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I,II E III João

João

I,II E III JOÃO 

RESUMO

IJoão: A bendita certeza - Um texto escrito para advertir os leitores contra falsas doutrinas, incentivando-os a reterem a verdade: que Deus é luz e amor, e que espera que seus filhos vivam na luz e amem uns aos outros.

IIJoão: Evite os falsos mestres - Uma breve epístola sobre o mesmo tema, dirigida a uma igreja específica.

IIIJoão: Aceite os verdadeiros mestres - Carta pessoal a um amigo sobre um líder de igreja que havia se tornado um verdadeiro problema na igreja.

O Evangelho de João apresentou "sinais" a fim de convencer as pessoas a crer que Jesus era o Messias (20.30,31). Aqueles que cressem receberiam o direito de serem chamados filhos de Deus. Esses filhos entravam em comunhão com Deus, o Pai, por intermédio de Jesus, o Filho. Entretanto, nem todos os que professavam a fé em Cristo estavam verdadeiramente andando com Deus. A vida deles não refletia a mudança de vida que resulta da experiência da comunhão com Deus. Eles andavam nas trevas, ao invés de andar na luz e recusavam reconhecer qualquer pecado em suas vidas. Alguns ensinavam doutrinas falsas sobre Jesus, e alguns abandonaram a fé, saindo completamente da igreja. João escreve esta epístola para garantir aos cristãos a posição de filhos de Deus e para chamar os filhos ilegítimos e os seus ensinamentos para um questionamento.

  1. Autor: João
  2. Destinatários: Cristãos
  3. Local da escrita: Desconhecido
  4. Data: 85-95 d.C.
  5. Palavra-chave: Conhecer (gr. oida e ginosko)
  6. Versículo-chave: Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna e para que creiais no nome do Filho de Deus (5.13).

1JOÃO

Como pôde essa obra anônima (chamada de epístola, mas sem a forma de carta) ser atribuída a João? A principal razão deve ser sua surpreendente semelhança com o Evangelho de João. A conclusão óbvia é que são do mesmo autor: se o Evangelho foi escrito por João, também a epístola é obra dele. (Veja introdução ao Evangelho de João). Esta tese é reforçada pela afirmação do autor, na abertura da epístola, de que foi testemunha ocular e pela autoridade com que ele se expressa. Alguns estudiosos modernos, porém, acreditam que esta epístola foi escrita por outra pessoa, alguém que imitou o conteúdo e estilo do Evangelho de João.

Tanto o Evangelho quanto 1João pertencem ao final do primeiro século da era cristã. A essa altura, a fé cristã já existia há 50 ou 60 anos e havia se espalhado pelo Império romano. João, que segundo a tradição passou seus últimos anos de vida em Éfeso (na atual Turquia) - centro estratégico da igreja cristã - provavelmente era o único apóstolo ainda vivo. Havia pressão sobre muitos grupos cristãos para que incorporassem em seu sistema doutrinário ideias vindas das filosofias da época (pressão que a Igreja sente ainda hoje).

1João foi escrita para fazer frente a uma forma primitiva de "gnosticismo" propaganda por antigos membros da Igreja, pessoas que já haviam feito parte, mas que agora não eram mais membros do grupo. Eles se consideravam intelectuais - possuindo um conhecimento superior de Deus. Ao contrário da visão holística de mundo, tradicional entre judeus e cristãos, eles faziam distinção entre o espírito (bom) e a matéria (má). Na prática isso muitas vezes levava à imoralidade, porque nada que o corpo fizesse podia manchar a pureza do espírito. Isso também levou à negação da natureza humana de Cristo, que era vista como ilusória ou apenas temporária. Eles concluíram que Cristo, sendo espírito, não podia ter morrido.

Neste seu energético, porém amoroso, apelo, João esclarece a seus "filhinhos" na fé que essas ideias representavam um golpe mortal para a mensagem cristã. Se Cristo não se tornou verdadeiro homem nem morreu para obter perdão para os pecados do mundo inteiro (2.2), anulada está a fé cristã.

A mensagem que João dá é dupla:

  1. Deus é luz: Ele convoca todos os que o seguem a andarem na luz de seus mandamentos;
  2. Deus é amor: Ele quer que os seus amem uns aos outros.

1Jo 1.1-4: A Palavra da vida

O tema de João é "a Palavra da vida". No início de seu Evangelho, João falou da pessoa é a divina Palavra da vida: Jesus Cristo, a quem João conheceu pessoalmente. Também aqui ele fala de experiência própria: a encarnação viva da Palavra de Deus podia ser vista e tocada. A Palavra é uma pessoa e uma mensagem: as duas são inseparáveis. Esta mensagem da vida eterna que vem de Deus, João a havia visto em Cristo e ouvido dele; agora ele declara alegremente com uma confiança que provém da certeza.

1Jo 1.5--2.2: Deus é luz

Que mensagem é essa? Primeiro, que "Deus é luz". Esta é a luz que gera vida e dissipa as trevas. Quem afirma ter comunhão com Deus, mas vive nas trevas, está mentindo (1.5-7). Mas dizer que nunca pecamos também é falso. Se vivemos na luz, reconheceremos e confessaremos nossos pecados. Podemos confiar que Deus cumprirá sua promessa de perdão e purificação (8-10). Além disso, temos Jesus - aqueles através de quem somos perdoados - para defender a nossa causa (2.1-2).

1Jo 2.3-29: Vivendo na luz

Como podemos ter certeza de que realmente conhecemos a Deus? Conhecer é obedecer. Assim, o primeiro teste é obediência. Se obedecemos aos mandamentos de Deus, se vivemos como Jesus viveu, podemos ter certeza (3-6).

O segundo teste é o amor (7-17). Viver na luz de Deus significa cumprir o mandamento, que é tanto Antigo quanto novo, de amar uns aos outros (o "novo mandamento" que Jesus deu a seus discípulos - Jo 13.34 - que João sabia que esses cristãos já haviam aprendido).

Nesse momento João muda de assunto. Primeiro se dirige à igreja. Com "filhinhos", "pais", e "jovens", ele se refere a grupos que refletem três estágios de crescimento ou maturidade espiritual (12-14). Da igreja ele se volta  ao mundo (15-17), que os cristãos não devem amar. O que significa isto? João vê o mundo como a humanidade em conflito com Deus.

Uma humanidade que se caracteriza por egoísmo, orgulho, cobiça: todo sistema mau que aí está. Amar o mundo é aceitar seus valores e atitudes. Mas este mundo passa (17), e João diz que o fim está chegando (18).

Os primeiros cristãos aprenderam que um arqui-inimigo de Cristo - a corporificação do mal - entraria em cena quando a volta do Senhor fosse iminente (18; a palavra "anticristo" só aparece nas epístolas de João, mas 2Ts 2 fala do mesmo assunto). João viu que muitos anticristos já estavam em ação (falsos mestres, antigos membros da igreja, que negavam que o homem Jesus era o Messias e Filho de Deus). Essas primeiras manifestações do Grande Mal eram sinal de que o fim estava chegando.

João consola seus leitores, dizendo que eles são diferentes. Eles conhecem a verdade. Têm o Espírito Santo de Deus para ensiná-los. Se retivessem a mensagem que aprenderam, permaneceriam no Filho e no Pai - e teriam vida eterna.

Permanecei nele (6, 28) Veja Jo 15.

Vs. 12-14 Como algumas traduções indicam (veja NTLH), estes versículos foram escritos na forma de poesia, ao contrário do resto da epístola.

Unção (27) João se refere ao discernimento que o Espírito Santo dá aos cristãos. Veja também 4.4-6. Ele está falando sobre falsos mestres, não que os cristãos não precisam de ensino.

1Jo 3: Vivendo como filhos de Deus

Os filhos de Deus serão semelhantes a Cristo (2), mas já agora vivem unidos com Cristo (6). Assim, não podem viver uma vida de pecado, não podem continuar violando a lei de Deus de forma deliberada e habitual (o tempo verbal grego expressa isto e autoriza a tradução por "não vive pecando"; neste sentido, não há contradição entre este texto de 1Jo 1.10). A diferença entre "os filhos de Deus e os filhos do diabo" (10) é que "os filhos do diabo" não fazem o que é correto, nem amam aos outros.

A mensagem ouvida desde o princípio é que os membros do povo de Deus devem amar uns aos outros. O que significa isto? João diz com todas as letras: "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós" (16). Esse amor não é só da boca para fora. Ele se expressa em sacrifício e entrega. E afetará o nosso bolso (17)! Se nossa consciência está limpa com relação a isso, podemos chegar a Deus com confiança. Ele responde as orações daqueles que guardam os seus mandamentos.

Deus manda que creiamos no seu Filho, sabendo que o Jesus da história é de fato o Cristo, o Filho de Deus, e que amemos uns aos outros como Jesus ordenou. Aquele que faz isso "permanece em Deus, e Deus, nele". Sabemos isso por causa do Espírito que ele nos deu.

Vs. 19-20 "Muitas vezes nossa consciência nos acusa com razão... Mas nossa consciência não é de forma alguma infalível; sua condenação pode muitas vezes ser injusta.Portanto, podemos apelar da nossa consciência a Deus, que conhece todas as coisas. Mais forte que qualquer remédio tranquilizante é a confiança no Deus que conhece todas as coisas" (John Stott).

1Jo 4.1-6: Testando, testando...

João estabelece um teste básico para avaliar qualquer mestre: ele deve reconhecer que Jesus Cristo veio como um ser humano. Ele não estava ignorando o reconhecimento igualmente essencial de Jesus como Filho de Deus (3.23 e 4.15). Mas era a humanidade de Jesus que os hereges da época de João negavam. Assim, eles simplesmente não podiam ter uma mensagem da parte de Deus. Porque somos de Deus, afirma João, podemos saber a diferença que existe entre a verdade e o erro.

1Jo 4.7-21: Deus é amor

Deus é luz (1.5) - e Deus é amor (4.8). Ele mostrou seu amor por nós ao enviar seu Filho para nos trazer perdão e vida nova (9-10). A prova de que realmente participamos da sua vida é o amor que demonstramos aos outros. João havia mencionado isso no cap. 2, e aqui ele volta a examinar o assunto de vários ângulos diferentes. Amor e obediência andam juntos (21). Se amamos e obedecemos a Deus não precisamos temer o dia do juízo (17-18).

1Jo 5: Podemos ter certeza

A fé nos torna membros da família de Deus (1). Quem a Deus, o Pai que o gerou, ama também os filhos deste Pai. O amor a Deus faz com que os seus mandamentos não sejam penosos, isto é, difíceis de obedecer (3). É a fé que "vence o mundo" (4-5). O próprio Deus testemunha que Jesus é Seu filho. "Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida" (12). João escreve aos que crêem, para que saibam que eles têm a vida eterna (13).

Os falsos mestres gostavam de falar sobre "conhecimento". João fez sua própria lista das coisas que conhecemos ou sabemos com certeza (18-20):

  1. Sabemos que o próprio Cristo impede que seus seguidores continuem no antigo estilo de vida.
  2. Sabemos que somos de Deus, mesmo vivendo num mundo hostil.
  3. Sabemos que através do Filho de Deus conhecemos o Deus verdadeiro e temos a vida eterna.

Depois de apresentar estas certezas, João se dirige aos leitores com um apelo final: "Não troquem aquilo que é real pelo que é ilusório" (Blaiklock).

Vs. 6-8 Traduções mais antigas, como a Versão do Rei Tiago e Almeida Revista e Corrigida, incluem palavras que não fazem parte da epístola original, mas foram acrescentadas posteriormente. Elas são omitidas em traduções modernas.

Três testemunhas (7) O Espírito Santo, a água do batismo de Cristo e o sangue da sua morte.

V. 16 "A forma de lidar com o pecado na igreja é orar. E Deus ouve tal oração"  (Stott). Mas há um pecado que traz a morte. João não identifica esse pecado mortal. É pouco provável que se refira a um pecado específico. Ele poderia estar se referindo à apostasia - a rejeição da fé que se professava - mas isso vai contra seu próprio ensinamento nesta epístola. Jesus se referiu a apenas um pecado que não tem perdão: considerar a obra do Espírito Santo de Deus como obra de Satanás (Mt 12.31-32). É possível que João tivesse em mente os cristãos impostores, os falsos mestres.

 

2João

Diferentemente da primeira (1Jo), 2João e 3João são "verdadeiras cartas, cada uma num tamanho que facilmente caberia numa típica folha de papiro (25 cm x 20 cm) e seguindo o modelo das cartas daquela época" (l.H.Marshall ). É quase certo que 1, 2 e 3João são obra de um mesmo autor, provavelmente o apóstolo João ou um discípulo dele. O autor se denomina "o presbítero" em 2 e 3João. 2João foi escrito escrita "à senhora eleita e aos seus filhos" (provavelmente uma forma velada de referir-se a uma igreja), e 3João é uma carta mais pessoal, semelhante à carta de Paulo a Filemom.

Assim como a carta anterior, 2João adverte contra falsos mestres, incentiva os leitores a permanecerem na verdade (no ensinamento de Cristo), e enfatiza um tema favorito: a ordem de Jesus de que aqueles que o seguem devem amar uns aos outros (5; 1Jo 2.7 e 3.11; Jo 15.12-17). Amar os outros como Jesus nos ama significa obedecer aos mandamentos de Deus. Para os cristãos, o amor e a verdade andam juntos.

O ensinamento de Cristo é a teste para avaliar os mestres que vêm de fora. Aquele que "ultrapassa" esta doutrina não pode ser de Deus (9-10).

Nesta carta, João está combatendo mesmo tipo de problema (7) que foi alvo de seus ataques na primeira epístola. Desde o início da missão cristã havia evangelistas e mestres itinerantes, que geralmente prestavam contas a um dos apóstolos, e que desfrutavam da hospitalidade das igrejas locais. Chegara a hora de ser mais enérgico. Aqueles cujo ensinamento contradizia a verdade fundamental sobre Jesus Cristo não deviam ser recebidos.

João esperava fazer uma visita aos destinatários da carta. Havia muito mais a dizer que ele não podia escrever (12). Os "filhos da sua irmã eleita" supostamente eram membros da igreja do próprio João.

 

3João

Veja a Introdução a 2João, acima.

Esta é uma carta pessoal do presbítero ao seu amigo Gaio. Este nome era comum na época, e não há necessariamente nenhuma ligação entre este Gaio e os vários outros mencionados no NT. Se a tradição procede, talvez fosse um líder da igreja de Pérgamo. Mais importante era o fato de Gaio ser um homem que continuava andando "na verdade" (3). Sua vida e conduta eram bem diferentes das de outro líder local, Diótrefes. Gaio, um homem íntegro, estava fazendo todo o possível para ajudar outros cristãos, em especial os evangelistas e mestres itinerantes que dependiam da hospitalidade e do apoio dos cristãos. (A situação, nesse caso, é bem diferente da situação da igreja em 2João; ali, os membros são advertidos contra os falsos mestres, que não deveriam ser recebidos.) Diótrefes estava difamando o próprio João, suprimindo a carta que este havia escrito, espalhando mentiras, se apegando a sua própria posição de líder e prejudicando a expansão missionária.

O terceiro personagem da carta é Demétrio. É possível que fosse o mensageiro de João (não existia serviço postal público naquela época). A vida desse homem falava por si mesma. Ele merecia a estima e consideração que João tinha por ele.

Uma carta não podia substituir o contato pessoal. João esperava visitar seu amigo em breve e ter uma boa e longa conversa (13-14).

 

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