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Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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Como era a Pessoa de Jesus Cristo.

COMO ERA A PESSOA DE JESUS CRISTO

 

Cristo

Imagem de Jesus a partir Sudário de Turim.

Semelhança descrita pelo Governador da Judeia Públios Lentulus

 

QUAL ERA A APARÊNCIA DE JESUS?
Ainda que os apóstolos e os primeiros pregadores cristãos tivessem o dever de satisfazer, neste aspecto, a legítima curiosidade de seus ouvintes, como este assunto era considerado algo secundário, logo as únicas informações se perderam na memória daqueles primeiros grandes homens de Deus. Parece, pois, que a Igreja primitiva não se preocupou em pintar um verdadeiro retrato de Jesus. Podemos concluir isto ao considerarmos a estranha diversidade de pareceres que existiu entre os mais ilustres doutores dos primeiros séculos acerca da aparência de Jesus. Seria este feio ou bonito?
Durante bastante tempo, a opinião predominante foi que ele era feio de rosto, pequeno de estatura e sem atrativos físicos. Tal opinião foi apoiada na descrição que Isaías fez do Mestre desfigurado pelo sofrimento (Is 52.14; 53.1-12) e que foi aplicada à aparência cotidiana de Jesus. Insistia-se em certos detalhes como os descritos abaixo:
Como pasmaram muitos à vista dele, pois o seu parecer estava tão desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua figura mais do que a dos outros filhos dos homens.
Isaías 52:14
Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
Isaías 53:2,3
Contudo, pouco a pouco, essa opinião foi mudando, talvez influenciada pelo gosto estético dos gregos, convertidos em grande número ao cristianismo, porém mais ainda pela justíssima consideração de que, sendo Cristo o homem perfeito, o homem ideal, parecia muito mais sensato imaginá-lo dotado de graça e beleza (ver Is 4.2).
Em vez de olhar somente para o Cristo sofredor descrito por Isaías, passou-se a considerar também o Messias como descendente de Davi, do qual está escrito que era de boa aparência (1Sm 16.18 ARA) e mais formoso do que os filhos dos homens (Sl 45.2).
Essa opinião passou a ser defendida pela maioria dos grandes teólogos. Eles argumentavam, com muita razão, que é muito difícil aceitar que a alma que em tudo era perfeita, admiravelmente equilibrada, estivesse unida a um corpo feio ou imperfeito; além disso, achavam que uma fisionomia feia e repulsiva teria prejudicado o ministério do Salvador, atraindo para ele o menosprezo das pessoas.
Favorecem também esta opinião os evangelhos. Neles vemos que, embora o atrativo que Jesus exercia sobre milhares de pessoas era, antes de tudo, por causa de sua bondade, sua santidade, sua pregação e seus milagres, não podemos negar que a multidão também se deixava atrair pelo olhar terno, pela sua fisionomia calma e acolhedora e pela graça que emanava de todo o seu ser.
Contudo, quando falamos da beleza de Cristo, estamos muito longe de atribuir-lhe os traços suaves e efeminados com que muitos o têm imaginado e representado em pinturas. Como judeu que era, é certo que a beleza dele era viril, espiritual, e que sua aparência e sua maneira de vestir-se e de portar-se condiziam com sua santidade e seus valores morais. Podemos, pois, imaginá-lo dotado de uma fisionomia nobre e distinta, amável e graciosa, sisuda e inteligente, que inspirava ao mesmo tempo respeito e afeto, e atraía doce e religiosamente os corações. Em seu semblante, devia refletir-se o resplendor de sua alma e, de certa maneira, de sua divindade.
Destituídos de informações exatas e precisas, não podemos acrescentar mais nada. Devido ao fato de Constância, irmã de Constantino, o Grande, ter escrito a Eusébio de Cesareia pedindo-lhe seu parecer sobre este interessante tema, o sábio pastor, grande conhecedor da história eclesiástica até em seus menores detalhes, respondeu à princesa, lembrando que em Jesus Cristo havia duas naturezas: a divina e a humana; que só Deus sabia com exatidão em que consista a primeira e que, no tocante à segunda, em particular ao retrato de Jesus, devíamos contentar-nos com as palavras que Paulo disse em 2Coríntios 5.16: que não conhecemos mais a Cristo segundo a carne.
No entanto, apesar de todas essas considerações, desde o século I, e mais ainda no século II, os pintores das catacumbas pintaram o Salvador com variadíssimas aparências. Sabemos também que os gnósticos, especialmente os discípulos de Basílides e de Carpócrates, pintaram retratos de Cristo que veneravam ao seu modo. Mas isso tudo era simplesmente obras de imaginação que cada artista traçava conforme a ideia que ele fazia de Cristo, sem a pretensão de reproduzir seus verdadeiros traços.
Em épocas menos remota, têm sido feitas as descrições da fisionomia de Jesus. Entre as principais, a que João Damasceno, no século VIII, inseriu em carta dirigida ao imperador Teófilo; a que certo Públios Lentulus, que se apresenta como antecessor de Pilatos na Palestina, esboçou em uma suposta mensagem oficial, que ele teria enviado para o Senado romano; e a que se atribui a Nicéforo Calixto, historiador grego do século XIV. Como há entre estas descrições certa semelhança, é válido suspeitar de que dependem de uma fonte comum mais antiga. A mais completa e conhecida é a segunda, acredita-se que não seja anterior ao século XII. Ei-la aqui conforme o texto que comprovada sua autenticidade, tornou-se, fora da Bíblia, o documento mais importante sobre a pessoa do Senhor Jesus e que nos parece mais digno de crédito:

Públio

Públio Lentulus Cornelius, um homem relativamente jovem, aparentando menos de trinta anos, exercia no Senado funções legislativas e judiciais

O Governador da Judéia, Públios Lentulus, ao César Romano:
Soube ó César, que desejavas informações acerca desse homem virtuoso, que se chama Jesus, que o povo considera um profeta, e seus discípulos, o filho de Deus, criador do céu e da terra.
Com efeito César, todos os dias se ouve contar dele coisas maravilhosas.
Numa palavra, ele ressuscita os mortos e cura os enfermos.
É um homem de estatura regular, em cuja fisionomia se reflete tal doçura e tal dignidade que a gente se sente obrigado a amá-lo e temê-lo ao mesmo tempo.
A sua cabeleira tem até as orelhas, cor das nozes maduras e, daí aos ombros tingem-se de um louro claro e brilhante; divide-se uma risca ao meio, á moda nazarena. A sua barba, da mesma cor da cabeleira, e encaracolada, não longa e também repartida ao meio.
Os seus olhos severos têm o brilho de um raio de sol; ninguém o pode olhar em face.
Quando ele acusa ou verbera, inspira o temor,mas logo se põe a chorar.
Até nos rigores é afável e benévolo.
Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas muitas vezes foi visto chorando. As suas mãos são belas como seus braços, toda gente acha sua conversação agradável e sedutora. Não é visto amiúde em público e, quando aparece apresenta-se modestissimamente vestido. O seu porte é muito distinto. Mantém-se sempre ereto e elevado. Fala pouco e com modéstia. É o mais formoso dos filhos dos homens.
É belo.
Sua mãe, aliás, é a mais bela das mulheres que já se viu neste país.
Se o queres conhecer, ó César, como uma vez me escreveste, repete a tua ordem e eu te o mandarei. Sem bem que nunca houvesse estudado, esse homem conhece todas as ciências.
Anda descalço e de cabeça descoberta. Muitos riem, quando ao longe o enxergam; desde que, porém, quando se encontra face a face com ele, tremem e admiram-no.
Dizem os hebreus que nunca viram um homem semelhante, nem doutrinas iguais às suas. Muitos crêem que ele seja Deus, outros afirmam que é teu inimigo, ó César. Diz-se ainda que ele nunca desgostou ninguém, antes se esforça para fazer toda gente venturosa.
Obs.1:
Esta descrição foi traduzida de uma carta de Públios Lentulus a César Augusto, Imperador de Roma. Públios Lentulus foi predecessor de Pôncio Pilatos como governador da Judéia, na época em que Jesus Cristo iniciou seu ministério. O texto original encontra-se na biblioteca do Vaticano. Comprovada sua autenticidade, tornou-se, fora da Bíblia, o documento mais importante sobre a pessoa do Senhor Jesus. (Veja também: O NASCIMENTO VIRGINAL)
Obs.2:
Sabemos também que após a crucificação de Cristo Públio Lentulus tornou-se seu seguidor e, juntamente com sua filha Lívia, levava a palavra de Deus aos povos da época.
O conjunto do texto não necessita de embelezamento nem é indigno de nosso Salvador; pois representa muito bem o tipo geral que prevaleceu na Palestina há séculos e que tem sido produzido pelo cinzel de tantos mestres famosos.

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