COSTUMES BÍBLICOS

A CONDUTA DO CRISTÃO

A CONDUTA DO CRISTÃO 
Texto base: 1Pe 2.11--5.11
Pedro explica e ilustra a conduta esperada dos crentes. Ele começa com um resumo: (1) abster-se dos desejos da carne; e (2) viver com uma conduta honrável para que os de fora sejam convertidos (2.11,12). Depois disto, Pedro elabora sobre a essência da conduta dos cristãos, notando que eles devem viver a vida cristã em submissão, sofrimento e serviço.
Primeiro, os cristãos devem viver em submissão ao governo civil (2.13-17), aos seus senhores (2.18-25), aos seus maridos (3.1-7), e aos irmãos (3.8-12). Eles devem se submeter às autoridades civis, a fim de fazer a vontade de Deus e silenciar os incrédulos (2.13-16). Os cristãos que são escravos devem submeter-se aos seus senhores porque Deus recompensa àqueles que sofrem injustamente (2.18-20). Cristo é um exemplo de sofrimento injusto. Embora Ele não tivesse cometido nenhum pecado, realizou a substituição e a reconciliação do crente por meio do sofrimento (2.21-25).
As esposas cristãs deveriam se submeter aos seus maridos para que eles se convertessem à fé em Cristo (3.1,2). A verdadeira beleza da mulher está em seu caráter e conduta (3.3,4). Os maridos cristãos têm a obrigação de honrar suas esposas. Finalmente, os cristãos devem ser submissos uns aos outros, vivendo em comunhão, união e amor. O Antigo Testamento promete longa vida àqueles que vivem em retidão e buscam a paz (3.8-12).
Segundo, à luz da perseguição, os que creem enfrentam a possibilidade de sofrerem pela justiça. Eles devem reagir com consagração a Deus e prontidão para testificar da fé (3.14,15). O resultado de tal reação será uma boa consciência por parte do cristão e vergonha daqueles que caluniam e abusam (3.16). Cristo é um exemplo importante do sofrimento injusto e o resultado de perseverar em tal sofrimento. Depois que Cristo sofreu e morreu, Ele foi ressuscitado dos mortos e anunciou Sua vitória aos inimigos de Deus. A arca de Noé ilustra o que acontece com aqueles que são salvos, que é uma figura do batismo cristão, e submeter-se ao batismo é um ato de boa consciência para com Deus (3.18-22).
Os cristãos agora vivem para Deus; portanto, devem se desviar do pecado (4.1,2). Eles devem orar, amar uns aos outros fervorosamente, ser hospitaleiros, e usar os dons e habilidades que Deus lhes deu no ministério (4.7-11). Eles devem saber que o sofrimento chegará e reagir com alegria. Eles sofrerão pelo nome de Cristo porque são cristãos; contudo, o sofrimento deles nunca deve ser por causa do pecado (4.12-15). Eles devem manter a boa conduta enquanto sofrem, já que Deus é sempre fiel a eles (4.17-19).
Terceiro, os cristãos devem viver a vida cristã a serviço dos outros, principalmente no que diz respeito ao testemunho de vida e fé. Para que os outros cristãos, sejam fortalecidos e saibam que o Senhor será com eles também. Isso é viver a serviço dos demais irmão, e, não se envolver em negócios de outrem. Pedro exorta os cristãos como um presbítero companheiro e como alguém que testemunhou dos sofrimentos de Cristo e é um futuro participante da glória de Cristo (5.1). Os presbíteros devem levar a exortação de Pedro seriamente e cumprir suas obrigações voluntariamente e com alegria, ao pastorear o rebanho de fieis do Senhor, sabendo que receberão uma coroa de glória quando Cristo voltar (5.2-4). Os cristãos devem confiar em Deus em todas as suas ansiedades porque o Senhor está preocupado com eles (5.7). O diabo está sempre procurando alguma forma de atacá-los e vencê-los; portanto, os cristãos precisam resistir ao diabo firmemente.

CONCLUSÃO
O principal propósito de 1 Pedro é a exortação prática (5.12). Pedro exorta os cristãos a: (1) viver de acordo com a esperança que receberam por intermédio de Cristo e (2) perseverar no sofrimento triunfantemente e com alegria à luz da eterna glória vindoura prometida aos seguidores de Cristo. O tema é viver com esperança em meio ao sofrimento. Alguns subtemas incluem: (1) santidade em meio ao paganismo, (2) Cristo como um exemplo de sofrimento e perseverança, e (3)como suportar o sofrimento triunfantemente.

Pergunta para refletir:
Como podem os cristãos hoje usar as afirmações de Pedro em 1 Pedro 5.8-10 em suas vidas? 

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Até a próxima!
Fica na paz!

QUERUBIM

Querubins/Querubim
Os querubins são citados aproximadamente 92 vezes, tanto no singular como no plural, em 13 livros da Bíblia (Gênesis, Êxodo, Números, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 e 2 Crônicas, Salmos, Isaías, Ezequiel e Hebreus).
O que está escrito sobre os querubins?
Significado da palavra: "segurar firme".
Número total de citações: 92 vezes.

  1. Querubins (plural), 64 vezes.
  2. Querubim (singular), 28 vezes.
Primeira e última referência.
  1. Primeira (Gn 3.24).
  2. Última (Hb 9.5).
Descrição dos querubins.
Dois importantes capítulos do Antigo Testamento descrevem essas angelicais criaturas de forma detalhada.
  1. Conforme Ezequiel 1 (Ez 1.4-24).
  2. Conforme Ezequiel 10 (Ez 10.1-22).
Relação dos querubins à Pessoa de Deus.
  1. Está escrito que Deus habita entre os querubins (1Sm 4.4; 2Sm 6.2; 2Rs 19.15; Sl 80.1; 99.1; Is 37.16).
  2. Está escrito que Deus fala dentre os querubins (Nm 7.89).
  3. Está escrito que Deus monta sobre os querubins (2Sm 22.11; Sl 18.10).
Relação dos querubins ao Tabernáculo e ao Templo. As imagens de dois querubins de ouro foram feitas a pedido de Deus e colocadas em cada lado da parte superior da tampa da arca do concerto no Tabernáculo de Moisés e no Templo de Salomão.
  1. O Tabernáculo de Moisés (Êx 25.17-22).
  2. O Templo de Salomão (2Cr 3.10-13).
Relação dos querubins ao Templo do Milênio.
Ele será decorado com esculturas de querubins (Ez 41.18,20,25).
O mais infame dos querubins. Lúcifer, que liderou uma rebelião contra Deus e tornou-se o diabo, foi criado originalmente como um querubim (Ez 28.14,16).
O lar original de Lúcifer (o anjo que mais tarde se tornaria o diabo) pode ter sido formado apenas pelo celestial jardim do Éden conforme a descrição de Ezequiel 28.12-17 sem nenhum acesso registrado ao sol, lua ou estrelas. Isso pode indicar que esses corpos celestiais ainda não haviam sido criados?
A terrível revolta contra Deus, planejada e colocada em prática por Lúcifer (Is 14.12-14), onde um terço dos anjos do céu foram persuadidos a unir-se a ele (Ap 12.4), certamente teria exigido muito tempo de organização para ser implementada!
Atividades dos querubins:
  1. Eles protegem a Santidade de Deus (Gn 3.22-24). Existe uma analogia interessante entre os querubins guardando a entrada para o Paraíso e os touros e leões alados da Babilônia e Assíria , imagens colossais de rosto humano fazendo guarda na entrada de templos e palácios. Por ambas as nações ocuparem exatamente o m esmo lugar onde o jardim do Éden, possivelmente, localizava-se, não é incorreto sugerir que esses ídolos eram cópias corrompidas dos verdadeiros querubins no formato de estátua.
  2. Eles ostentam a glória de Deus (Ez 1,10).
Vamos falar um pouco sobre os seres viventes referidos em Apocalipse (Ap 4.6-9; 5.8,14; 6.1,3,5,7; 15.7).
Descrição (Ap 4.6-8).
Identidade:
Aqui, temos similaridades entre os querubins e os serves . Mas também podemos ver diferenças. Os querubins têm quatro rosto cada, enquanto que os seres viventes têm apenas um. Os querubins têm quatro asas, enquanto que os seres viventes tês seis.
Atividades:
  1. Adorar e glorificar a Deus (Ap 4.8).
  2. Agradecer e adorar a Deus: a) Por Sua obra de criação (Ap 4.9-11). b) Por Sua obra de redenção (Ap 5.9).
  3. Coletar (e, provavelmente, lançar como incenso) todas as orações dos crentes no altar de ouro (Ap 5.8; 8.3,4).
  4. Anunciar os quatros primeiros julgamentos dos selos durante a tribulação (Ap 6.1-8).
  5. Distribuir os sete salvas de ira para sete anjos (Ap 15.7).
  6. Talvez tivessem a função de seguir com as responsabilidades que pertenciam a Lúcifer.
  7. Talvez tivessem a função de ser um lembrete constante da Pessoa e Obra de Jesus Cristo. Foi sugerido que os rostos dos querubins e dos seres viventes servem para lembrar os eleitos, por toda a eternidade, do ministério realizado na terra pelo abençoado Senhor. Esses rostos correspondem diretamente à apresentação de quatro partes de de Cristo no evangelho. a) Mateus apresenta-o como o Leão da tribo de Judá. b) Marcos apresenta-o como o boi servil. c) Lucas apresenta-o como o Homem perfeito. d) João apresenta-o como uma poderosa e divina águia.

Leia mais sobre as atividades dos querubins e seres viventes, na grande tribulação: Click na imagem abaixo!


O terceiro templo: localização, localização

Thomas Ice e Timothy Demy citam três possíveis localizações do templo no monte do Templo:
Todos concordamos que o terceiro templo será construído em algum lugar dos 14 hectares do monte do Templo em Jerusalém. Mas o lugar exato do monte em que o templo, que é relativamente pequeno, será colocado é fonte de grande debate. Quais as opções?
Três locais receberam mais atenção como possíveis localizações para o templo: o local norte, o local tradicional e o local sul.

O local sul
O local menos provável é o local sul, proposto por um estudioso católico chamado Bellarmino Bagatti em 1979.[...]
A visão de Bagatti é a mais fraca dos três porque é baseada, nos pontos cruciais, em dados históricos falsos que foram usados para calcular suas conclusões. Uma de suas suposições falsas é a de que a rocha sagrada em cima do monte do Templo não é uma base para localizar o templo.

O local norte
O Dr. Asher Kaufman de Israel, no final dos anos 70, desenvolveu a visão de que o templo localizava-se no canto nordeste do monte do Templo.[...] Ele acredita que esse ponto é o ponto natural mais alto do monte do Templo, e onde o templo deveria localizar-se.
O arqueólogo israelita Dr. Dan Bahat levanta as seguintes objeções à visão de Kaufman:
Nós [arqueólogos] não aceitamos a visão do Dr. Asher Kaufman. A localização que sugeriu para o templo não concorda de forma alguma com o que sabemos hoje sobre o posicionamento do monte do Templo. Existe outro monte do Templo que data do período asmoneu ou o de Simão, o justo (não podemos precisar a data ainda), e era um monte do Templo confinado precisamente à topografia da área. Ele era formado de tal maneira que nenhum acréscimo poderia ser feito sem alterar as características topográficas. Por exemplo, o vale central de Jerusalém começa em um ponto que desce até onde se localiza o Muro das Lamentações hoje, e, a partir desse ponto, vai por baixo do monte do Templo para sair por baixo dele.
Por esse motivo, Herodes, o Grande, queria aumentar o monte do Templo, porque ele não poderia construí-lo sem alterações topográficas, e porque os asmoneus, ou Simão, o Justo, fizeram a maior expansão do templo possível dentro da estrutura da topografia em volta do monte do Templo. Herodes, o Grande, portanto, para fazer a expansão, teve de atravessar o vale central e outros vales dos arredores em Jerusalém. Dessa forma, conhecemos precisamente as condições de como o templo foi instalado antes da época de Herodes, o Grande. Se aceitássemos a teoria de Asher Kaufman sobre a localização do Santo dos Santos, isso forçaria todo o templo, mas isso é impossível por causa da grande profundidade do vale. Além disso, Charles Warren descobriu um enorme fosso na área norte, e, se formos aceitar a teoria de Kaufman, metade do templo teria sido construída dentro desse fosso.
Essa visão ganhou popularidade no meio evangélico estadunidense como uma solução que resolveria os problemas políticos associados com a reconstrução do templo. Alguns sugeriam que, se a visão do norte estiver correta, o templo poderia ser construído sem atrapalhar a Cúpula da Rocha. Entretanto, essa não é uma solução, pois nem judeus nem árabes permitiriam que a proximidade de seus edifícios profanasse seus lugares santos.

O local tradicional
A visão aceita pela maior parte dos judeus religiosos da Israel atual é a de que o local tradicional, preservado pela Cúpula da Rocha, é onde o próximo templo será construído. Essa visão é a que acreditamos estar correta [...] Embora muitos detalhes possam ser dados em apoio a essa visão, ela se resume a um simples fato - a Cúpula da Rocha preserva a rocha, e, portanto, o local de templos anteriores. Dan Bahat diz, inequivocamente:
Direi agora que o templo está exatamente no lugar do monte do Templo em que a Cúpula da Rocha fica hoje. Quero dizer, explicitamente e claramente, que acreditamos que a rocha embaixo da Cúpula é o local preciso do Santo dos Santos. O templo estendeu-se exatamente até onde a Cúpula está. A "Pedra Fundamental" é, na verdade, a pedra que continha o Santo dos Santos.
Chaimi Richman do Instituto do Templo diz:
Temos uma tradição, que foi passada adiante em uma corrente inquebrável, desde nossos pais de que a rocha, a pedra embaixo da Cúpula da Rocha, é a "pedra fundamental".
Dan Bahat concorda com isso quando acrescenta:
[...]Omar, o conquistador muçulmano de Jerusalém, foi levado por um judeu diretamente para essa pedra, não para outra. Então a tradição é bastante clara quanto à tradição do lugar. (The Truth About the Last Days'Temple.p.33,35-37).

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Até a próxima!
Fica na paz!


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