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Reunindo a evidência dos quatro  Evangelhos, podemos sugerir a seguinte sequência de acontecimentos:

Veja JESUS - A RESSURREIÇÃO 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

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Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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Romanos

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ROMANOS

RESUMO
Paulo escreve aos cristãos de origem judaica e gentílica em Roma, aos quais esperava visitar em breve, tratando dos grandes temas da lei, fé e salvação.

Paulo, o viajante e cidadão romano, ainda não havia visitado Roma quando essa carta foi escrita (cerca de 57 d.C.). Ele fizera três longas viagens, abrindo caminho para a mensagem cristã em todas as províncias orientais do Império e estabelecendo igrejas. Agora, encontrando-se provavelmente em Corinto, prestes a levar a Jerusalém o auxílio para os pobres daquele lugar (veja At 20), os pensamentos de Paulo se voltam para o avanço missionário no Ocidente. Ele viajaria para a Espanha e, no caminho, realizaria o sonho de muitos anos: visitar os cristãos de Roma.

Paulo não sabia que três longos anos se passariam entre a carta e a visita, ou que, quando finalmente entrasse em Roma, seria na condição de prisioneiro. (At 28).

A cidade e a igreja

Veja "A cidade de Roma". Na época de Paulo, Roma era a capital de um império que se estendia da Inglaterra à Arábia. Rica e cosmopolita, era o centro diplomático e comercial do mundo conhecido. Todos os caminhos levavam a Roma. A paz romana tornara as viagens mais seguras, embora nunca fossem totalmente livres de perigo (veja 2Co 11.26); e as estradas romanas tornavam as jornadas relativamente rápidas e fáceis. No dia de Pentecostes, havia visitantes de Roma em Jerusalém, ouvindo o primeiro sermão de Pedro.

Diante disso, não é de admirar que houvesse uma grande e pujante igreja cristã em Roma quando Paulo escreveu a carta. A maioria dos cristãos talvez fosse de origem gentílica, e um dos motivos por que Paulo escreveu pode ter sido o desejo de incentivar o respeito pelos companheiros cristãos de origem judaica (veja caps. 9--11 em especial).

Pouco antes tinha havido problemas com as autoridades. E embora tudo já estivesse tranquilo, os cristãos ainda eram suspeitos. Afinal, o Fundador da religião havia sido condenado sob a acusação de atividade subversiva contra o imperador. E apesar de seus esforços de serem cidadãos leais a Roma, pouco anos após essa carta (em 64 d.C.) o imperador Nero conseguiu fazer dos cristãos o bode expiatório, culpando-os pelo incêndio que atingiu a cidade. Segundo a tradição, tanto Paulo quanto Pedro morreram na terrível perseguição que se seguiu.

A Epístola

Romanos ocupa o lugar de honra entre as Epístolas do NT, embora não tenha sido a primeira a ser escrita. 1 e 2Tessalonicenses, 1 e 2Coríntios e Gálatas são anteriores e alguns dos temas dessas cartas são retomados em Romanos. Não sabemos o que levou Paulo a escrever nesse exato momento. É possível que tenha percebido que corria risco de morte ao fazer aquela viagem a Jerusalém e que talvez jamais pudesse se encontrar pessoalmente com os cristãos romanos. Assim, tratou de apresentar elementos fundamentais da mensagem cristã, que eram importantes para eles na situação em que se encontravam e que poderiam ajudá-los a entender mais sobre o que ele ensinava.

O grande tema de Romanos é a fé na morte  e ressurreição de Cristo como única base de aceitação da parte de Deus -- um Deus que trata todos de modo igual, sejam eles judeus gentios.

Paulo não mede palavras em sua descrição do estado em que o mundo se encontra (1.18-32).

Pelos padrões de Deus, todos estão condenados. Até o judeu, que tinha o privilégio singular de conhecer a lei de Deus, não conseguiu obedecê-la (2.1--3.20). Mas Deus nos oferece perdão gratuito e nova vida. O que não podemos fazer por nós mesmo, Jesus fez por nós (cap.5). Somos livres para começar de novo, desta vez com todo o poder de Deus à nosso disposição (caps. 6--8).

Por que, então, enquanto os gentios aceitam de bom grado a salvação que Deus oferece, a maioria dos judeu, esta era uma situação que o deixava com muita dor no coração. Aparentemente eles estavam tão preocupados com obediência à lei que não conseguiam ver que Deus fizera algo novo em Cristo. Consideravam que a forma antiga de se relacionar com Deus ainda era a forma e que não podiam abrir mão dela. Mas no final eles também "entrariam" (caps.9--11).

O perdão e amor de Deus nos impelem a viver segundo nosso novo chamado, a reformular toda a nossa maneira pensar e de viver. As "boas novas" de Deus não são um fim em si. Elas to propósito de transformar relacionamentos humanos, tornando possível que judeus e gentios se tratem como iguais Igreja, e permear cada ada vida diária (caps. 12--15).

É impossível medir o impacto e a influência de Romanos. Essa epístola inspirou a imaginação de grandes homens - Agostinho, Lutero, Bunyan, Wesley - e através deles moldou a história da Igreja. Mas, através dessa epístola, Deus também tocou a vida de inúmeras outras pessoas - homens e mulheres simples que leram esse texto, creram na sua mensagem, e agiram com base no ensinamento do apóstolo.

Pompéia

Quando Paulo usa palavras duras para descrever a imoralidade do mundo romano, ele não estava exagerando. Isto se confirma pela leitura de obras daquele tempo e pelas ruínas de Pompéia, cidade que, juntamente com o seu povo, foi surpreendida em meio à normalidade da vida diária pela lava do Vesúvio que soterrou a tudo e a todos. Isto aconteceu pouco tempo depois de Paulo ter escrito sua carta aos romanos.

Rm 1.1-15 Introdução

Na abertura da epístola, o apóstolo resumo a sua missão de vida. Paulo, escravo e emissário de Cristo, comissionado para levar o evangelho de Deus às nações, escreve a seus companheiros cristãos de Roma. Usando ao mesmo tempo os termos "graça e paz", ele funde as saudações tradicionalmente usadas por gregos e judeus e forma algo genuinamente cristão. O que é o evangelho? É a mensagem sobre o Filho de Deus, ressuscitado dentre os mortos, "Jesus Cristo, nosso Senhor" (2-4). (Esta é a mensagem do evangelho; seu efeito é resumido nos vs. 16-17).

Os vs. 7-15 expressam o que Paulo sentia em relação aos romanos. Ele tinha uma grande consideração para com esse grupo de cristão que jamais encontrara pessoalmente. Desejava vê-los e compartilhar com eles tudo que o evangelho significa.

V. 7 A palavra "santos" (ARA) não designa uma elite, mas todos que pertencem a Cristo: o povo de Deus.

V. 14  "Tanto a gregos como a bárbaros" (ARA): aqueles que não eram gregos eram considerados não-civilizados.

Rm 1.16---11.36 O evangelho de Paulo

Rm 1.16-17: O poder de Deus para salvar

Paulo se gloria no evangelho de Deus, o qual ele precisa dar a conhecer a todos. Ele entrará em mais detalhes sobre esse evangelho no decorrer da epístola. Aqui, ele resume seu efeito:

• é o poder de Deus para salvar toda pessoa que crê.

• revela a "justiça" de Deus.

Essa justiça não é simplesmente uma perfeição moral abstrata, mas o fato de que Deus cumpre as suas promessas (sua "fidelidade à aliança"). Assim, "ao anunciar que Jesus Cristo é... Senhor do mundo, Paulo está... revelando ao mundo as boas novas de que o Deus único de todo o mundo cumpriu a sua palavra, resolveu de forma definitiva o problema do mal que invadiu a sua criação, e agora está restaurando a justiça, a paz e a verdade" (Tom Wright).

Rm 1.18--3.20: Um mundo necessitado

Paulo começa a sua argumentação com uma análise profunda da condição humana. Todos - gentios (1.18-32) e judeus (2.1--3.8) - estão sob o juízo de Deus.

A humanidade como um todo (1.18-32) se recusa a reconhecer Deus. As pessoas não têm desculpa, pois é possível conhecer e reconhecer Deus nas coisas que ele criou. Assim, Deus permite que façam o que desejam fazer, e as pessoas se afundam cada vez mais no lamaçal de sua própria conduta perversa e pervertida. Idéias erradas (irracionalidade) e ações erradas andam juntas. Se a razão é rejeitada (25), a consciência também não será ouvida (32).

Em seguida, Paulo se volta aos judeus (2.1--3.20), embora só sejam mencionados no v. 17. Eles são rápidos em julgar os outros, mas ignoram o fato de que Deus os está chamando ao arrependimento de seus próprios erros. Assim, também eles estão sob condenação. Deus não tem favoritos. Ele julga todos pelo mesmo padrão (11). Aqueles que não têm a lei de Deus e aqueles que a têm serão julgados, não pelo que sabem, mas pelo que fazem (13).

Rm 2.17-29: Os judeus não serão salvos pela lei (12-24) nem pela circuncisão (o sinal externo de que se pertence a Deus; 25-29). Eles se orgulham de Deus e da lei. Sabem o que Deus quer que façam, mas será que realmente cumprem a lei? Se não a cumprem, "a sua circuncisão já se tornou incircuncisão"! O verdadeiro judeu é aquele que obedece a Deus de coração.

Rm 3.1-20: Paulo antecipa as objeções que os críticos levantariam e responde a todas elas.

• Os judeus têm alguma vantagem sobre os outros? Sim, o fato de Deus lhes ter confiado a sua revelação (3.1-2).

• E se alguns falharam na sua confiança? Será que Deus revogará as suas promessas? Não. Deus ainda cumpre a sua palavra (3.3-4), mas promessas não os salvarão.

• As injustiças e maldades parecem ter uma finalidade boa, já que acentuam a bondade de Deus. Assim, por que não "praticar males para que venham bens?" Porque Deus é um justo Juíz, e os fins não justificam os meios (3.5-8).

• Os judeus estão em situação melhor do que as outras pessoas? Não. Todos estão debaixo do poder do pecado. A lei faz com que as pessoas saibam que são pecadoras. Ela coloca a pessoa perante a sua própria responsabilidade, mas não consegue colocá-la no relacionamento correto com Deus (3.9-20).

Entregou (1.26,28) Deus não força ninguém a obedecer. A Bíblia usa linguagem forte. Aquele que não querem ouvir são entregues aos desejos de seu coração, e sofrerão as consequências. Mas Deus nunca abandona as pessoas contra a vontade delas.

2.6,13 Isso parece contradizer o que Paulo já disse em 1.17. Mas a tese que ele está defendendo nestes capítulos é que ninguém realmente faz tudo que Deus exige. Há uma nova maneira de ser justificado diante de Deus.

Circuncisão (2.25) Veja Gn 17.

2.29 Aqui temos um Jogo de palavras. "Judeus" é derivado de "Judá", que significa louvor.

Justificado (3.20) Também trazido por "declarado justo diante dele" e "aceito por Deus". Veja 4.25.

Rm 3.21--5.21: A provisão de Deus

Um dom gratuito (3.21-31) Já que Deus é justo, e tanto judeus como gentios estão sob o poder do pecado, como resolver essa situação? A lei não pode fazer isso, então alguma maneira nova deve ser encontrada. A boa notícia é que o próprio Deus, através da morte do seu próprio Filho, Jesus Cristo, possibilitou o nosso perdão (veja também o cap. 5). Deus resolveu o problema do pecado e mostrou que cumpre as suas promessas. A essência do evangelho que Paulo foi comissionado a pregar, e também o cerne da mensagem cristã, é que todos os que crêem são justificados -- não pela sua própria fé (que é apenas o canal pelo qual o perdão é recebido), mas pela misericordiosa bondade de Deus (sua "graça") através da morte e ressurreição de Jesus.

Abraão e sua fé (cap. 4). Paulo retoma a afirmação de 3.21-22 e mostra que esse mesmo princípio de fé já aparece nas Escrituras do AT. Se ele puder provar a sua tese com o caso de Abraão, o pai da nação judaica e o principal exemplo de uma pessoa justa, certamente os opositores judeus ficaram convencidos. E ele pode provar. Deus aceitou Abraão não por causa da sua fé (4.3; Gn 15.6), porque contra todas as probabilidades Abraão manteve a convicção de que Deus cumpriria o que havia prometido (Rm 4.21). A aliança, cujo sinal externo era a circuncisão, veio depois (Gn 17). Assim, povo de Deus não são os da mesma raça de Abraão que reivindicam as promessas da aliança como direito de nascença, mas aqueles de qualquer raça que compartilham a mesma fé que Abraão teve.

Cristo e Adão (cap. 5). A morte e ressurreição de Jesus nos colocaram numa nova situação diante de Deus. Temos a presença do Espírito Santo. Agora os sofrimento e as dificuldades da vida têm em sentido (1-5).

Mas como pode a morte de um homem resultar em perdão para milhões de outros? A explicação está na solidariedade da raça humana. O pecado e a desobediência começaram com um homem (Adão) e se espalharam para todos os seus descendentes. Todos nós temos essa "doença" e sua consequência inevitável, o reinado do pecado e da morte que nos separa de Deus. Segundo o mesmo princípio, o "ato de justiça" de Jesus, sua obediência, possibilitou a absolvição e vida para todos. O efeito do dom de Deus é muito maior que o efeito da "desobediência de um só homem".

Foi justificado (4.2) Paulo está usando a linguagem do tribunal. Não havia promotor público no tribunal judeu, apenas um acusador e um réu. "Depois de ouvir a queixa, o juiz decidia a favor de um deles e, assim, o 'justificava'. Se favorecia o réu, essa ação tinha a força de absolvição. A pessoa absolvida é considerada 'justa', 'justificada'. No entanto, esta não é uma descrição do caráter moral da pessoa, e sim uma afirmação da sua posição perante o tribunal" (Tom Wright).

Graça (5.2) Uma das palavras favoritas de Paulo. Significa o favor (totalmente imerecido) de Deus.

5.20 Todos temos a tendência inata de achar que mais foram feitas para serem violadas. O fato de algo ser proibido nos incita ainda mais a fazê-lo (veja 7.8).

Rm 6--8: Uma vida nova!

Libertos do pecado (cap. 6). Já que Deus providenciou uma maneira de perdoar os pecados, "será que devemos continuar vivendo no pecado para que a graça de Deus aumente ainda mais?" Que idéia absurda! Os cristãos estão unidos com Cristo, participando de sua morte e ressurreição. O batismo - afundar na água - significa que a velha vida está morta e sepultada. Saímos da água para começar uma nova vida. Antes estávamos mortos para Deus; agora estamos vivos para ele. O domínio do pecado foi quebrado. Devemos viver na luz dessa nova liberdade (10-11). Agora temos um novo Senhor: servimos a Deus (17-18). E o comparação (23).

Libertos da tirania da lei (7.1--8.4).

Paulo já deixou claro que a lei não pode salvar: não podemos chegar ao céu pelo cumprimento de regras. A lei também é limitada ao tempo de vida da pessoa (1-3). A nova vida dada por Deus nos liberta da lei (4-6). Não que haja algo errado com a lei de Deus em si. Ela é totalmente boa. Mas pelo simples fato de existir ela cria uma consciência do pecado. Paulo usa um exemplo pessoal (7-24). Ele descreve a sua própria situação como judeu, conhecedor da lei e condenado por ela, a ponto de entrar em desespero. Esta era a situação dele antes de encontrar libertação das garras do pecado. Ele sabia o que era bom e certo, mas não era capaz de fazê-lo. O pecado o aprisionava. Quem poderia livrá-lo? Deus, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor!(25).

Libertos da morte (8.5-39).

Deus fez o que a lei não podia fazer (3). Não somos mais controlados por nossa natureza humana: podemos viver segundo o Espírito de Deus. Ele atua em todos os que pertencem a Cristo (9). Até nossos corpos, que ainda morrem, serão ressuscitados pelo Espírito de Deus. É a presença dele que nos convence de que realmente somos filhos de Deus (16). Ele é as primícias (o primeiro presente, 23) da glória futura - uma fonte viva de esperança dentro de nós. E ele transforma nossos anseios inarticulados em oração (26-27).

A intenção de Deus é que cada um de nós seja como Cristo (29): em caráter, agora; e em glória, no futuro. Deus está nos recriando "à sua imagem" (Gn 1.27). E cada pequena circunstância da vida é incluída ou faz parte desse seu propósito maior (28). Nada pode impedir que isso aconteça. Ninguém pode levar Deus a nos rejeitar - temos Cristo no céu para defender nossa causa. E nenhum poder no céu ou na terra pode nos separar do seu amor (38). Assim, em todas as situações, somos mais que vencedores.

O corpo do pecado (6.6)

Não o corpo humano, mas "o nosso eu pecador" (NTLH).

6.11 Este não é um jogo de faz  de conta, de fingir ser o que não somos, mas de ser o que somos. "Mortos para o pecado": no sentido que a dívida referente à vida antiga foi paga, não que não sentimos mais a influência do pecado.

Carne (7.5, etc.)

Roma

A grande praça (o fórum) com seus prédios públicos era o centro da Roma antiga, cidade onde moravam os cristãos aos quais Paulo enviou a sua epístola. Até as ruínas dão idéia do poder e esplendor do Império.

Outras possibilidades de tradução: "a nossa natureza humana", "nossa natureza pecaminosa", "nossa inclinação natural". Aqui Paulo está falando sobre o "velho homem" que morreu. Mas ele geralmente usa "carne" em oposição ao "espírito". Ele não está apoiando a idéia grega de que o corpo (o físico) é pecaminoso em si. Porém, o corpo, para o cristão, continua sendo o veículo pelo qual o pecado pode ter acesso. Rm 6.13 diz aos cristãos como evitar isso.

Corpo desta morte (7.24)

A natureza humana, sujeita às leis do pecado e da morte.

Semelhança de carne pecaminosa (8.3)

Paulo escolhe as suas palavras com cuidado. Jesus era uma pessoa real, mas em um aspecto não era idêntico às outras pessoas. Ele não compartilhava a pecaminosidade que normalmente acompanha a natureza humana.

8.10 O corpo... está morto "O corpo de vocês vai morrer".

8.11 Os cristãos recebem a promessa de uma ressurreição como a de Cristo.

Aba, Pai (8.15) "Aba" é a palavra que as crianças de fala hebraica ainda hoje usam para chamar seu "papai".

Criação (8.19-22) Por sermos parte da natureza, nosso pecado trouxe sofrimento e morte não apenas sobre nós mesmos, mas sobre todo mundo criado. Assim, no dia em que formos transformados, a criação participará da nossa transformação. Haverá "novos céus e nova terra" (Ap 21.1).

Predestinou (8.29) Veja "A escolha soberana de Deus".

Rm 9--11: Sobre Israel

Enquanto medita na forma gloriosa como Deus cuida daqueles que estão "em Cristo", Paulo se angustia por causa de Israel, o povo privilegiado que Deus havia escolhido para ser só seu. Como eles podiam se recusar a crer em seu Messias prometido? Os gentios aceitaram e evangelho com alegria, mas os judeus, não. E Paulo teria vendido a sua própria alma, se isto pudesse alterar aquela situação.

Como explicar essa anomalia? A promessa de Deus não falhou (9.6). Ele sempre se reservou o direito soberano de escolher (9.6-13). E não temos o direito de pedir que ele nos dê explicações. O Criador tem o direito indiscutível de fazer o que quer com aquilo que criou (9.14-21). Foi apenas por causa de sua paciência e misericórdia que um remanescente do obstinado e rebelde de Israel sobreviveu ao juízo de Deus (9.22-29). Pessoas de outras nações, cientes de seu fracasso, aceitaram o dom de Deus e alcançaram a justificação que decorre da fé. Os judeus, buscando uma justiça baseada nas obras, recusaram a oferta mais excelente que Deus estava fazendo (9.30-33).

No passado, o próprio Paulo compartilhara esse zelo equivocado. Agora seu desejo é que os judeus creiam, assim como ele crê, que "o fim da lei é Cristo" (10.1-4). Todos que reconhecem que Jesus é Senhor e crêem que Deus o ressuscitou dos mortos serão salvos (10.5-13; e veja Fp 2.11). A tarefa do mensageiro é garantir que todos ouçam a boa notícia. E Israel ouviu, e entendeu - porém se recusou a crer (10.14-21).

Significa isso, então, que Deus rejeitou o seu povo (11.1)? Não. O próprio Paulo era judeu, um dos poucos que foram leais a Deus, como nos dias do profeta Elias. A cegueira dos judeus é parcial e temporária, e representa a oportunidade dos gentios (11). Estes têm uma grande dívida para com os judeus e não deveriam nunca desprezá-los. No tempo devido, a fé que eles têm provocará um grande retorno a Deus entre os judeus (25-26). Os caminhos de Deus são incompreensíveis, mas seu propósito é "usar de misericórdia para com todos" (32).

9.12-13 As citados são de Gn 25.23 e Ml 1.2-3. Ambas se referem a nações -- Israel, descendente de Jacó; Edom, descendente de Esaú -- e não a indivíduos. Veja Obadias.

9.18,22 Veja "A escolha soberana de Deus".

Como Sodoma e... Gomorra (9.29) Isto é, totalmente destruídos. Veja Gn 19.24-29.

10.6-10 No estilo dos rabinos daquele tempo, Paulo fez um comentário sobre as palavras de Moisés em Dt 30.11-14.

Todo o Israel (11.26) Israel como um todo.

Misericórdia para com todos (11.32) Sem distinção, em vez de sem exceção.

 Rm 12.1--15.13

A vida cristã

Por puro amor, e pagando um alto preço Deus salvou o seu o seu povo. Será que não devemos oferecer nossa vida a Deus, para que ele possa transformá-la e renová-la? Isso significará uma completa reorientação, mudando nossa perspectiva e atitude assim como nosso comportamento (12.1-2).

Rm 12: Relações familiares

Essa transformação começa quando as pessoas assumem seu lugar na nova "familia" de Cristo. Nosso amor próprio deve diminuir; nosso conceito a respeito dos outros, aumentar. Os dons que Deus dá devem ser usados para o bem de toda a comunidade cristã. O amor é o selo de garantia. Devemos servir a Deus sem reservas. Velhas atitudes devem mudar -- não só com relação a companheiros cristãos, mas também com relação ao mundo externo. Em vez de pagar na mesma moeda quando somos prejudicados, tratamos o inimigo como nosso melhor amigo, e deixamos o julgamento entregue a Deus.

Rm 13: As autoridades

Como as autoridades recebem seu poder de Deus, para o bem público, os cristãos devem sujeitar-se a elas. Impostos devem ser pagos, e leis obedecidas. O cristão tem o dever de cumprir todas as exigências legais de "César". Mas sujeitar-se não significa que toda ordem deve ser obedecida. Há ocasiões em que essas exigências entram em conflito direto com as ordens de Deus. Então é correto dizer "não", e sofrer as consequências (At 5.29).

Não podemos ficar devendo nada a ninguém, exceto a obrigação permanente de amar -- e não prejudicar -- os outros. Paulo estava ciente que vivia num tempo de crise (11). A salvação estava "mais próxima" do que quando eles passaram a crer. Assim, há um senso de urgência em seu chamado para que se viva segundo a vontade de Deus.

Rm 14: Liberdade e responsabilidade

 Há algumas questões de consciências sobre as quais os cristãos discordam. Paulo exemplifica com o consumo de carne (2-3; veja as anotações sobre 1Co 8) e o cumprimento as festas judaicas (5). Nada se ganha com discussões sobre "assuntos" controvertidos". Aqueles que são fortes na fé sentem a liberdade de fazer o que ofenderia a consciência de outros. Isso não é razão para desprezá-los. Nenhuma das partes deveria julgar a outra. Todos nós, diz Paulo, devemos prestar contas, não ao outro, mas a Cristo, É melhor limpar nossa própria liberdade do que exercê-la às custas de um companheiro cristão.

14.2,14 Havia o problema de a carne vendida no mercado ter sido sacrificada a deuses pagãos; além disso, os judeus tinham leis rígidas sobre animais "puros" e "impuros" e o método de abate. Se os cristãos de origem judaica ficassem apegados à letra da lei, e os cristãos de origem gentílica insistissem em sua liberdade, os dois grupos jamais sentiram à mesa para uma refeição em comum.

Rm 15.1-13: O exemplo de Cristo

Agradar a si mesmo não é nada cristão. Bons relacionamentos entre os cristãos são muito mais importantes do que "meus direitos". Com Cristo como nosso modelo, Devemos fazer o impossível para promover unidade real, pouco importando o ambiente do qual tenhamos vindo.

Rm 15.14--16.27                        

 Para concluir...

Rm 15.14-33: Falando em termos pessoais

Para concluir, Paulo fala em termos pessoais. Durante mais de 20 anos ele havia sido um apóstolo para o mundo não-judeu. Havia fundado igrejas em vários lugares de Chipre, da Síria, da Turquia e da Grécia (para usar os nomes atuais). Agora essa etapa do trabalho estava concluída. Depois de viajar a Jerusalém, para entregar o dinheiro coletado nas igrejas dos gentios -- e esta era uma visita sobre a qual ele tinha lá os seus receios -- paulo poderia se voltar para o Ocidente, para a Espanha, passando, no caminho, por Roma.

Ilírico (19) Região onde hoje ficam a Eslovênia, croácia, Bósnia e outros países.

Macedônia e Acáia (26) Norte e sul da Grécia, respectivamente.

Rm 16: Saudação aos amigos

De certo modo, é surpreendente encontrar uma lista tão longa de amigos numa igreja que Paulo jamais visitara. (Por isso alguns acreditam que esse capítulo pertencia originalmente a uma cópia de Romanos que foi enviada a Éfeso.) porém todos os caminhos levavam a Roma, e muitos cristãos das províncias orientais devem ter permanecido na capital num ou noutro período. É óbvio que, apesar da sua vida ocupada, Paulo não perdeu o interesse pelas pessoas  nem o contato com elas.

Ao encerrar a carta, ele sentiu a necessidade de advertir os cristãos romanos contra alguns agitadores (17-20), pois ele conhecia muito bem sua influência perturbadora nas igrejas.

Porém, como sempre fazia ao final de suas epístolas, seus pensamentos se voltam outra vez para a sabedoria e a glória do Deus eterno que o havia chamado para o seu serviço.

Febe (1) É provável que Febe tenha sido a pessoa que, partindo de Cencréia, o porto de Corinto, levou a carta de Paulo a Roma.

Priscila e Áquila (3) Casal que morava em Roma, mas viajava muito por causa de seus negócios no ramo de couro. Eles fizeram um excelente trabalho cristão em Corinto e Éfeso (At 18.2-3, 18-28).

Rufo (13) Pode ser filho de Simão de Cirene (Mc 15.21).

V.21 Timóteo é bem conhecido nas Epístolas. Ele foi como um filho para o velho Paulo. Jasão possivelmente foi anfitrião de Paulo em Tessalônica (At 17.5-9). Sosípatro deve ser Sópatro, de Beréia (At 20.4).

Tércio (22) O cristão que escreveu a carta que Paulo ditou.

Erasto (23) Esse deve ser o mesmo oficial público cujo nome foi encontrado inscrito num bloco de mármore, em Corinto, datado desse mesmo período.

mulher romana

Em Rm 16, Paulo menciona muitos amigos, homens e mulheres, em Roma. Este busto de uma mulher romana nos lembra que essas eram pessoas reais.

 

 

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