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Reunindo a evidência dos quatro  Evangelhos, podemos sugerir a seguinte sequência de acontecimentos:

Veja JESUS - A RESSURREIÇÃO 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

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Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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JESUS e o Reino

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O reino

 

João Batista estava cercado por uma multidão animada quando clamou no deserto: "O reino dos céus está próximo". E expectativa aumentou quando, um pouco depois, Jesus repetiu as palavras de João, ao iniciar o seu ministério na Galiléia. "O tempo está cumprido", disse ele, e o reino de Deus está próximo".

O reino de Deus (ou reino dos céus - o significado é o mesmo) era obviamente o centro da missão e da mensagem de Jesus. Era de importância vital pra ele. Quando ensinou seus discípulos a orar, disse-lhes que pedissem a Deus: "Venha o teu reino". Quando enviou seus discípulos nas suas primeiras expedições de pregação, o reino de Deus estava no centro das boas novas que deviam anunciar (veja Mt 10.7).

Mas o que Jesus queria dizer com esta linguagem de "reino"? Ele usou a expressão "reino dos céus/de Deus" muitas vezes (ela aparece mais de 100 vezes em Mateus, Marcos e Lucas), mas o AT sequer a menciona, e ela raramente aparece no NT fora dos Evangelhos. Era algo especial, e especial para ele.

Hoje, se um pregador se levantasse para anunciar que o reino de Deus está próximo, dificilmente conseguiria criar o mesmo frisson. Atualmente, pouquíssimas pessoas sabem o que é viver numa monarquia, e mesmo aqueles que são governados por um rei ou rainha consideram essa pessoa de forma bem diferente da imagem eletrizante que os ouvintes de João Batista teriam formado em sua mente quando lhes foi anunciado: "O Rei está chegando".

O que eles esperavam? Com a monarquia do AT em mente, seu conceito de rei teria três características principais:

Uma pessoa de poder -  Ao contrário da maioria dos monarcas modernos, um rei do AT tinha autoridade ilimitada, sem precisar prestar contas a ninguém. A vida de seus súditos estava em suas mãos. (Veja a história sobre Acabe e Nabote em 1Rs 21.)

Uma pessoa de status -  Um rei era uma pessoa reverenciada. Seu estilo de vida luxuoso condizia com seu status elevado. Onde quer que fosse, recebia tratamento real. (Confira a forma como Davi tratou Saul em 1Sm 24;26).

Um líder nacional -  Os anseios da nação giravam em torno do rei, como chefe de estado. A vitória sobre seus inimigos melhorava a opinião pública. Para ele, a derrota significava desgraça e desastre nacional. (Veja a triste história de Joaquim e Nabucodonosor em 2Rs 24.)

Com este retrato vivido da realeza humana em suas mentes, não era difícil para os fiéis do AT concluírem que Deus era o grande rei do mundo. "Pois o Senhor Altíssimo é tremendo, é o grande rei de toda a terra!", canta o salmista (Sl 47.2)

E se ele era o rei do mundo, o Senhor também era, de forma muito especial, o rei da nação, o "rei de Jacó", que um dia demonstraria a sua glória de forma tão devastadora que os inimigos de Israel ficariam confusos e seriam derrotados.

Através de seu Messias, um rei da linhagem real de Davi, o Deus de Israel derrotaria toda a oposição e estabeleceria o seu reino de justiça e paz (Veja Is  41.21; 40.10).

Neste caldeitrão fervente de expectativa popular Jesus fez o dramático anúncio de que o reino de Deus estava próximo. Não é de admirar que todos tenham parado para ouvir! Será que o grande momento da intervenção real de Deus, previsto com tanta ênfase pelos profetas do AT, estava prestes a chegar?

Estava. Na verdade, com a chegada de Jesus no cenário mundial, ele já havia chegado. Como Gabriel disse a Maria pouco antes de ela engravidar: "Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai. O seu reinado não terá fim". Mais tarde, Jesus disse a seus seguidores que o reino de Deus era o reino "dele", e Paulo não via maior problema em escrever sobre o "reino de Cristo e de Deus" (Ef 5.5).

Em Jesus, o reino de Deus se tornara uma realidade viva. "Se eu expulso os demônios pelo dedo de Deus", disse Jesus, "certamente, é chegado o reino de Deus sobre vós" (Lc 11.20).

No entanto, os esperançosos ouvintes de Jesus estavam prestes a levar um choque. Ele sem dúvida era o rei prometido, mas virou a noção de reino de Deus que eles tinham de pernas pro ar.

Eles esperavam uma demonstração de poder, mas Jesus ensinou que o ponto principal do reino de Deus era o fortalecimento gentil e misericordioso dos membros fracos e debilitados da sociedade. Ele esmagou os poderes do mal com uma série de milagres deslumbrantes, mas o propósito destes "sinais" era fazer cura divina e libertação para pessoas comuns que haviam sido enfraquecidas por enfermidades físicas, psicológicas, sociais ou espirituais.

Ele ensinou aos seus discípulos que o reino dos céus pertence aos pobres, angustiados e sofredores, não aos ricos, poderosos e auto-suficientes (Veja Mt 5.3,10).

Eles esperavam uma exibição de status, mas o rei de Deus não nasceu num berço de ouro. Ele iniciou a sua vida humana na miséria de um estábulo. Mais tarde ele explicou a seus seguidores que não tinha vindo "para ser servido, mas para servir" (Mc 10.45). Era um monarca que se esvaziou, como diz Paulo (Veja Fp 2.5-8). Ele desprezou as honrarias típicas da realeza, dedicando tempo àqueles que o resto da sociedade considerava inferiores - os leprosos, os estrangeiros e (é claro) as mulheres. Ele morreu numa cruz, sinal de vergonha, e não tremulando um estandarte real.

Eles esperavam um líder nacional, alguém que expulsasse as forças de ocupação romanas do país e estabelecesse uma exclusiva supremacia judaica, Jesus se recusou a desempenhar este papel político.Não haveria controle de passaportes com favorecimento para os judeus no ponto de entrada para o reino de Deus.

Ele ensinou que pessoas viriam do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul, para ocupar os seus lugares à mesa no reino de Deus (Mt 8.11). Em vez de lutar para obrigar os estrangeiros a ficar do lado de fora, Jesus deu a seus seguidores a missão de trazê-los para dentro (Mt 28.18-20).

Com Jesus, reino de Deus passa a ser um conceito dinâmico, e não um conceito meramente especial. Trata-se do reinado de Deus em ação no mundo. É um exercício de poder, e não um espaço geográfico.

O requisito para entrar não é a certidão de nascimento correta, mas um estilo de vida radicalmente mudado, caracterizado por arrependimento e fé. Há padrões de comportamento que são totalmente incompatíveis com uma submissão genuína ao governo de Deus. 

Por outro lado, todos os que submetem a sua vontade à vontade do rei, descobrem que esse poder real  está imediatamente disponível para ajudá-los a superar maus hábitos e viver uma vida realmente agradável a ele (1Co 6.9-10).

"Grande, ó Rei, é nossa alegria em teu reino, ó tu, nosso rei"

(Oração dos zulus, África do Sul)

Há, também, uma dimensão de "já, mas ainda não" no ensinamento de Jesus sobre o reino de Deus. Embora o reinado de Deus esteja presente de forma poderosa nas palavras e ações de Jesus, suas parábolas (que são histórias com um propósito) falam de um crescimento lento à medida que o reino é estabelecido aos poucos, como fermento na massa ou a lenta transformação de uma pequena semente numa grande árvore (Mt 13.31-33).

O resultado final, no entanto, é inevitável. Quando Jesus voltar para encerrar a história do mundo que conhecemos, o reino de Deus será revelado em triunfo total. Quer queira quer não, toda a criação se submeterá ao seu pode. Seu status real será anunciado de uma extremidade do universo à outra. E ele aparecerá como o grande líder da sua igreja, que demonstra "a plenitude daquele que a tudo enche em todas as coisas" (Veja Fp 2.9-11; Mt 24.30; Ef 1.22-23).

 

 E ELE está às portas!!

Abra a porta do seu coração e deixe Jesus entrar!

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Mateus 11:28

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