!" Isso não serviria como um bálsamo abençoado para aliviar a alma ferida? Isso não curaria o ferimento aberto do coração humano? Certamente que sim, e é exatamente isso que o Salvador está fazendo neste exato momento por cada cristão que está lendo estas palavras (Rm 8.34; Hb 9.25). Aqui, Ele opera de uma maneira dupla: 1) Agindo como nosso intercessor (por causa das fraquezas e fragilidades do cristão). Enquanto estava na terra, nosso Senhor disse a Pedro certa vez: Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo. Mas roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça. (Lc 22.31,32) - De acordo com muitas passagens do Novo Testamento, o Salvador continua a exercer do céu Seu ministério abençoado pelo Seu povo (Hb 7.25). 2) Agindo como nosso advogado (por causa dos pecados do crente) (1Jo 1.9; 2.1; Ap 12.10). 
Para enviar a promessa do Pai (At 1.4). Muita tinta já foi usada tentando explicar estas quatro palavras: A promessa do Pai. Várias passagens das Escrituras deixam claro que a promessa do Pai (Jl 2.28; At 2.16) e também a promessa do Filho (Jo 14.16-26; 15.26; 16.7) referem-se à chegada do Espírito Santo de Deus. Simão Pedro testifica isso durante o seu sermão no Dia de Pentecostes (At 2.32,33). 
Para cuidar das Suas igrejas (Ap 1.10; 3.22). Nessa passagem extraordinária, o apóstolo João, na ilha de Patmos, vê o Cristo ressurreto e glorificado entre sete castiçais de ouro, vestindo trajes de sumo sacerdote. João é informado de que os castiçais simbolizam igrejas locais na terra. Essa maravilhosa passagem descreve a última das três posições, por assim dizer, do Cristo ressurreto no céu. Ele é visto: 1) Sentado (Hb 10.12). 2) De pé (At 7.56). 3) Andando (Ap 2.1).
ORA VEM SENHOR YESHUA!
Para trabalhar por intermédio do Seu povo (Jo 14.12). É claro que, aqui, devemos entender que a palavra maiores refere-se à quantidade, e não à qualidade. Isso significa, simplesmente, que Jesus, agindo por intermédio do Espírito Santo, encarregaria o Seu povo de fazer aquelas coisas que Ele mesmo não fez enquanto esteve na terra. Essas tarefas incluiriam: 1) Escrever livros cristãos, artigos, folhetos etc. 2) Pregar o evangelho em todo o mundo por meio da televisão, do rádio, da internet etc. 3) Traduzir a Palavra de Deus para diversas línguas. 4) Organizar institutos, universidades e seminários bíblicos para treinar obreiros para o ministério. 
Para esperar até que Ele esteja pronto para derrotar os Seus inimigos. a) Esse ministério conforme predito (Sl 2.8,9; 110.1). b) Esse ministério conforme cumprido (Ap 19.11-16).

Postagem em destaque

Fineias: o zelote da Bíblia

Phinehas (também soletrado Pinchas ou Phineas no hebraico ) A história de Fineias, o zelote Linhagem de Phinehas Finéias era filho de Elaz...