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Jeremias

jeremias

Aproximação dos babilônios 

Jeremias ("Deus exalta") foi um dos maiores profetas de Judá. Seu ministério durou meio século na época mais sombria da história da nação. Apesar dos muitos alertas ao povo e aos reis de Judá, o profeta chorão viu sua amada Jerusalém ser destruída pelos babilônios. No início do ministério, Jeremias clamou ao povo de Judá para que se arrependesse dos caminhos pecaminosos, voltando-se para o Senhor.

O começo de seu ministério coincidiu com o de Sofonias e Habacuque e com o ministério sacerdotal de Hilquias, os quais, juntos, ocasionaram o grande reavivamento de 622 a.C. no reinado de Josias. 

Jeremias

Retrato de Jeremias

Jeremias viveu quando o mapa político do mundo antigo estava sendo redesenhado. A Assíria estava em decadência, a Babilônia em ascendência, e o Egito estava pronto para afirmar sua autoridade. O pequeno reino de Judá, encurralado no meio destas grandes potências, sempre estava sobre ameaça. Outra ameaça era a crença do povo em sua própria invencibilidade. Um século antes, Jerusalém sobrevivera milagrosamente à destruição. Em consequência disto, o povo passou a ter uma crença dogmática que a cidade jamais cairia, e que a dinastia do rei Davi não teria fim.

Foi neste contexto turbulento e com a recusa obstinada de seu próprio povo de enfrentar as difíceis realidades políticas de um mundo em transformação que foram moldados a vida e o ministério de Jeremias.

A infância  

Jeremias nasceu em Anatote, uma aldeia a nordeste de Jerusalém, onde seu pai era um sacerdote hereditário. Jeremias era um dos filhos mais moço de uma família que certamente era feliz. Durante toda a sua vida, Jeremias recordou-se das imagens e experiências de sua infância.

Ele amava o mundo natural. Observava a migração dos pássaros (8.7). Conhecia os hábitos da perdiz (17.11). Mas com sua visão profética estas coisas se tornaram algo mais: a amendoreira em flor, o lavrador limpando a sua terra, eram, para ele, revelações do mistério de Deus.

O profeta relutante  

Foi nesta situação de vida que Jeremias recebeu o chamado profético. Desde o início ele foi um profeta relutante, e jamais deixou de debater as aflições do seu cargo com Deus (1.6;17.16;20.7-9). Estas e outras passagens nos permitem ver o enorme fardo da responsabilidade que ele tinha de carregar. Ele parecia não ser o tipo de pessoa firme e forte que se espera que um profeta normalmente seja.

Moldado pelo sofrimento     

Percebemos o quão difícil deve ter sido para ele ser proibido de se casar e construir uma família (16.1-9). Sensível, com uma excepcional tendência a ser afetivo, ele recebeu a missão de "arrancar e derrubar, destruir e arrasar" (1.10) entre o povo que amava.

Era um caminho sofrido, do qual, apesar dos resmungos, Jeremias jamais se esquivou. Suas profecias são comoventes e, às vezes, chocante. Ele queria dar a sua missão por encerrada, mas o poder de Deus não o permitia: "Quando pensei: não me lembrarei dele... isso me foi no coração como fogo ardente" (20.9). 

O texto, às vezes biográfico, às vezes autobiográfico, permite que vejamos como o sofrimento resultante do seu chamado moldou profundamente o caráter deste homem. Sua compreensão das coisas resultou de experiências pessoais de uma vida vivida ao arrepio da sociedade, mas em lealdade total a Deus.

Solidão 

É provável que no início do seu ministério Jeremias estivesse associado às reformas de Josias. Isto envolvia o fechamento dos altos de Judá para centralizar a vida religiosa da nação em Jerusalém, ação que deve ter causado conflito com sua família. Há uma dor oculta nas profecias do cap. 1 que provavelmente originou-se disto. Daquele momento em diante, a solidão foi característica da vida de Jeremias.

Jeoaquim, filho de Josias, não deu continuidade à política de seu pai. Em resposta, Jeremias e outro profeta, chamado Urias, se apresentaram para defender a pureza de adoração no Templo (cap.7). Jeoaquim considerou isto rebelião declarada e ordenou que fossem presos. Urias fugiu para o Egito, mas acabaria sendo trazido de volta e morto. Quanto a Jeremias, parece que foi protegido pela poderosa família de Safã (cap.26), uma família de escribas que continuaria a apoiá-lo nos anos seguintes.

Anatote

Jeremias nasceu em Anatote, que fica nos montes áridos um pouco ao norte de Jerusalém.

 Judá sob ataque  

Cada vez mais o pequeno reino de Judá sofria ameaças vindas do nordeste. Jeremias estava convencido de que, através de Nabucodonosor, Deus castigaria Judá por sua infidelidade (27.5-11). Ele sugeriu rendição imediata (38.17).

Foi um período  terrível: o rei, as autoridades e outros profetas tomaram uma posição contrária. O povo odiava Jeremias. Ele foi banido do templo. Mas, incapaz de abandonar sua tarefa, ele ditou suas profecias a Baruque, e elas foram levadas ao rei cortando e queimando desdenhosamente as profecias à medida que eram lidas, destaca o isolamento de Jeremias.

Os membros da corte que preferiam o enfrentamento julgaram que havia chegado a hora. A pregação de Jeremias era um perigoso derrotismo. Assim, tomaram medidas para se livrar dele: Jeremias foi preso e lançado num poço. Seria complicado matar um profeta a sangue frio; assim, ele foi abandonado para morrer de fome (cap.38). Jeremias foi salvo graças à intervenção de um corajosos servo do palácio.

Confiança e esperança  

Porém Jeremias não era derrotista. Embora, durante este longo período, tivesse profetizado contra a falsa segurança dos conselheiros do rei, ele estava convicto de que Deus, futuramente, restauraria Israel. Tanto assim, que comprou um campo e cuidadosamente guardou a escritura da compra (cap.32).

Ele podia ser chamado, ironicamente, de "Terror por todos os lados", por causa de suas repetidas advertências (20.4; também 6.25; 20.10;46.5). Mas ele ainda apontava para a promessa de Deus para depois da destruição. "Só eu conheço os planos que tenho para vocês: prosperidade e não desgraça e um futuro cheio de esperança. Sou eu, o Senhor, quem está falando" (29.11).

Esta esperança foi expressa de forma enfática aos judeus exilados na Babilônia na visão dos dois cestos de figos (24.5-7). E no momento mais trágico de sua vida, quando, no ataque final da Babilônia, todos os líderes foram exilados, ele escreveu palavras surpreendentes de esperança: "tornarei a trazer-vos ao lugar donde vos mandei para o exílio"  (29.14).

O profeta que sabia o que era ser ignorado e maltratado jamais perdeu a certeza pessoal de que Deus sempre estava com ele. Agora, no momento mais sombrio da história de seu povo, ele podia falar com convicção do Deus que jamais os esqueceria.

Um novo começo  

São estas profecias que nos dão a compreensão final e duradoura de Jeremias. Tendo pregado por tanto tempo (seu ministério durou cerca de 40 anos) a um povo obstinado, Jeremias teve certeza de que haveria um novo começo. A antiga aliança, condicionada à obediência do povo à lei, falhara. Jeremias previu que ela seria substituída por uma nova aliança, na qual Deus tomaria a iniciativa, tocando cada coração humano diretamente, revelando-se como Deus de compaixão e amor infinito. Aquela foi uma visão da era do Espírito, da qual Paulo fala em Romanos: "a lei do Espírito da vida".

Mas, antes de Paulo escrever isto, o próprio Jesus havia recorrido a palavras e imagens de Jeremias para resumir o seu ministério. Em muitos momentos a vida de Jeremias se assemelha à de Jesus, especialmente no abandono e na total dependência de Deus. Logo, não é de admirar que, na noite antes da crucificação, Jesus tenha cumprido a profecia de Jeremias: "Este é o meu cálice da nova aliança no meu sangue" (Lc 22.20).

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