COSTUMES BÍBLICOS

ORAÇÕES DA BÍBLIA

Oração de Abraão por Sodoma - Gn 18.22-33
Servo de Abraão ora por orientação - Gn 24.12-14
Benção de Isque - Gn 27
Voto de Jacó em Betel - Gn 28
Oração de Jacó em Peniel - Gn 32
Jacó abençoa seus filhos - Gn 48 e 49
Moisés pede para  ver a glória de Deus - Êx 33
Moisés abençoa o povo de Israel - Dt 33
Moisés intercede por Israel após o povo adorar o bezerro de ouro - Êx 32; Dt 9
Moisés pede que Deus perdoe seu povo rebelde - Nm 14
Benção de Arão - Nm 6
Balaão abençoa Israel - Nm 22 ao 24
Cântico de Moisés: Deus e seu povo - Dt 32
Ação de graças de Moisés pela libertação do Egito - Êx 15
Oração de Josué após a derrota em Ai - Js 7
Josué ora pedindo tempo para completar sua vitória - Js 10
Ação de graças de Débora pela vitória - Jz 5
Oração de Gideão por sinais - Jz 6
Oração de Ana por um filho - 1Sm 1
Ação de graças de Ana - 1Sm 2
Oração de Samuel pela nação - 1Sm 7
Oração de Davi após a promessa de Deus de sucessão contínua - 2Sm 7; 1Cr 17
Ação de graças de Davi por libertação - 2Sm 22; Sl 18
Oração de Salomão por sabedoria - 1Rs 3; 2Cr 1
Oração de Salomão na dedicação do Templo - 1Rs 8; 2Cr 6
Oração de Elias no monte Carmelo - 1Rs 18
Elias e o "cicio tranquilo e suave" - 1Rs 19
Oração de Ezequias ao final do cerco de Senaqueribe - 2Rs 19; Is 37
Ação de graças quando a Arca da Aliança é levada para Jerusalém - 1Cr 16
Davi ora por Salomão - 1Cr 29
Confissão de Esdras pelos pecados do povo - Ed 9
Oração de Neemias pelo seu povo - Ne 1
Confissão pública conduzida por Esdras - Ne 9
Jó procura a razão do seu sofrimento - Jó 10
Jó defende sua causa - Jó 13 ao 14
Confissão de Jó - Jó 42
Os Salmos - incluem um grande número de orações.
Orações de Isaías - Is 25; 33; 63 ao 64
Oração de Ezequias em sua enfermidade - Is 38
Orações de Jeremias - Jr 11; 14; 20; 32
Lamentos pela queda de Jerusalém - Lm 1 ao 4
Oração por restauração - Lm 5
O sonho do rei: oração de Daniel - Dn 2
Nabucodonosor louva a Deus - Dn 4.33-37
Oração de Daniel ao final do exílio - Dn 9
Oração de Jonas - Jn 2
Queixas de Habacuque - Hc 1
Oração de Habacuque - Hc 3
Orações de Jesus:
  • O Pai Nosso - Mt 6.9-13; Lc 11.2-4
  • Gratidão por Deus se revelar às pessoas simples - Mt 11.25-26; Lc 10.21
  • No Getsêmani - Mt 26.36-44; Mc 14.32-39; Lc 22.46
  • Na cruz - Mt 27.46; Mc 15.34; Lc 23.34-46
  • Na ressurreição de Lázaro - Jo 11.41-42
  • Diante da morte - Jo 12.27-28
  • Pelos seus seguidores - Jo 17
Cântico de Maria (Magnificat) - Lc 1.46-55
Cântico de Zacarias (Benedictus) - Lc 1.68-79
Cântico de Simeão (Nunc Dimittis) - Lc 2.29-35
Oração do fariseu e do publicano - Lc 18.10-13
Oração da igreja diante das perseguições - At 4.24-30
Oração de Estêvão na sua morte - At 7.59-60
Orações de Paulo:
  • pelos cristãos em Roma - Rm 1.8-10
  • por Israel - Rm 10.1
  • Pela igreja em Corinto - 1Co 1.4-9; 2Co 13.7-9
  • ação de graças pelo conforto de Deus - 2Co 1.3-4
  • ação de graças pela riqueza espiritual em Cristo - Ef 1.3-14
  • pelos cristãos de Éfeso - Ef 1.16-23; 3.14-19
  • pelos cristãos de Filipos - Fp 1.3.11
  • pela igreja de Colossos - Cl 1.3-14
  • pelos cristãos de Tessalônica - 1Ts 1.2-3; 2.13; 3.9-13; 5.23; 2Ts 1.3; 2.13,16-17; 3.16
  • por Timóteo - 2Tm 1.3-4
  • por Filemom - Fm 4-6
Ação de graças de Pedro - 1Pe 1.3-5
Oração de João por Gaio - 3Jo 2
Doxologias (louvor a Deus) e bênçãos:
  • Rm 16.25-27
  • Ef 3.20-21
  • Fp 4.20
  • 1Ts 3.11-13
  • Hb 13.20-21
  • 1Pe 5.10-11
  • 2Pe 3.18
  • Jd 24-25
Leia também:

Até à próxima!
Fica na paz!

TRÊS MANEIRAS PELAS QUAIS O ESPÍRITO SANTO INFLUENCIA NOSSA VIDA

1. O Espírito Santo nos dá discernimento com relação às nossas amizades. Algumas pessoas são contenciosas. Suas críticas geram uma atmosfera de conflito, ira e cinismo. "Afaste-se desses também" (2Tm 3.5b). Fique atento a pessoas de espírito beligerante [que faz guerra]. Quando o Espírito Santo está na liderança, conseguimos perceber essas pessoas rapidamente. "Evite as controvérsias tolas e inúteis, pois você sabe que acabam em brigas" (2Tm 2.23).
2. O Espírito Santo aumenta nossa paciência, o que sempre traz paz para nossas circunstâncias também. "Ao servo do Senhor não convém brigar mas, sim, ser amável para com todos, apto para ensinar, paciente" (2Tm 2.24). Infelizmente a maioria de nós culpa as pessoas ao redor pela atmosfera beligerante. Entretanto, qualquer disputa exige dois ou mais indivíduos. Se nos recusarmos a entrar numa briga, a batalha não poderá continuar. "Sem lenha a fogueira se apaga; sem o caluniador morre a contenda. O que o carvão é para as brasas e a lenha para a fogueira, o amigo de brigas é para atiçar discórdias" (Pv 26.20,21).
3. O Espírito Santo nos dá coragem e força para nos afastarmos da companhia de pessoas tolas. Isso aumenta nossa paz. "Mantenha-se longe do tolo, pois você não achará conhecimento no que ele falar" (Pv 14.7).

Preste atenção nesse comentário:

"Em uma noite, depois de um culto, eu estava muito feliz. Muitas pessoas  haviam aceitado a Cristo. Um grande número delas havia sido curado. Tudo estava em paz. Quando chegamos a um restaurante para jantar, uma pessoas da equipe da igreja onde havíamos ministrado começou a reclamar com a garçonete. Havia uma mancha no copo dela ou algo assim. Em alguns minutos, todos estávamos falando sobre experiências com baratas na comida e outras circunstâncias infelizes e desastradas em restaurantes. Em menos de trinta minutos, passamos de um mover glorioso do Espírito Santo para uma atmosfera de pessimismo e decepção. Isso tudo aconteceu por influência de uma única pessoa."(Dr. Mike Murdock)

E por aí vai. São inúmeras experiências péssimas que às vezes enfrentamos por um comentário mau interpretado, por uma reação sem pensar. E que através de uma única pessoa, gera-se uma discórdia tão ferrenha, ao ponto de se desfazer laços de amizades, irmandade e até familiar! Um câncer que ronda invisivelmente!
Podemos agir como uma porta ou como um muro.
Podemos ser como um muro contra a falta de estímulo, o cinismo e o pessimismo. Ou podemos ser uma porta para que outras pessoas entrem e continuem na presença de Deus. às vezes é maravilhoso ser como uma porta para que a presença do Senhor possa manifestar-se. Entretanto, há ocasião em que é necessário agirmos como um muro contra coisas indignas, mundanas e que nos trazem infelicidade.
A Palavra de Deus é um instrumento de paz nas mãos do Espírito Santo. "Os que amam a tua lei desfrutam paz, e nada há que os faça tropeças" (Sl 119.165).
Quando a Palavra de Deus é semeada continuamente em nosso coração, ela traz uma colheita de paz.
Quando alguém se aproxima de mim trazendo perturbação emocional, sei que a Palavra de Deus não tem dominado a vida desta pessoa. Ela fala sobre problemas, em vez de mencionar Aquele que está lutando por Ela. Fica falando de sua batalha, em vez da promessa de vitória. Menciona suas dúvidas, em vez de sua fé em Deus. Enfoca o inimigo, em vez de estar com os olhos voltados para o Consolador.
Se a Palavra de Deus estivesse o tempo todo nos lábios daquela pessoa, também estaria em sua mente.
Se a Palavra de Deus estiver presente o tempo todo em nossa mente, influenciará nossa conduta e nosso comportamento.
Devemos acolher a Palavra de Deus como instrumento mais eficiente de mudança em nossa vida. Foi por isso que Paulo escreveu a Timóteo: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra" (2Tm 3.16,17).
  • O Espírito Santo inspirou as Escrituras.
  • O Espírito Santo influencia nossas palavras.
  • O Espírito Santo utiliza a Palavra de Deus para trazer paz ao nosso coração. Não a ignore. Não a trate com desprezo.

O CASAMENTO NA PALESTINA

O CASAMENTO NA PALESTINA
Para um povo simples, um casamento, no círculo da vizinhança, é a única festa que interrompe, por breve espaço de tempo, o trabalho diário. Já foram criados quadros que representam o orgulho que, nessas ocasiões, pode ser visto entre o povo.
Raramente, porém, tem-se produzido quadros de casamentos de pessoas simples, em que tudo é desenvolvido com tanta dignidade, nobreza e intimidade, mas também com tanta elevação que nada deixam a desejar com relação às festas das classes mais altas. Tais possibilidades levam a mente a compreender o que de fato aconteceu nas bodas de Caná, o que nos ajuda a entender as parábolas de Jesus.
As festas nupciais no Oriente ainda são até hoje mais ou menos idênticas às festas nupciais dos tempos evangélicos.
Nesses países quentes, as bodas começam sempre no período da tarde e duram, ainda que alguns hóspedes fiquem a semana inteira, mas de um dia. E quanto mais pobres são os noivos, com maior antecedência pensam em convidar outras pessoas para esse dia.



Os pratos preferidos são: carne de carneiro fervida em leite, legumes frescos e frutas secas, como figos e uvas. Ao ler sobre esse cardápio, pode-se-ia pensar em um alto banquete. Entretanto, essas mesmas pessoas passam semanas inteiras a pão e água. E o vinho? perguntará alguém. O vinho, na antiga Palestina, pertence não só às bebidas agradáveis, como também faz parte das refeições.
Não se deve esquecer, porém, que o vinho é sempre misturado com água. Um fato notável é que nas regiões do vinho existem menos bêbados do que mais para o norte, e que nas festas de pessoas simples raramente acontece de alguém se embriagar. Os povos do sul, que vivem quase sempre aos olhos de todos, principalmente os jovens, desde cedo estão acostumados às regras de urbanidade.
No oriente, em casas como aquela de Caná, o vinho era conservado em cântaros. Menciona-se no evangelho expressamente o vinho das bodas. As pessoas tinham de ficar distantes dos cântaros, pouco numerosos. Diziam: "O vinho é para as bodas". Antes disso, não podiam tocar nele!
Como em todos os povos bem constituídos, em Israel o casamento também era considerado um acontecimento que não dizia respeito só à família, mas a todos os parentes de ambos os lados. Foi por isso que Maria recebeu o convite, extensivo a Jesus e a todos os que estavam em sua companhia. A participação na festa era igualmente franqueada a todos os moradores do lugar.
É de fundamental importância, para que possamos compreender as bodas em Caná, lembrarmos que, com a chegada de Jesus e de seus discípulos, o número de hóspedes aumentou. Todavia, o problema propriamente dito surgiu porque todas as pessoas da região tomaram conhecimento da chegada do Salvador à festa.
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OS BANQUETES NO TEMPO
DE JESUS
Um dos seus companheiros, Natanael, era de Caná, e provavelmente não guardou segredo da presença de Jesus no casamento. E a multidão que se ajuntou não quis deixar de entrar na casa dos noivos, conforme o costume oriental. Podemos ler nos escritos rabínicos que em um casamento naquela região a maioria dos convidados chega muito tempo depois de a festa já ter começado.
Um homem, o mestre-sala, encarregava-se de servir os convidados. Era chamado, mais apropriadamente, de copeiro. Cabia a ele misturar o vinho com maior ou menor quantidade de água, reunir as especiarias e dar ordens aos diversos servidores. Certamente, era um posto honroso.
As mulheres tomavam para si o trabalho de preparar a comida: entre elas, as irmãs e as primas dos noivos. É o que devemos supor de Maria, embora isso não seja indicado expressamente, pois lemos que a mãe de Jesus lá estava não que tivesse sido convidada.
Caná da Galileia vista de longe
As mulheres da casa teriam mostrado, certamente, logo que ela chegou, as provisões que tinham em alimentos e bebidas para as núpcias. Mais do que entre nós, no Oriente, as mulheres demonstram grande alegria nos múltiplos preparativos para grandes festas.
Essa série de fatos é de suma importância para as bodas, a festa da qual estamos falando, onde chegaram mais convidados do que se esperava, e era natural que o vinho calculado já não fosse suficiente para todos. Daí o fato de Jesus ter realizado o milagre.

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