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Estudando Jeremias caps. 23 ao 36 Página "C"

Jeremias

Estudando o Livro do Profeta JEREMIAS

Caps. 23 ao 36

Jr 23: Uma severa repreeensão - e esperança futura

O profeta censura os governantes (1-8) e os líderes religiosos (9-40). O mau governo e as mentiras anunciadas em nome de Deus não ficaram impunes.

Depois vem uma promessa maravilhosa. Um dia Deus colocaria no trono um rei de sua escolha (5-8). A volta do exílio deixaria na saudade o velho êxodo do Egito.

Os vs. 9-40 são dirigidos aos profetas. Os do reino do Norte (Samaria) serviram a Baal. Isto já era terrível. Mas em Judá "todos eles se tornaram como Sodoma, e os moradores de Jerusalém, como Gomorra" (veja Gn 18.20-21)! Com tal mensagem, não é de admirar que Jeremias tenha atraído sobre si o ódio dos sacerdotes e profetas, assim como aconteceu também com Jesus (26.11; compare Mt 21.45-46; 26.66).

Renovo (5) "Descendente"; veja Is 4.2; 11.1. Também é título do Messias em Zc 3.8; 6.12.

Adúlteros (10) Aqueles que traíram Deus, voltando-se aos deuses pagãos, cuja adoração envolvia ritos sexuais e prostituição.

Sentença pesada (33,ARA) Mensagem.

Jr 24: Linguagem figurada

Jeremias deve ter tido a visão dos dois cestos de figos diante do Templo de Deus um pouco depois de 597 (v. 1; "Jeconias" é Joaquim). Os exilados eram a elite do povo de Deus. (Ezequiel estava entre os primeiros cativos: Ez 1.1-3. Daniel e seus amigos, segundo Dn 1.1-7, haviam chegado ainda antes à Babilônia.) E Deus lhes estava preparando um futuro. Para os que ficaram em Judá não havia futuro senão a destruição. Entretanto, através de Jeremias, Deus ainda não havia desistido de seus "figos ruins".

Coração (7) O conceito é abrangente e inclui a mente, a vontade e as emoções.

Jr 25: Invasão iminente

Era o ano de 605 (v.1), o ano em que Nabucodonosor da Babilônia derrotou os egípcios em Carquemis. Durante 23 anos Jeremias repetira a mensagem de Deus, mas o povo não o levou a sério. Agora ele anuncia que a cidade cairia e que eles serviriam os babilônios durante 70 anos no exílio. O juízo de Deus também cairia sobre as nações pagãs que tanto o mereciam, e sobre a própria Babilônia (12-38).

V. 13 Para as profecias de Jeremias contra as nações pagãs, veja os caps. 46--51 página "D" .

Jr 26: Jeremias ameaçado de morte

Era o ano de 609 a.C., bem no começo do reinado do rei Jeoaquim, ou um pouco depois. A situação apresenta ligações com o cap. 7. Era uma daquelas épocas em que era perigoso declarar a verdade de Deus como ela é (15), e o discurso franco de Jeremias no Templo quase lhe custou a vida. O anúncio de que a desobediência contínua levaria à destruição do Templo enfureceu os sacerdotes e profetas de tal forma que queriam matá-lo (11). Mas o nome de Deus ainda valia alguma coisa entre as autoridades e o povo (16). Urias (20-24; mencionado apenas nesta passagem) teve menos sorte. A influência de Aicão, um oficial da corte, protegeu a Jeremias (24).

Siló (6) Veja cap. 7.

V. 16 Segundo a Lei, um falso profeta devia ser morto (Dt 18.20). Mas, nessa ocasião, Jeremias foi reconhecido como verdadeiro profeta de Deus.

V. 18 Veja Mq 3.12. As palavras do profeta foram lembradas um século depois (Miquéias foi contemporâneo de Isaías).

Jr 27--28: Rebelião ou submissão?

Era 597 a.C. Os babilônios haviam levado os primeiros cativos de Jerusalém e colocaram o rei Zedequias no trono. Mas o rei babilônio estava com problemas em seu país, e nas pequenas nações do ocidente, inclusive Judá, havia rebelião no ar.

Jeremias percorre as ruas da cidade com uma canga de madeira no pescoço em sinal de submissão à Babilônia. Somente submetendo-se é que Judá (27.12-15) e as outras nações (27.3-11) podem evitar a destruição. Esta mensagem não foi bem aceita e provocou um conflito direto com os falsos profetas. Hananias, que afirmava ter uma mensagem de Deus, contradisse as palavras de Jeremias, quebrou a canga (28.1-4,10), e disse ao povo o que eles queriam ouvir. Mas o tempo mostrou que a verdade estava com Jeremias (28.15-17); e compare 27.19-22 com 52.17-23). Qualquer profeta que afirma falsamente falar em nome de Deus estava sob sentença de morte (Dt 18.20).

 

cestos de figos

Os dois cestos de figos proporcionaram uma ilustração para o profeta (cap. 24).

"Eis aí vem dias, diz o Senhor, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá... Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo."

Jr 31.31,33 (ARA)

Jr 29: Carta aos exilados

Os exilados a quem Jeremias escreve são os cativos, deportados com o rei Jeoaquim, entre os quais estava Ezequiel (veja Jr 22). Os falsos profetas previam um retorno em breve. Jeremias orienta os exilados a se estabelecerem na terra estrangeira e levarem uma vida normal, pois o exílio duraria 70 anos. Depois eles retornariam. Mas mesmo da Babilônia seus inimigos tentavam criar problemas para ele (24-32).

Jr 30--31: A promessa de uma nova aliança

No momento mais difícil da nação, vem uma mensagem de esperança. Quando tudo indicava uma extinção total, Deus promete um futuro ao seu povo (a nação inteira, os reinos do Norte e do Sul). Eles seriam salvos (30.10-17) e com alegria á terra natal (31.7-9) e uma nova aliança substituiria a antiga feita no Sinai, que de dentro para fora, dando-lhes poder para fazer a sua vontade (31.31-34; e compare Rm 8.1-4; 2Co 5.17).

Estas palavras de Jeremias, como as de Isaías, têm um significado futuro a curto e longo prazo. Ele estava falando do retorno efetivo do exílio, mas a promessa não se esgotava nisso. Os escritores do NT (que significa "nova aliança") viriam em Jesus Cristo a realização plena dessa profecia de jeremias (veja do Espírito Santo, escrever as leis de Deus no coração de todos os crentes.

Efraim (31.9) A tribo mais poderosa do reino do Norte representa todas as tribos.

Pastor (31.10) Para outras referências a esta imagem de Deus veja Gn 49.24; Sl 23; Is 40.11; Ez 34.11-31. A mesma imagem foi aplicada a Jesus: Jo 10.7-16; Hb 13.20; 1Pe 2.25; 5.4; Ap 7.17.

Ramá, Raquel (31.15) Raquel, mãe de José e Benjamim, morreu em Ramá, perto de Belém. Jeremias  descreve seu pranto pelos filhos exilados. Mt 2.18 vê nisto um retrato da tristeza causada pelo massacre dos meninos de Belém, por ordem de Herodes.

Jr 32: Jeremias compra um campo

Estamos em 588 ou 587. Jerusalém está sitiada, e Anatote, a cidade natal de Jeremias, nas mãos dos inimigos. O primo Hananel era um grande otimista, tanto que foi até a prisão onde Jeremias estava (2-3) para tentar vender umas terras. Numa hora daquelas! Por incrível que pareça, Jeremias comprou, e essa compra deixou a seguinte mensagem: "Deus tem um futuro para Judá". Todos na cidade devem ter ouvido falar nisto. Jeremias agiu por ordem de Deus; somente depois ele admitiu a sua perplexidade (25). Em resposta, Deus lhe expôs o propósito imediato e também o propósito último para a nação.

Baruque, secretário de Jeremias, aparece pela primeira vez no v. 12. Ele recebe destaque nas caps. 36 e 45. (Entre os livros apócrifos ou deuterocanônicos está um livro de Baruque.)

V. 8 A terra era uma herança familiar, ou seja, só podia ser vendida dentro da família. Veja Lv 25.25.

V. 35 Veja comentário sobre Is 30.33.

Jr 33: A promessa infalível de Deus

Jeremias ainda é prisioneiro do rei Zedequias, como no capítulo anterior. O tema ainda é a restauração futura. O que Deus derrubou, ele iria reconstruir (4,6-9). A alegria e a prosperidade retornariam (10-11) e um rei ideal assumiria o governo (14-16). Isto se cumpriria com tanta certeza quanto o fato de a noite vir depois do dia segundo determinação de Deus (20-21).

V. 21 Veja 2Sm 7 e Nm 25.

As duas famílias (24) Israel e Judá (veja NTLH). Ou, com base no v. 26, a família de Jacó (a nação) e a família de Davi (os reis)

Jr 34: Senhores enganam os escravos

Estamos ainda em 588 ou 587. Após receber a mensagem de Deus (1-7), o rei Zedequias decretou a libertação de todos os escravos hebreus, possivelmente tentando ganhar o favor divino. A Lei dizia que os escravos hebreus deviam ser libertos após seis anos (veja Dt 15.12-18), mas a prática fora negligenciada. Agora os senhores concordaram em libertar os seus escravos, mas depois mudaram de idéia. Os escravos foram forçados à escravidão novamente, e Deus condenou os senhores como transgressores da lei.

porta do Esterco

A Porta do Esterco na Jerusalém. Aqui as pessoas cuidam de seus afazeres como faziam na época de Jeremias.

Vs. 4-5 Veja 39.7. Não há registro da morte de Zedequias.

Vs. 18-19 A cerimônia invocava um destino semelhante sobre quem quebrasse a aliança. Veja Gn 15.

Se retiraram/parou de atacar (21) Houve um alívio temporário enquanto Nabucodonosor enfrentava o exército do Faraó (37.5).

Jr 35: Clã nômade envergonha o povo de Deus

Os caps. 35--36 nos fazem retroceder 10 anos, ao tempo do cerco anterior de Jerusalém, durante o reinado de Jeoaquim (609-598). Os recabitas eram descendentes de Jonadabe, que se colocara do lado de Deus contra os adoradores de Baal em 2Rs 10.15-23. Haviam feito a promessa de nunca beber vinho e de se dedicarem à vida nômade. (Eles só aparecem  aqui, em 2Rs 10 e 1Cr 2.55). Por medo do exército invasor, eles vieram a Jerusalém (11), onde sua fidelidade a uma promessa feita 200 anos atrás envergonhou o povo de Deus.

Jr 36: O rei queima o rolo do profeta 

Este é um dos capítulos mais vívidos e dramáticos de toda a Bíblia. Aconteceu em 605/4 a.C. Jeremias estava proibido de ir ao Templo (5; sem dúvida para impedi-lo de repetir o que dissera antes, cap. 26). Mas a palavra de Deus não pode ser sufocada. A mensagem estava escrita. O profeta aguardou o momento propício e então, num único dia, ela foi lida em voz alta três vezes: para o povo que orava no Templo, para os oficiais do palácio, e para o próprio rei. Jeoaquim (veja também cap. 22) podia queimar o rolo, mas nem ele tinha o poder de destruir a mensagem, ou impedir o seu cumprimento. Pacientemente, Jeremias e seu secretário Baruque reescreveram as palavras do rolo.

Rolo (2) Antes de existirem livros como os de hoje, os textos eram escritos em longos rolos de papiro ou de pergaminho. Os rolos podiam chegar a 10 m de comprimento e conter uma grande quantidade de material, que era escrito em colunas. Veja também: Os Rolos e O trabalho dos editores.

V. 30 Três meses após a morte de Jeoaquim, seu filho foi deportado para a Babilônia.

 
 

 

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