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3 Livro da Lei: Rm 2.12; 3.20
4 Livro do Evangelho: Rm 2.16; Jo 12.48
5 Livro da memória: Lc 16.25; Mc 9.44
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7 Livro da vida: Ap 20.12 

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O PRIMEIRO DIA DA PÁSCOA

Reunindo a evidência dos quatro  Evangelhos, podemos sugerir a seguinte sequência de acontecimentos:

Veja JESUS - A RESSURREIÇÃO 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

A PÁSCOA E A ÚLTIMA CEIA
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A BÍBLIA DO PONTO DE VISTA FEMININO

Gênesis começa com o fato de que homens e mulheres foram criados iguais à vista de Deus e na presença um do outro. A criação de ambos é considerada muito boa (Gn 1.31).

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AS SETENTA SEMANAS

AS SETENTA SEMANAS

O segredo das Setenta semanas.

A. Daniel - a oração do profeta (Dn 9.1-19)

  1. Esse é um dos mais importantes capítulos da Bíblia. Seu tema é duplo: oração e profecia. Nessa época, o profeta estava aproximadamente com 85 anos.
  2. Daniel estava lendo o livro de Jeremias (o velho profeta provavelmente tinha a custódia oficial de muitos dos livros do Antigo Testamento depois da destruição do templo) e foi lembrado de que Deus decidira que Jerusalém deveria permanecer desolada por 70 anos (veja Jr 25.11; 29.10).
  3. Então, ele iniciou uma oração intensa e prolongada a Deus relativa tanto a seus próprios pecados como aos erros cometidos pelos israelitas e que eram a causa do cativeiro desde seu começo. Essa oração foi acompanhada de jejum, panos de saco e cinzas (Dn 9.1-3). Essas três ações eram comuns nos dias em que a contrição genuína do coração era sentida (veja Ed 8.23; Ne 9.1; Et 4.1,3,16; Jó 2.12; Jn 3.5,6).
    Veja mais 
  4. Daniel lembrou a Deus Seus concertos (Dn 9.4), provavelmente tendo em mente o concerto abraâmico, que prometia a Israel a posse eterna da terra da Palestina (Gn 12.7; 13.14-17; 15.7,18-21; 17.8), e o concerto davídico, que garantia aos israelitas um rei e um reino eterno (2Sm 7.12-16; 23.5; 2Cr 13.5).
  5. Daniel contrastou a graça e a bondade de Deus com a imoralidade e a idolatria de Israel (Dn 9.5,7-9).
  6. Ele menciona os reis de Judá (Dn 9.8). Dois deles haviam sido levados ao cativeiro babilônico junto com o povo judeu.
  7. Daniel concordou inteiramente que Judá tivera exatamente o que merecia e que Deus fora sincero ao prevenir os israelitas sobre a desobediência e a consequente punição (Dn 9.12-14; veja Lv 26).
  8. Daniel encerrou sua oração, entregando a si mesmo e o seu povo nas mãos da infinita graça de Deus (Dn 9.18).

 

A "pequena ponta" no livro de Daniel e o "anticristo" do Apocalipse

Ambos teriam muitas conquistas (Dn 8.9; Ap 13.4).

Ambos louvariam a si mesmos (Dn 8.11; Ap 13.15).

Ambos seriam mestres da enganação (Dn 7.25; 2Ts 2.10).

Ambos ofereceriam uma falsa "proposta de paz" (Dn 8.25; 1Ts 5.2,3).

Ambos odiariam e perseguiriam Israel (Dn 8.25; Ap 12.13).

Ambos profanariam o templo (Dn 8.11; Mt 24.15).

Ambos seriam fortalecidos por Satanás (Dn 8.24; Ap 13.2).

Ambos agiriam no Oriente Médio durante sete anos (Dn 8.14; 9.27; Ap 12.14).

Ambos deporiam contra o Senhor Deus (Dn 8.25; 2Ts 2.4; Ap 13.1).

Ambos seriam completamente destruídos por Deus (Dn 8.25; Ap 19.19,20).

B. Gabriel - a profecia de um anjo (Dn 9.20-27).

Quando Daniel ainda estava orando, o Altíssimo enviou o anjo Gabriel para que este ministrasse ao profeta e explicasse-lhe a profecia divina relativa ao Ungido de Deus (Dn 9.24-27). Outro caso em que o Todo-poderoso respondeu uma oração enquanto seu filho ainda estava orando está registrado em Gênesis 24.15. Seis questões fundamentais e possíveis respostas ajudarão a explorar essa profecia.

  1. A quem essa profecia refere-se? A Israel.
  2. O que o termo Setenta semanas significa? No seu curso epistolar acerca do livro de Daniel, Dr.Alfred Martin acredita ser significativo o fato de Daniel ter lido o profeta Jeremias nessa passagem: Um dos princípios básicos da interpretação comanda que ela sempre deve ser feita à luz do contexto, ou seja, a partir da perspectiva da passagem na qual uma dada afirmação constitui-se. Ao pesquisar esse contexto, lembrando que a visão fora dada em resposta à oração, nota-se que Daniel lia no livro de Jeremias que o número de anos, de que falou o SENHOR [...] em que haviam de acabar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos (Dn 9.2). Essa é a pista. De fato, diz-se ao profeta: "Sim, Deus deixará Judá no cativeiro por 70 anos; mas agora Ele está mostrando-lhe que toda a história de Israel se estenderá por um período de setenta semanas em anos". (Daniel, the Framework of Prophecy.p.85,86) Para melhor esclarecer o sentido dessas setenta semanas, deve-se observar que Israel tinha em seu calendário não apenas uma semana de sete dias (como Êx 23.12), mas também uma "semana" de sete anos (Gn 29.27,28; Lv 25.3,4,8-10). Em outras palavras, Deus estava dizendo a Daniel que Ele continuaria a lidar com os israelitas por mais 490 anos antes de trazer-lhes a justiça eterna. Resumindo essa questão em particular:
    1. Israel deveria deixar a terra ociosa durante um ano inteiro a cada período de sete anos (Lv 25.1-4).
    2. Essa ordem foi desobedecida (Lv 26.33-35; 2Cr 36.21; Jr 34.12-22).
    3. Ao final de um período de total de 490 anos, a nação adquiriria um débito relativo à ociosidade da terra no total de 70 anos.
    4. Daniel sabia de tudo isso e estava orando sobre o assunto. Ele reconheceu que os 70 anos de cativeiro representavam os 70 períodos de sete anos ao longo dos quais aquelas violações tinham sido cometidas
    5. Então, Gabriel revelou ao profeta que outro período estava chegando e este seria vivido pelo povo. Esse período teria uma duração similar (490 anos) àquele que justificara o exílio.

      Mais sobre esse período AQUI 

      a grande tribulação
  3. Quando começaria esse novo período de 70 ciclos de sete anos? Ele começaria com a ordem para reconstruir os muros de Jerusalém. Os dois primeiros capítulos do livro de Neemias informam-nos que tal ordem foi decretada durante o vigésimo ano da ascensão de Artaxerxes (abril ou maio de 445 a.C.).
  4. O que são os diferentes períodos de tempo mencionados pela profecia das Setenta semanas e o que aconteceria durante cada um deles?
    1. Primeiro período. Sete semanas (49 anos), de 445 a.C. a 396 a.C. Os principais eventos ocorridos nesse período foram a reconstrução das ruas e muralhas de Jerusalém, mesmo que em tempos angustiosos. Isso se cumpriu literalmente (veja Ne 2--6)!
    2. Segundo período. Sessenta e duas semanas (434 anos), de 396 a.C. a 30 d.C. O ministério de Jesus ocorreu ao final desse tempo.
      VEJA SOBRE O MILÊNIO AQUI  
      o milênio
    3. Terceiro período. Uma semana (sete anos) do arrebatamento ao milênio. No começo desses sete anos, o anticristo fará seu pacto com Israel e começará seu terrível banho de sangue. Ao final dessa "semana" (e das setenta semanas como um todo), o Messias verdadeiro virá para estabelecer Seu milênio perfeito. 
  5. As Setenta semanas correrão continuamente? Ou seja, haverá algum intervalo dentro desses 490 anos ou eles correrão sem parar, até que estejam completos? A teologia do dispensacionalismo afirma que essas "semanas" não correrão em sequência, pois haverá um intervalo ou parênteses de aproximadamente dois mil anos entre a sexagésima nona e septuagésima semana. Essa cronologia seria comparável ao septuagésimo minuto de um jogo de basquete, pois, durante 69 minutos, disputa-se o jogo em um ritmo furioso e contínuo. Então, o árbitro, por algum motivo, interrompe a partida do jogo com o relógio no vermelho, mostrando que resta um minuto final para ela acabar. Ninguém sabe ao certo quando a partida recomeçará, mas, a qualquer momento, o árbitro dará um passo à frente e soará o apito. Nesse instante, os times se reunirão para jogar o último minuto de jogo. Deus interveio e interrompeu o relógio da profecia no Calvário. Essa pausa divina já dura 20 séculos, mas logo o Redentor soprará Sua trombeta, e a "semana" derradeira de ação será jogada sobre essa terra.
O alcance do tempo na profecia bíblica

Além de Daniel 9.26, a Bíblia apresenta outros exemplos de intervalos de tempo em planos divinos? Com efeito, sim. Vêm à mente não menos do que três casos em que intervalos de muitos séculos podem ser encontrados dentro de um único parágrafo curto.

Isaías 9.6,7. Na primeira parte do versículo 6, um intervalo de, pelo menos, 20 séculos está separado por um sinal de ponto e vírgula. A frase um filho se nos deu refere-se a Belém, enquanto as palavras e o principado está sobre os seus ombros antecipam o milênio.

Zacarias 9.9,10. O versículo 9 é uma clara referência à entrada triunfal de nosso Senhor, mas o seguinte lança seu olhar na direção do milênio.

Isaías 61.1,2. O segundo versículo dessa passagem, o ministério terreno de Cristo (apregoar o ano aceitável do SENHOR) e a tribulação (o dia da vingança do nosso Deus) são separados por uma única conjunção: e. É importante notar que Jesus, ao ler essa passagem durante Seu sermão em Nazaré, interrompeu-a exatamente nessa conjunção. Afinal, o dia da vingança não era o propósito de Sua primeira vinda . (Veja Lc 4.18,19)

Um resumo final acerca das Setenta semanas:

As seis principais realizações das Setenta semanas.

  1. Todas as transgressões e pecados dos homens terminarão, sobretudo aqueles cometidos pelo nação de Israel (Ez 37.23; At 3.13-16; 28.25-31; Rm 11.26,27).
  2. A iniquidade se extinguirá, de modo que o homem reconcilie-se com Deus. Isso se cumpriu no Calvário quando o Messias foi sacrificado (2Co 5.18-20).
  3. Todos os verdadeiros profetas serão vingados com o cumprimento de suas profecias.
  4. O demônio se mostrará incapaz de governar legitimamente esse mundo.
  5. O diabo e seu principal escudeiro, o anticristo, serão destruídos (Ap 19.20; 20.10).
  6. O milênio será inaugurado (Sl 45.3-7; Is 11.3-5; Jr 23.3-8).

Os três principais períodos dentro das Setenta semanas (490 anos).

  1. Primeiro período - (sete semanas ou 49 anos com 360 dias cada), de 445 a.C. a 396 a.C.
  2. Segundo período - (62 semanas, ou 434 anos com 360 dias cada), de 396 a.C. a 32 d.C.
  3. Um período de pausa (que já dura quase 20 séculos). Esse intervalo entre a sexagésima nona e a septuagésima semana não foi revelado e, portanto, não foi conhecido pelos profetas do Antigo Testamento (veja Ef 3.1-10; 1Pe 1.10-12).
  4. O terceiro período (sete anos ou uma semana) entre o arrebatamento e o milênio.

Os dois principais indivíduos das Setenta semanas.

  1. O Messias - o Senhor Jesus Cristo
  2. O príncipe que virá - o ímpio anticristo.

 

 

a vinda de Cristo

 

Ora vem SENHOR JESUS!

 

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Mateus 11:28

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COMENTÁRIOS E EDIÇÃO GERAL: EDITORA E PROPRIETÁRIA DO SITE: Maria Digna Cavalcanti 

MATERIAL DAS PESQUISAS MINUCIOSAMENTE ANALISADOS E ESCOLHIDOS. TENDO COMO BASE:

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TÍTULO DAS PÁGINAS: Maria Digna Cavalcanti /Administradora e proprietária

CONTEÚDOS ADICIONAIS E DIVERSOS: Maria Digna Cavalcanti/Administradora e proprietária.

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As sete afirmações "Eu sou..." e os sete "sinais" de Jesus

Evangelho

1. O pão da vida (6.35) Sinal: a multiplicação dos pães (6.5-14)

2. A luz do mundo (8.12) Sinal: a cura do cego de nascença (9.1-41)

3. A porta para as ovelhas (10.7)

4. O bom pastor (10.14)

5. A ressurreição e a vida (11.25) Sinal: a ressurreição de Lázaro (11.1-44)

6. O caminho, a verdade e a vida (14.6)

7. A videira verdadeira (15.1)

Os outros sinais:

-Água em vinho no casamento em Caná (2.1-11)

-Cura do filho do oficial (4.46-54)

-Cura do enfermo no tanque de Betesda (5.1-9)

-Jesus anda sobre o mar da Galiléia (6.16-21)

Veja 3.2; 6.14; 7.31; 20.30-31 para os motivos pelos quais João registrou esses sinais. Jo 2.13-22 indica o sinal supremo: a ressurreição do próprio JESUS. Click na imagem acima. 

 

O AT aponta para Jesus, em quem se cumprem todos os propósitos de Deus.

CONFIRA! Click na imagem abaixo

Imagem floresta

 

Onde situava-se Sodoma e Gomorra?

mapa mar mortoAcredita-se que Sodoma e Gomorra foram submersas após o cataclismo que as destruiu e que as cidades agora se encontram submersas na parte sul do mar Morto, onde há estranhas formações de sal. Betume também é encontrado naquela região, o que se encaixa com os "poços de betume" mencionados em Gn 14.10. Mas nenhuma ruína foi encontrada para identificar essas cidades e, por isso, a localização nunca foi confirmada. Na verdade, as cidades poderiam ter existido em qualquer lugar no vale próximo ao mar Morto.

Geólogos sugerem que um terremoto, comum nessa região volátil, poderia ter causado um grande incêndio e a liquefação do betume numa escala grande suficiente para engolir Sodoma e Gomorra.

mar Morto

 Sodoma e Gomorra

 

Jerusalém a cidade de Davi

mapa de Jerusalém

O povoamento original ficava no cimo do monte, estendendo-se para baixo, na direção da fonte de Giom. "A plataforma" no alto do monte era um lugar fácil de ser defendido e, mais tarde, o Templo  foi erguido naquele local. Segundo a tradição, ali Abraão foi testado em sua fé, quando Deus lhe pediu que sacrificasse seu próprio filho. Hoje, o local é ocupado por uma Mesquita. 

    

Jesus e a Lei

Disse Jesus: Eu sou a porta; se alguém entrar por mim,

salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.

João 10.9