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Os babilônios

babilônia

Os babilônios

Há 6.000 anos atrás, o antigo reino da Babilônia ocupava a parte sul do atual Iraque, o território regado pelos rios Tigre e Eufrates, que desembocam no Golfo Pérsico. O terreno é plano, e as cidades surgiram naquela região tão logo as pessoas aprenderam a usar a água como meio para irrigação.

O início da civilização

A Babilônia, como o Egito, foi um dos primeiros centros de civilização no Oriente Médio. Mil anos antes de Abraão, os sumérios já viviam na Babilônia. As cidades altamente organizadas eram governadas por reis e  sacerdotes e, em muitos momentos, lutavam pelo controle da água.

Os templos eram construídos sobre plataformas de tijolos que se transformavam em torres de vários andares, cada novo andar um pouco menor do que o anterior, chegando a uma altura de 50 m (o zigurate).

Os adoradores traziam estátuas de pedra e vasos feitos com esmero, na esperança de serem lembrados pelos deuses. Artesãos trabalham com metais (todos importados) com grande habilidade para criar belas jóias de ouro e prata, instrumentos e armas de cobre e bronze.

A escrita

Grandes populações exigem organização, e foi isto que, provavelmente, levou os sumérios a inventarem a escrita pouco antes de 3000 a.C. A princípio, desenhos ou gravuras representavam objetos, depois seus nomes foram usados para representar seus sons. O sistema convencional usava cerca de 600 símbolos para palavras ou sílabas. A escrita rápida resultou na perda das formas reconhecíveis das figuras. A pressão da ponta de junco na argila mole (o material de escrita) produziu o traço em forma de cunha da escrita cuneiforme. Os babilônios adotaram essa forma de escrita para a sua língua semita.

O poder da Babilônia

A cidade da Babilônia foi uma potência por um breve período na época de Hamurábi (cerca de 1792-1750 a.C.). Só que este reino, que compreendia o restante da Babilônia e da Assíria, não durou muito após a morte de Hamurábi.

A Babilônia dominou o Oriente Próximo por outro breve período, este de grande fama e notoriedade. Após a queda da Assíria em 612 a.C., a Babilônia assumiu o controle de toda a área desde o Golfo Pérsico até a fronteira com o Egito. Em 605 a.C., Nabucodonosor (605-562 a.C.) derrotou o Faraó Neco em Carquemis e ele e seus sucessores mantiveram seu domínio com algumas campanhas para suprimir rebeldes e proteger suas fronteiras.

O último rei, Nabonido (555-539 a.C.), viveu no norte da Árabia por dez anos, provavelmente por motivos religiosos, deixando o reino nas mãos de seu filho Belsazar.

Babilônia e Judá

Judá ficou sujeita à Babilônia depois da batalha de Carquemis (605 a.C.), mas alguns anos depois o rei Joaquim se rebelou. O exército de Nabucodonosor marchou contra Judá e sitiou Jerusalém. O novo rei, Joaquim, foi levado prisioneiro à Babilônia. Com ele, foram levados muitos cidadãos de destaque.

Tábuas com escrita cuneiforme registram as rações destinadas a ele e sua família, na Babilônia. O cerco, juntamente com a data (15 ou 16 de março de 597 a.C.), foi registrado na Crônica Babilônica: "O rei da Babilônia... marchou para o oeste, sitiou a cidade de Judá, e a capturou no segundo dia de Adar. Ele prendeu o rei e apontou um governador de sua escolha..."

Dez anos depois, Nabucodonosor retornou, porque Zedequias, o rei escolhido por ele, se havia rebelado. Desta vez os babilônios destruíram Jerusalém e seu Templo e levaram quase todo o povo para a Babilônia (587/6 a.C.).

A Babilônia de Nabucodonosor

Os exilados de Judá foram levados para a grande cidade da Babilônia que Nabucodonosor reconstruíra. O centro da cidade era protegido por um fosso largo e muralhas duplas de tijolo (3,7 m de espessura), com espaço para uma estrada de uso militar entre elas. Das oito grandes portas, a porta de Ishtar, construída em honra do deus babilônio Marduque, é a mais conhecida atualmente.

A porta era decorada com fileiras alternadas de touros (símbolo de Adade, o deus do clima) e dragões (símbolo de Marduque) feitos de tijolos esmaltados. A Rua da Procissão (pela qual eram levadas estátuas de deuses na festa do Ano Novo) ia da porta ao centro da cidade e aos grandes templos. Suas paredes eram de tijolos esmaltado azul com leões em alto relevo (símbolo de Ishtar) nas cores vermelho, amarelo e branco. Havia uma pluralidade de templos na Babilônia. O mais importante era o zigurate de Marduque (ou Merodaque), deus patrono da cidade, com seu templo ao lado.

Nabucodonosor construiu um complexo de palácios ao norte, ao lado da Porta de Ishtar. Foi para lá que Daniel foi levado, para fazer parte da corte real.

A queda da Babilônia

Apesar de toda a sua glória, o Império Babilônico durou menos de um século. O exército de Ciro, o persa, tomou a Babilônia em 539 a.C. 

Porta de Ishtar

zigurate

Um zigurate é uma forma de templo, criada pelos sumérios e comum para os babilônios e assírios, pertinente à época do antigo vale da Mesopotâmia e construído na forma de pirâmides terraplanadas.

 

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