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Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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Sacrifícios

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Oferecer sacrifícios era o aspecto central do culto no AT, e todas as pessoas daquele tempo sabiam do que se tratava. No entanto, isto é algo que intriga os leitores de hoje. Como podia essa prática tão rude e cruel aproximar uma pessoa de Deus, e ainda por cima perdoar pecados? No entanto, tanto o AT como o NT indicam que isso de fato era assim. Na verdade, no NT a morte de Cristo na cruz é vista como o ponto alto e cumprimento de todos os acrifícios de animais no AT. Assim, precisamos fazer em esforço para entender a função dos sacrifícios na cultura dos adoradores do tempo do AT.

Contexto Precisamos imaginar como era a vida numa pequena aldeia onde praticamente todos tinham um pedaço de terra, que era cultivado para conseguir o sustento da família. Era uma agricultura de subsistência, e as pessoas se consideravam felizes se conseguiam chegar ao final do ano com algum cereal de sobra para a semeadura do ano seguinte.

Os bens mais preciosos que se tinham eram os animais. A maioria dos moradores da aldeia teria um rebanho de ovelhas ou de cabras. Os mais ricos teriam alguns bois e algumas vacas, animais de grande valor porque puxavam o arado e as carroças, além de fornecer carne e leite.

A maioria das pessoas era semi-vegetariana, não por convicção ou decisão pessoal, mas porque não podia se dar o luxo de carnear seus valiosos animais. As pessoas comiam carne  quando recebiam uma visita importante (p.ex., 2Sm 12.1-6), por ocasião de um casamento, ou nas grandes festas religiosas como a Páscoa. Ainda em sociedades mais ricas de nossos dias pode-se ver um reflexo dessa atitude, quando as pessoas discutem o que deveriam comer numa ocasião especial, como, por exemplo, na festa de Natal. Portanto, as pessoas matavam um animal para comer carne quando queriam sinalizar que o momento exigia uma celebração especial. Fazer isso envolvia um custo considerável.

Ao oferecer um sacrifício, a pessoa estava, por assim dizer, acolhendo o convidado mais importante que se poderia imaginar: o próprio Deus. O que se oferecia em sacrifício era a comida que se daria a um convidado de honra. Embora a Bíblia dê bastante atenção à forma como os diferentes sacrifícios de animais deviam ser oferecidos, ela também mostra que cada um desses sacrifícios era acompanhado por uma oferta de cereais (seja o grão em si, seja a farinha ou o pão) e por uma libação de vinho (que era derramado no chão, ao lado do altar)

Nm 15.1-12). Portanto, um sacrifício era uma refeição especial preparada em honra do Criador.

Só o melhor era bom que chega Nesse contexto, podemos entender por que nenhum desses animais podia ter algum defeito (p.ex., Lv 1.3). Seria uma grande falta de respeito querer enganar Deus com algo de qualidade inferior (2Sm 24.24).

Foi o que Caim tentou fazer, oferecendo apenas alguns produtos da terra, ao passo que Abel ofereceu as primícias do seu rebanho e a gordura (Gn 4.3-5). Não admira que Deus tenha rejeitado o sacrifício de Caim. A colocação desta história bem no começo da Bíblia mostra a importância, no caso dos sacrifícios, das atitudes certas e das ações adequadas.

Esta mensagem é reforçada em Gn 8. Embora a humanidade continuasse tão pecadora quanto era antes do dilúvio (compare 8.21-22 com 6.5-7), o sacrifício de Noé fez com que a atitude de Deus em relação à sua criação passasse de uma ira destruidora a uma promessa de preservação futura.

Restaurando a paz Disto passamos ao conceito de expiação, que ocupa um lugar central na visão bíblica dos sacrifícios. O sacrifício é uma forma de lidar com os problemas criados pelo pecado, que destrói a paz que deveria existir entre Deus e a humanidade. Outros povos viam nos sacrifícios uma maneira de alimentar os deuses, mas esta idéia é enfaticamente rejeitada na Bíblia. Deus é o criador: ele não precisa ser alimentado pelas suas criaturas. Ao contrário, ele é quem alimenta os seres humanos (Gn 1.29-30; Sl 50.8-13). Qual, então, a razão dos sacrifícios?

Por que os sacrifícios? A primeira vez que, na Bíblia, se fala sobre sacrifícios é imediatamente após Adão e Eva serem expulsos do jardim do Éden. A segunda vez é logo após o dilúvio. Estas histórias mostram o que é o pecado e quais as suas consequências. Adão e Eva morreram espiritualmente, ao serem afastados de Deus. Nos dias de Noé, a maioria dos homens pereceu no dilúvio. Foi o suave cheiro do sacrifício de Noé que levou Deus a mudar de atitude, prometendo nunca mais tornar a destruir a sua criação.

Nas passagens que falam sobre sacrifícios, muitas vezes se menciona esse "cheiro suave". Também se diz que os sacrifícios são oferecidos para "fazer expiação", ou seja, os pecados dos fiéis são perdoados e eles estão outra vez em paz com Deus.

Agora, por que a atitude de Deus em relação aos pecadores é é mudada através dos sacrifícios?

Vários "modelos" são usados para interpretar os sacrifícios, e a maioria deles tem alguns ponto em comum:

»Todos os animais oferecidos em sacrifício, bem como o vinho e os cereais, representavam o que de mais precioso tinha a pessoa que trazia o sacrifício. Eram coisas essenciais à vida dessa pessoa. Trazendo essas ofertas, a pessoa devolvia a Deus os dons mais preciosos que havia recebido.

»A vítima sacrificial representava a pessoa que oferecia o sacrifício. Colocar a mão sobre a cabeça da vítima era uma forma que o ofertante tinha de dizer "este sou eu". Quem oferecia o sacrifício estava, ou se dedicando a Deus (provavelmente um aspecto central no caso dos holocaustos), ou reconhecendo que, por causa dos seus pecados, merecia morrer e que o animal estava morrendo em seu lugar (p.ex., em sacrifícios para tirar a culpa de pecados). A vida do animal era entregue em lugar da vida do ofertante.

Destruição do Templo

Os judeus deixaram de oferecer sacrifícios quando seu Templo foi destruído pelos romanos em 70 d.C.,Imagens do Templo

mas os samaritanos ainda continuam com o sistema sacrificial da antiga aliança.

»Isto nos traz à idéia de que o sangue faz expiação. O sangue representa vida. E era a vida do animal "derramada" na morte, que restabelecia a paz entre Deus e as pessoas (Lv 17.11). Às vezes esse sangue era visto como o pagamento de um resgate, a vida do animal substituto a vida do pecador (p.ex., nos holocausto). Outras vezes era visto como pagamento de uma dívida (a oferta pela culpa). E podia, ainda, ser visto (no caso de oferta pelo pecado) como uma forma de purificar tanto pessoas como lugares e objetos, possibilitando a Deus, que é totalmente puro e santo, se fazer presente entre o povo.

A morte de Cristo Todas estas imagens são reunidas no NT, na interpretação da morte de Cristo.

»Ele é o verdadeiro cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29).

»Ele deu a sua vida em resgate por muitos (Mc 10.45).

»Seu sangue nos purifica de todo pecado (1Jo 1.7).

Por fim, o livro de Hebreus (caps.8;10) deixa claro que Cristo é tanto o sacerdote perfeito quanto o último sacrifício, pois a morte dele faz com que todos os sacrifícios de animais que alguém, porventura, ainda queira fazer sejam desnecessários.

 

 

 

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Mateus 11:28

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