COSTUMES BÍBLICOS

No Monte da Transfiguração

Lc 9.28,29
Ele estava transfigurado.
Pedro, Tiago e João acompanharam Jesus ao cume do monte Hermom para orar, mas logo adormeceram.
A face de Jesus, repentinamente, brilhou como o sol, e Suas vestes tornaram-se alvas como a neve.
Ele recebeu dois visitantes, Moisés e Elias, e eles conversaram a respeito de Sua morte.
Os três discípulos acordaram, e Pedro propôs que construíssem um abrigo para cada um deles.
O Pai falou a partir de uma nuvem brilhante que os ofuscou (Mt 17.5).
Os três discípulos caíram sobre suas faces e tiveram grande medo, mas foram acalmados por Jesus.
Pensamentos sobre a transfiguração:



  • As Escrituras sugerem que essa cena pode ter ocorrido durante a noite, pois os três discípulos acordaram de um sono profundo naquele momento (veja Lc 9.32).
  • Observa-se que a luz originava-se de dentro, e não de alguma enorme fonte de luz cósmica iluminando Jesus. Inicialmente, Seu semblante foi afetado; em seguida, Suas vestes. Mais tarde, Saulo veria o Salvador brilhando (At 9), bem como João (Ap 1). Satanás tentou, sem sucesso, imitar o esplendor interior de Cristo (veja 2Co 11.14).
  • A palavra transfigurado é metamorphoo, em grego. Nossa palavra metamorfose origina-se daí. Ela traz à mente uma lagarta no casulo, surgindo uma borboleta.
  • A transfiguração de Cristo não revela Sua divindade, mas Sua humanidade. Transformação é o objetivo da humanidade. Nós experimentaremos isso no arrebatamento. Adão e Eva podem ter sido vestidos por uma luz de inocência, que emanava do interior deles.Mas tudo isso foi perdido por causa do pecado.
  • Moisés e Elias apareceram. Ambos, previamente, experimentaram revelações de Deus (Veja Êx 33.17-23; 1Rs 19.9-13) no monte Sinai/Horebe. A transfiguração cumpriu o duplo pedido de Moisés:
(a) Ver a glória de Deus (Veja Êx 33.18).
(b) Entrar na Terra Prometida (Veja Dt 3.23-25). Alguns acreditam que esses dois homens se unirão mais uma vez para professarem Deus durante a grande tribulação (Veja Ml 4.5; Ap 11.3-14).
Nesse momento, Pedro, impensadamente, sugeriu a construção de três tendas. É possível que, naquele instante, o Festival dos Tabernáculos (tendas) estivesse sendo celebrado em Jerusalém. Isso devia ser um tipo de chegada do milênio, bem como a lembrança da redenção de Israel do Egito (Veja Lv 23.34-44). Mas antes que o milênio pudesse ocorrer, outro festival ocorreria - a Páscoa (veja Lv 23.4-8; Mt 26--27). Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós (1Co 5.7).
Pedro jamais esqueceria esse grande evento. Mais tarde, ele escreveu sobre isso (Veja 2Pe 1.16-18).
Jesus falou com Moisés e Elias a respeito de Sua morte (Lc 9.31). A palavra correta aqui é êxodo e é usada por Pedro, posteriormente, a o descrever Sua morte, que se aproximava (veja 2Pe 1.13-15).

Estudando Lucas 9.29,30,37-39,45,46

Jesus levou Pedro, Tiago e João ao topo de um monte para mostrar-lhes quem Ele realmente era - não apenas um grande profeta, mas o Filho de Deus. Moisés e Elias apareceram, representando a Lei e os Profetas. Jesus cumpriria ambas as coisas (Mt 5.17).
Essa experiência foi um momento crucial na vida de Pedro, Tiago e João. A reação de Pedro faz sentido: ele queria que aquele momento fosse rotineiro. Ele não queria sair dali.
Às vezes, vivemos momentos que não queremos que acabem - longe dos problemas de nossa vida cotidiana. Sabemos que lutas aguardam por nós no futuro, então, queremos permanecer naquele momento. Mas ficar nele impede-nos de servir ao próximo e de tornar-nos mais como Cristo.
Recuar dá-nos forças para retornar ao mundo. Até mesmo, Jesus recuou das multidões. Mas Ele sempre retornava, mesmo sabendo que lutas aguardavam por Ele.
Os discípulos não entendiam as palavras de Jesus sobre Sua morte. Ainda pensavam em Jesus de acordo com as próprias expectativas. Por isso que começaram a discutir sobre quem seria o maior.
Assim como os discípulos, não devemos deixar que nossas perspectivas substituam o propósito de Deus.

Julgamentos Bíblicos

Na realidade, existem alguns julgamentos bíblicos; alguns já foram feitos, outros estão acontecendo neste momento, e outros ainda ocorrerão.
Julgamentos do passado:
O julgamento do jardim do Éden (Gn 3.14-19; Rm 5.12; 1Co 15.22)
O julgamento do dilúvio (Gn 6.5-7; 2Pe 3.1-6)
O julgamento do Calvário (Sl 22.1; Is 53.1-10; Mt 27.33-37; Hb 2.9; 1Pe 2.21-25; 3.18)
Os julgamentos de Israel
a) Nas mãos dos assírios (2Rs 17)
b) Nas mãos dos babilônios (2Rs 24--25)
c) Nas mãos dos romanos (Mt 24.2; Lc 19.41-44)
d) Nas mãos do próprio Cristo (Mt 21.17-19, 33-46)
Julgamentos dos dias atuais:
Sobre igrejas locais pelo Salvador (Ap 2--3)
Sobre crentes específicos
Quando o crente julga a si mesmo (1Co 11.31; 1Jo 1.9)
Quando o pai precisa intervir e julgar (At 5.1-11; 1Co 11.30; Hb 12.3-13; 1Pe 4.17; 1Jo 5.16)
Julgamentos futuros:
O Tribunal (bema) de Cristo (Rm 14.10; 1Co 3.9-15; 2 Co 5.10; Ap 22.12)
O julgamento da tribulação (Ap 6--19)
Sobre os sistemas religiosos do homem (Ap 17)
Sobre os sistemas políticos e econômicos do homem (Ap 18)
Sobre o próprio homem (Ap 6; 8; 9; 16)
O julgamento das lâmpadas e o talento - ele se refere a Israel (Ez 20.33-38; Mt 25.1-30)
O julgamento das ovelhas e bodes - ele se refere aos gentios (Mt 25.31-46)
O julgamento sobre o anticristo e o falso profeta (Ap 19.20)
O julgamento sobre Satanás
a) No poço do abismo por mil anos (Rm 16.20; Ap 20.1-3
b) No lago de fogo para sempre (Ap 20.10)
O julgamento do anjo caído (2Pe 2.4; Jd 1.6)
O julgamento do Grande Trono Branco (Ap 20.11-15)
Os dois julgamentos mais importantes desses oito são o julgamento do Grande Trono Branco e o Tribunal de Cristo. Todos os indivíduos que moram na terra atualmente e os milhões que se foram um dia irão aparecer diante de um desses julgamentos do trono. A decisão não é, portanto, se alguém deverá ser julgado, mas onde esse julgamento irá acontecer.
O julgamento do Grande Trono Branco (Ap 20.11-15) será discutido com maiores detalhes depois. Por enquanto, entretanto, digamos que apenas os não salvos ficarão diante desse trono, sendo que os propósitos e resultados são determinar os graus de punição no inferno.

A dieta de Daniel

Uma dieta divina.
A decisão de Daniel (Dn 1.1-8).
Nabucodonosor escolhera alguns nobres jovens hebreus para serem treinados na língua e na literatura da Babilônia. Daniel e seus três amigos eram parte desse corpo discente (Dn 1.4).
Os jovens receberiam o melhor da comida e do vinho do rei (Dn 1.5).
A lavagem cerebral começou quando um intendente mudou o nome deles (Dn 1.7).
Hananias (o Senhor é gracioso) tornou-se Sadraque (iluminado pelo deus sol).
Misael (quem é o Senhor?) tornou-se Mesaque (quem é Ishtar?).
Azarias (o Senhor é meu auxílio) tornou-se Abede-Nego (o escravo de Nabu). Nabu era o deus babilônio da sabedoria e da educação.
Daniel (Deus é Juiz) tornou-se Beltessazar (príncipe de Bel). Bel era o principal deus do panteão babilônico, equivalente a Zeus ou Júpiter.
Daniel aceitou seu novo nome, mas decidiu não adotar o cardápio do rei (Dn 1.8).
A dieta de Daniel
Três fatores podem ter influenciado a decisão de Daniel:
A carne e o vinho provavelmente haviam sido sacrificados para falsos deuses.
A comida podia estar incluída dentre os itens proibidos pela Lei Mosaica (Lv 11.44-47).
Daniel talvez tenha previamente feito o voto de nazireu (Nm 6.3).
Satanás certamente tentou de muitos modos levar Daniel a voltar atrás:
Era uma ordem do rei, portanto, uma lei.
Desobedecê-la teria uma punição severa como consequência.
Provavelmente, aquela atitude comprometeria todas as possibilidades de progresso.
Quando estiver em um país estrangeiro (como a Babilônia), faça simplesmente como as pessoas do lugar fazem.
Ele estava muito longe de casa, e ninguém saberia das coisas que faria.
De todo modo, Deus permitiu que Daniel fosse capturado.
Saiba mais!
Conheça a história de Daniel, click aqui na imagem abaixo:




Até a próxima!
Fica na paz!

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