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Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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NOIVADO DE MARIA E JOSE

Noivado de Maria e Jose

A seguir, deparamo-nos outra vez com a narração de coisas maravilhosas, expostas agora por Mateus (Mt 1.18-25), que usou de uma simplicidade inimitável.

Quando, depois da Anunciação, Maria deixou Nazaré para visitar sua prima, ela não era mais do que noiva de José. O noivado havia sido firmado conforme os costumes da época.

Reunidos na casa dos pais de Maria e rodeados de convidados escolhidos entre os amigos e vizinhos de ambas as famílias, que deveriam servir de testemunhas, os noivos haviam trocado promessas. "Eis que tu és minha prometida", havia dito José a Maria, deslizando em sua mão uma moeda que servia de sinal de validação do compromisso entre os dois. E Maria, por sua vez, havia dito a Ele: "Eis que tu és meu prometido".

Com frequência, fazia-se também o compromisso por escrito. Costumava-se estipular por sinal ou dote uma quantia em dinheiro, que ficaria em propriedade da noiva, caso o noivo se recusasse depois a cumprir sua promessa. Essa moeda de que já temos falado, entre os ricos era moeda de ouro, mas entre os de menos recursos financeiros era uma moeda de cobre, que também consideravam como garantia suficiente.

Outra soma, designada em hebraico com o nome de mohar (preço de compra), era estipulada antecipadamente entre o jovem e o seu futuro sogro, conforme o uso oriental (que ainda é considerado entre os árabes), para aquisição da noiva e compensação dos serviços que ela prestava em sua família. Mas o mohar não constituía dívida até o momento do casamento, e este só costumava ser celebrado alguns meses mais tarde, e às vezes após passar um ano inteiro depois da cerimônia de noivado.

Para melhor entendermos a narrativa bíblica, importa acrescentar que, segundo a legislação judaica, os noivados uniam os prometidos com um laço muito mais estreito do que o que conhecemos. O compromisso que surgia deste ato era quase tão estrito e obrigatório como o próprio casamento; de tal maneira que, para rompê-lo, necessitava-se ordinariamente de um julgamento oficial ao que se exigia para pronunciar o divórcio.

Antes das núpcias, aos noivos dava-se antecipadamente o nome de marido e mulher, como faz Mateus no relato que estamos estudando (Mt 1.19,20,24). E sua responsabilidade jurídica não era diferente da responsabilidade dos casados, pois uma jovem noiva que se deixasse seduzir por outro era condenada pela lei mosaica com tanta severidade como a esposa infiel [ou seja, era apedrejada até a morte] (Dt 22.23-27).

A COMPLEXA E ATRIBULADA SITUAÇÃO DE JOSÉ

Três meses transcorridos desde a encarnação do Verbo, a gravidez de Maria não tardou em tornar-se visível por sinais exteriores. Mateus, ao anunciar a seus leitores este fato, como se não pudesse tolerar nem por um momento se formasse na mente deles suspeita desfavorável com relação a Maria, lembra, solícito, que esta havia concebido do Espírito Santo, conforme a mensagem do anjo Gabriel. Mas José ignorava ainda tal mistério, e, assim que percebeu o estado de sua prometida, viu-se na mais perplexa e dolorosa situação.

Ele era verdadeiramente um homem justo, conforme observou o escritor sagrado, ou seja, era rigoroso observador da lei divina, que era continuamente sua norma de conduta. Mas será que um justo poderia tomar por esposa uma jovem que, segundo as aparências, parecia ter cometido um ato de grande culpa? Teria ele direito de introduzir na família de Davi, da qual era representante, um filho ilegítimo?

O evangelista Mateus nos permite lançar um discreto e compassivo olhar sobre as angústias íntimas de José, sobre o terrível conflito que se achava na alma reta e delicada dele antes de resolver tomar uma atitude definitiva.

Que vaivém de amargas reflexões e de projetos deve ter conturbado a vida de José naqueles dias! Ele conhecia as virtudes de Maria, a pureza de sua alma e de sua vida, mas os fatos pareciam falar abertamente contra ela. E se Maria tivesse sido vítima de um ultraje, de uma violência, por que não tinha lhe contado antes?

UMA DECISÃO DE HONRA QUE DIGNIFICOU A MEMÓRIA DO NOIVO DE MARIA

Após ter refletido demoradamente sobre aquele seríssimo caso, depois de ter ponderado os pós e os contras, sem queixar-se nem partir para violentas reprovações, José tomou a decisão que honraria o seu espírito de justiça e salvaria sua dignidade. Dois modos havia para ele romper o relacionamento com sua noiva: um rigoroso, o outro, mais suave.

José poderia apresentá-la perante os tribunais para obter a ruptura legal de sua união e um documento oficial que o isentasse de qualquer culpa; mas para isto teria sido preciso divulgar a falta daquela a quem ele amava e estimava, cobrindo-a de vergonha perante toda a cidade. Ou poderia repudiá-la sem nenhum procedimento oficial, rompendo secretamente com ela (Mt 5.31-32; 19.3,7,9; Mc 10.2,4,11-12; Lc 16.18).

Quanto tempo teria durado todo aquele conflito, toda aquela perplexidade na alma de José? Não é fácil sabê-lo. Mas eis que a Providência divina desatou o nó trágico que ela mesma mesma havia formado. Um anjo (provavelmente o próprio Gabriel) apareceu em sonho ao noivo de Maria e lhe disse: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo. E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de JESUS, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados (Mt 1.20,21).

PALAVRAS QUE TRANQUILIZARAM O CORAÇÃO DE JOSÉ

Aquelas poucas palavras continham tudo o que era necessário para tranquilizar o coração de José. Ao citar o título de Filho de Davi, menção à casa de José, o ser celestial informava a José que sua mensagem não só lhe interessava pessoalmente, mas também ao destino de sua ilustre família.

Maria não o havia traído. José deveria, pois, retirar do seu pensamento todo temor, toda inquietude com relação ao seu pacto, e o mais rápido possível aceitá-la como esposa.

A linguagem do anjo tinha grandíssima semelhança com aquela que ele havia empregado para anunciar a Maria sua gravidez sobrenatural: O Espírito Santo era quem geraria em seu ventre virginal a criança que dela haveria de nascer e que, na sua condição de Messias, haveria de libertar os judeus de seus pecados.

Os judeus muito tempo atrás haviam sido designados como o povo especial. (Deus enviaria primeiro o Messias em favor de Israel, como vemos em Mateus 10.5-6; 15.24; João 4.22; Romanos 1.16.) Reconciliando os israelitas com Deus, o Messias manifestaria plenamente o significado do seu formoso nome, uma vez que Jesus significa Salvador.

De novo, temos aqui a ideia messiânica em toda a sua pureza. Várias passagens das antigas profecias haviam insistido sobre este fato: que uma das principais funções de Cristo consistiria em apagar os pegados de Israel e que em Seu reinado a justiça e a santidade divinas resplandeceriam com brilho maravilhoso (Is 9.7; 11.1-5; 53.4-6;5.4; Jr 31.31,32; Ez 36.22-26; Dn 9.13; Mq 7.18; Sf 3.13).

CUMPRIMENTO DAS PALAVRAS DO SENHOR

Às confortadoras palavras do anjo, Mateus adicionou uma dessas reflexões a que ele é tão inclinado e que encerram, por assim dizer, a filosofia da história de Jesus, para fazer as pessoas verem as estreitas relações que existem entre essa história e as profecias do Antigo Testamento: Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL.. (Mt 1.23,24). Após a explicação angelical, José já poderia ficar tranquilo e casar-se com sua noiva; ela não tinha mancha alguma, e o filho que dela ia nascer era a própria Santidade em pessoa.

Modelo admirável de obediência e de fé, em circunstâncias sumamente delicadas e difíceis, José se submeteu à orientação divina sem a menor vacilação. Combinou com Maria para apressarem a celebração do casamento. No dia fixado, ao anoitecer, ele foi, acompanhado de seus amigos, buscá-la na casa de seus pais, a fim de conduzi-la, em meio a grande cortejo, vestida com suas mais belas roupas, coroada de mirto e rodeada de suas melhores amigas, à sua própria morada, à luz de lâmpadas e tochas, ao som alegre de flautas e tamborins.

Conforme já dissemos, essa introdução solene da noiva no seu novo lar, do qual ela seria agora a rainha e o principal "ornamento", era a cerimônia principal e oficial do casamento entre os israelitas (Dt 20.7). Mas, como Maria e José eram pobres, tudo foi realizado com simplicidade e modéstia. Em contrapartida, o Deus que havia abençoado a união de Abraão e Sara, de Isaque e Rebeca, de Jacó com Lia e Raquel, foi invocado com sentimentos de ardentíssimo fervor por esses novos esposos, que levavam ao lar dos dois um tesouro de virtudes e méritos, pois a eles foi confiado o Verbo de Deus humanizado que em breve nasceria.

Por que o Senhor preferiu para a mãe do Messias uma jovem noiva, uma mulher já ligada com promessa de casamento? Um teólogo francês respondeu a esta pergunta com a seguinte proposição:

José e Jesus

Conforme o plano divino, o Verbo feito carne haveria de nascer de uma virgem. Mas este grande milagre não deveria estar exposto às discussões dos homens. Os justos o creriam por ser a palavra de Deus profetizada e por ter sido testemunhado por um discretíssimo confidente; entretanto, para os incrédulos, esse mistério permaneceria oculto. Deveria continuar também oculto para os demônios, conforme uma tradição antiga.

Além do mais, era preciso que a virgem escolhida por Deus tivesse neste mundo a ajuda do alguém que a sustentasse e cuidasse dela e do seu filho. Era conveniente que a jovem mãe tivesse ao seu lado um protetor durante os dias do nascimento do Messias, que haveriam de ser dias de prova, de pobreza e até de fuga para um país distante.

Era conveniente também que a criança encontrasse perto de seu berço alguém que em nome de Deus, único Pai do céu, representasse o papel de pai terrestre, cuidando dele, trabalhando para alimentá-lo e iniciando-o depois naquela vida laboriosa que durante longos anos ele haveria de levar. Era, pois, o casamento o véu sob o qual se cumpririam todos esses mistérios. Nesta união muito real, os dois esposos se deram verdadeiramente um ao outro, mas como se dariam jóias já consagradas a Deus, que são depositadas em mãos seguras, para serem guardadas com soberano respeito.

Mateus concluiu o seu relato daquele celestial enlace com uma reflexão que não surpreenderá nenhuma alma crente: José, despertando do sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher, e não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe o nome de JESUS (Mt 1.24,25).

 

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