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Reunindo a evidência dos quatro  Evangelhos, podemos sugerir a seguinte sequência de acontecimentos:

Veja JESUS - A RESSURREIÇÃO 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

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Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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Colossenses

Colossenses

COLOSSENSES

 

RESUMO
Paulo escreve a uma igreja que não fundou pessoalmente, que estava adotando uma mistura de crenças e perdendo de vista tudo que Cristo representava.

Colossos era uma pequena cidade no belo vale do rio Lico, que ficava cerca de 160 Km a leste de Éfeso, perto de Denizli, na atual Turquia. Não longe dali ficavam a próspera Laodicéia (Cl 4.16; veja Ap 3.14-22) e Hierápolis. Havia igrejas cristãs nas três cidades.

A igreja

Não temos registro de como a igreja começou ali. Mas foi provavelmente durante os três anos que Paulo ficou em Éfeso (At 19) que Epafras e Filemom, dois homens importantes de Colossos, se tornaram cristãos. E eles passaram a se dedicar à propagação da mensagem cristã na região em que viviam (Cl 1.6-7; 4.12-13; Fm 1-2,5).

Quando e por que Paulo escreveu?

Embora Paulo jamais tenha visitado essa comunidade cristã, ele ouvira falar dela através de Epafras. Havia muito que agradecer, mas algumas notícias eram preocupantes. Então escreveu para eles uma carta, da prisão.

Ainda se discute onde Paulo estava ao escrever essa carta. Se ele estava sob custódia, aguardando sua audiência em Roma (At 28), a data seria por volta de 61 d.C. (mais tarde na década de 60, Colossos foi destruída por um terremoto.) Se escreveu de Éfeso, seria no início da década de 50 (Éfeso ficava bem mais próxima de Colossos do que Roma, e seria mais fácil um escravo fugitivo, Onésimo, chegar lá.)

Paulo tinha a oportunidade de enviar a carta com Tíquico (se ele estava saindo de Roma, poderia ter levado também a carta aos Efésios: as duas cartas são muito semelhantes) e Onésimo, a quem estava enviando de volta para casa (veja Filemom).

Um problema a ser abordado

O problema em Colossos que Paulo aborda era o "sincretismo", a tendência de colocar no mesmo plano da verdade cristã idéias provenientes de outras filosofias e religiões, fenômeno que ainda ocorre em nossos dias. Isso era (e é) compreensível. A igreja de Colossos era composta por gregos e judeus, bem como por frígios "nativos". Era natural que se apegassem a suas próprias idéias e quisessem incorporá-las à nova fé. Esse procedimento parecia inofensivo, e possivelmente era uma tendência antiga, trazida para dentro da igreja a partir do judaísmo. Mas Paulo sabia que isso afetava o coração da sua mensagem evangélica. Ao tentarem reter a circuncisão, suas leis alimentares e festas (2.11,16), sem mencionar a adoração de anjos e o misticismo (2.18), os cristãos de origem judaica estavam alterando toda a base da vida cristã. E sabemos que a vida cristã não somente começa com Cristo (2.19, veja as anotações em Gálatas), mas depende dele para a sua continuação. A idéia de intermediários angélicos (2.18) nega a supremacia de Cristo. E a introdução do asceticismo e de uma sofisticada filosofia fazia com que as pessoas se voltassem outra vez para si mesmas e para a sabedoria humana (2.18-23), um caminho que já se mostrara um beco sem saída. Embora Paulo não trate desses assuntos um por um, essas eram as idéias que estavam por trás de sua epístola (veja "Para entender Colossenses").

Os colossenses precisavam se apegar novamente a Cristo, a sua plena supremacia e total suficiência. Esse é o tema de Paulo nesta epístola.

Cl 1.1-14: Saudação introdutória e oração

Como em todas as cartas, Paulo começa com uma oração de gratidão. Ele sabe quais são suas prioridades cristãs, e mostra que conhece a psicologia de seus leitores. No entanto, os elogios dele são sinceros, ou seja, estão longe de ser uma tentativa de dourar a pílula do sermão que viria em seguida. Seu cuidado amoroso e estendida além das igrejas que ele mesmo havia fundado, e ele inclui em sua oração grupos de cristãos que jamais conhecera (2.1). Ele fica alegre ao ouvir falar da fé, do amor e da esperança deles. E seu desejo é que Deus dê a esses cristãos um conhecimento mais profundo e maior maturidade espiritual.

Epafras (7) Natural de Colossos e fundador da igreja local. Ele trabalhou incansavelmente ali e nas vizinhas Hierápolis e Laodicéia. Ele estava com Paulo quando a epístola foi escrita (4.12-13).

Cl 1.15-23: A excelência de Cristo Jesus

A reflexão sobre a operação de resgate planejada por Deus (13-14) leva Paulo a se tornar poético em sua tentativa de descrever com palavras a natureza e a obra de Cristo (como em Fp 2.5-11, ele pode ter se baseado num hino existente). Jesus é a expressão viva do próprio Deus. Ele esteve ativo na criação, e sustenta tudo que existe. Cristo é o primeiro na existência, no poder, e na posição. Ele tem o primeiro lugar na nova criação de Deus. Ele é a cabeça da Igreja e a fonte de vida da mesma. Através da morte de seu Filho, Deus nos tornou seus amigos. Este é o evangelho de Paulo: uma boa notícia de verdade!

Primogênito (15, ARA) Não o primeiro a ser criado, mas o herdeiro cuja posição é singular ou sem igual.

Tronos... (16) Seres e poderes invisíveis que existem além do nosso mundo visível.

Cl 1.24--2.5: A missão de Paulo

A tarefa do apóstolo é transmitir a mensagem de Deus. Os filósofos se referiam a segredos, a coisas profundas que só os iniciados conhecem. Este é o segredo revelado de Deus: "Cristo - em vós!" Todos os cristãos tomarão parte na glória do próprio Deus! Este é um "segredo" que vale a pena conhecer. Esse segredo faz com que valha a pena todo esforço e empenho de Paulo em "pregar Cristo para todos".

1.24 "Paulo aplica a si o mesmo padrão que foi expresso na cruz: sofrer a favor dos outros" (Tom Wright). Ele não estava acrescentando nada à obra salvadora de Cristo, pois esta estava completa. Mas nesta sobreposição das eras, no período que vai da ressurreição de Cristo a sua volta, o novo povo de Deus sofrerá como seu Mestre sofreu.

Cl 2.6--4.6: Apelo com vistas à maturidade cristã

Um falso ensino, proveniente de várias fontes, estava se infiltrando na igreja colossense (veja "Para entender Colossenses", e a introdução). Era enganoso e perigoso, pois se baseava no ensinamento humano e não em Cristo (2.8).

Cristo é aquele que incorpora "toda a plenitude" de Deus e nele os cristãos encontram sua própria realização (2.9-10). Pela morte de Cristo, a lei judaica (o judaísmo em si) foi substituída: a sombra deu lugar à realidade. "Então, por que é que vocês estão vivendo como se fossem deste mundo?" (2.20). Pode haver bom senso nas regras, mas elas não podem qualificar ou desqualificar a pessoa que encontrou vida em Cristo.

Cap. 3: Tornar-se cristão significa romper definitivamente com o antigo estilo egoísta e permissivo de viver. Há um novo homem, seguindo uma nova direção, sendo renovado à semelhança de Cristo e assumindo o caráter dele (3.10). O Senhor amoroso e misericordioso é o modelo para o comportamento cristão (3.12-15). Sua palavra (3.16) molda o nosso pensamento. A nova vida é vida de oração (4.2-4) e de gratidão a Deus (3.15-17). O lar e a família são transformados pela presença do amor desinteressado e altruísta em todos os relacionamentos (3.18--4.1).

estátua grega

2.12 Veja Rm 6.

2.16 Essas coisas não são mais relevantes.

Rudimentos do mundo/espíritos maus que dominam o Universo (2.20) A antiga idéia pagã e supersticiosa de que o mundo é dominado por espíritos.

3.18--4.1  Veja as anotações sobre Ef 5--6, quando Paulo trata do mesmo assunto em mais detalhes.

Cl 4.7-18: Notícias de ordem pessoal

A referência a Tíquico e Onésimo associa esta epístola a Efésios (veja 6.21-22) e Filemom. Parece que as três epístolas foram enviadas ao mesmo tempo e por meio do mesmo mensageiro. (A epístola dos de Laodicéia, 16, pode ser Efésios). É bom reencontrar Marcos, depois do problema que causou entre Paulo e Barnabé (At 13.13; 15.36-40). Aristarco, um judeu proveniente da Grécia, era outro velho companheiro de Paulo; ele havia se envolvido no tumulto em Éfeso (At 19.29). Lucas ficou com Paulo até o fim, mas Demas o abandonou (2Tm 4.10-11). Epafras, o colossense, já fora mencionado (1.7, e veja introdução). Arquipo talvez fosse o filho de Filemom (Fm 2). Ninfa, de Laodicéia, foi uma das várias pessoas que abriram as portas de suas casas para as comunidades cristãs, numa época em que a igreja ainda não tinha prédios destinados ao culto. Áquila e Priscila, em Éfeso (1Co 16.19), e, mais tarde, em Roma (Rm 16.5), bem como Filemom, em Colossos, e Gaio, em Corinto (Rm 16.23), faziam o mesmo. A igreja inteira lhes deve muito.

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